A ciência de dados no Marketing Digital


ciência de dados no marketing digital

Quem acompanha esse blog sabe que o primeiro ponto que estudamos quando somos apresentados ao Inbound Marketing é o Funil do Marketing. O funil é uma forma de representar a jornada de compra dos visitantes no nosso site até se tornarem clientes. Através desses funil é possível entender as taxas que indicam quantos dos Leads de cada estágio avança para o próximo.

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Categorias: Inteligência Competitiva


Do Outbound ao Inbound: Tudo sobre as principais formas de prospecção de clientes


prospecção de clientes

Não é novidade que uma estratégia de prospecção ativa de clientes é necessária para uma empresa crescer, ainda mais em um cenário de crise econômica como o que vivemos atualmente no Brasil.

Também se sabe que, nos últimos anos, com a ascensão da internet, está cada vez mais difícil vender. Isso porque agora o papel da venda é muito mais consultivo, já que o acesso às informações se dá antes mesmo do momento da compra.

A dinâmica de prospecção de clientes de uma empresa sempre dependerá de duas áreas: marketing e vendas. Inclusive, descrevemos os maiores problemas que podem acontecer no acordo entre ambas as áreas nesse post.

As duas áreas trabalham em conjunto na estratégia de prospecção de clientes, sendo que, geralmente, marketing é responsável pelo “topo do funil”, focado em geração de novos Leads e nutrição para a extração de oportunidades de negócio, e vendas aborda e negocia com os prospects a fim de conduzir o processo comercial e efetuar a venda do produto ou serviço.

Existem várias estratégias para trabalhar a prospecção de novos clientes para o seu negócio. As principais são:

  • Inbound
  • Outbound
  • Canais
  • Indicações
  • Misto

Abaixo, vamos explicar o conceito e principais aplicações práticas que estudamos aqui na RD.

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Categorias: CRM e Vendas


Cara, cadê meu PageRank?


pagerank

Se você já tem conhecimento sobre SEO há pelo menos 5 anos, já deve pelo menos ter ouvido falar bastante das “traquinagens” que o Google costuma fazer com os profissionais de SEO. Um exemplo ocorreu em 2011, quando o Google lançou o update Panda e passou a não aceitar mais qualquer conteúdo mal escrito, com repetições exageradas de palavra-chave apenas para melhor posicionar. No mesmo ano, a empresa decidiu que não iria mais exibir qualquer informação sobre as palavras-chave que trouxeram tráfego para o seu site (o famoso “Not Provided”). Já em 2012 o Google lançou o update Penguin, fazendo com que todos os sites com links de baixa qualidade, artificiais, sofressem consequências.

Bom, verdade seja dita: todas essas mudanças que o Google estabeleceu foram justas e necessárias. Sim, visto que o algoritmo do Google foi feito para traduzir o que seria uma boa experiência para o usuário e não para que os sites artificialmente se adequassem a esse algoritmo (que é o que sempre aconteceu).

Sob essa mesma premissa, no dia 18 de abril de 2016, o Google anunciou a mais nova: a partir desse dia, ele não exibiria mais publicamente a informação do PageRank de todos os sites.

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Categorias: SEO (Otimização para buscadores)