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7 tipos de imagens que você deve evitar usar em seu blog ou site

Imagens mal escolhidas podem distrair a atenção dos leitores e destruir o mais completo dos conteúdos. Confira 7 tipos de imagens que devem ser evitadas.

Você está produzindo um conteúdo para seu site e percebe que falta apenas o apelo visual. Para suprir essa lacuna, caso não tenha um fotógrafo ou designer dedicado para esse fim, a recomendação é que você vá a um banco de imagens e pesquise alguns arquivos para ilustrar o que foi produzido.

Mas você sabe escolher conscientemente as imagens? Melhor: você sabe escolher conscientemente quais imagens você não deve escolher?

Vamos ajudá-lo logo abaixo!

Sabemos que na época em que vivemos é muito fácil encontrar imagens para blog, e que há incontáveis plataformas para que essas pesquisas sejam feitas.

Porém, ao ter conhecimento desse oceano de imagens e desse vasto número de opções, desde fotografias, ilustrações, vetores, memes, gifs, tiras de quadrinhos e etc, surge também a pergunta: e quais imagens não devem ser usadas?

Trouxemos aqui uma lista de tipos de imagens que você deve, em tese, evitar de usar em seu site, ou usá-las por sua própria conta e risco.

Anteriormente, recomendamos no blog da Resultados Digitais, uma série bancos de imagens com arquivos em alta resolução para download, e que você pode usar para aprimorar a parte visual de seu site ou blog.

Confira o post “47 bancos de imagens grátis (e pagos) que você deve conhecer”

O objetivo desse post é fazer o caminho contrário, mas não no sentido de indicar sites que não devem ser usados para fins de pesquisa, e sim de alguns tipos de imagens (encontradas nesses bancos ou não) que são consideradas ultrapassadas ou amadoras.

São eles:

1 – Pessoas exageradamente felizes no escritório

Será que ainda existem pessoas que se enganam com essas falsas expressões de felicidade?

Isso não significa de maneira alguma que um escritório não possa ter um ambiente harmonioso e alegre (a própria RD é assim). Significa que, passar uma ideia de exagero pode transparecer fingimento por parte da empresa. O que não é nada bom.

Se mesmo assim, você precise usar fotos de pessoas trabalhando em escritórios, use as que demonstram naturalidade. Sorrisos são permitidos, mas sem abusos.

2 – Pessoas com laptop trabalhando em lugares pouco usuais

É possível que você já deva ter se deparado com imagens deste calibre. Pessoas com laptops no colo em praias, montanhas, campos, iates e resorts.

Por mais sedutor que pareça ser, não é tão confortável assim usar laptops em lugares como estes. Aliás, você já tentou trabalhar com um laptop na beira da praia? Já viu alguém fazendo isso? Mesmo que sim, a probabilidade de que tenha sido uma exceção é bem grande.

3 – Em baixa resolução com dimensões aumentadas

Uma prática muito feia é fazer o download de imagens em baixa resolução, aumentar as dimensões e publicar junto a um conteúdo. É fácil perceber quando isso ocorre, pois as distorções na imagem entregam que isso aconteceu.

Este é um dos casos que mais demonstram amadorismo por parte de um negócio. Se gostou tanto da imagem, por que não comprou em uma resolução mais alta? Ou por que não investiu um pouco mais de tempo para procurar uma imagem grátis e similar em alta resolução? Existem muitas que se equivalem.

fotógrafa em baixa resolução

4 – Com marca d’água

Esse caso é bem parecido com o que acontece acima. Aqui é outra prática nada recomendada: usar imagens que são protegidas com marcas d’água em vez de efetivamente comprá-las ou pedir autorização ao autor de uma imagem sem essa marca.

É importante não confundir com as marcas de alguns fotógrafos ou agências, que utilizam desse artifício para que as imagens não sejam atribuídas a diferentes autores, colocando nos cantos alguma logo ou identificação de autoria. A marca d’água, como sugere o nome, é uma estampa maior e que ocupa geralmente o centro da imagem, ou toda ela.

fotografia com marca dagua

5 – Muito repetidas ou clichês

Você gostaria que a imagem que representasse o seu negócio fosse a mesma que representasse tantos outros?

Quando isso acontece, o risco de as pessoas confundirem seu negócio com um concorrente é bem considerável. Principalmente quando uma imagem tem um alto grau de clichê.

Uma dica é você fazer uma pesquisa no Google Images. Na tela, em vez de escrever as palavras desejadas, clique no ícone de câmera e faça o upload da foto. Se usar o Chrome, pode clicar diretamente com o botão direito em uma imagem encontrada em qualquer site e depois na opção “Pesquisar esta imagem no Google”.

negócios - aperto de mão

6 – Que não condizem com o seu conteúdo

Apenas o fato de uma fotografia ser, por si só, fantástica, não significa que ela deva ser usada para qualquer tipo de conteúdo.

É muito fácil que uma fotografia de um pôr-do-sol na praia seja uma imagem maravilhosa. Ou uma imagem de Paris, registrada no topo da Torre Eiffel, tenha o mesmo grau de beleza.

Enfim, não importa o quão bela a imagem seja, contexto é tudo. Pode até ser uma relação indireta, mas deve, de alguma forma, fazer sentido.

A imagem é linda, mas ela acrescenta algo ao seu conteúdo?

A imagem é linda, mas ela acrescenta algo ao seu conteúdo?

7 – De céu azul, estilo Windows XP

A referência diz tudo. O papel de parede do Windows XP se tornou tão popular que basicamente todas as pessoas que viveram essa geração relacionam essa imagem ao sistema operacional.

Tente evitar fotos que possuam composições parecidas, desde as tonalidades à própria estrutura da imagem. Não quer dizer que fotos de um céu azul sejam proibidas. Nada disso. Para testar, visualize a imagem e pense: “eu lembro do Windows XP ao ver essa imagem?”. Se a resposta for não, sinta-se aliviado.

windows-XP-papel de parede

Conclusão: quanto tempo você leva para escolher uma imagem?

Se sua resposta for “o mínimo possível” considere que isso possa ser um problema. Com o alto número de opções e a facilidade em pesquisar digitando apenas poucas palavras-chave, temos a falsa impressão de que esse é um processo bastante simples quando, na realidade, é o contrário.

Com tanto ruído em meio ao que realmente procuramos, fica muito comum que a maioria das imagens não seja a melhor opção para seu conteúdo. Aliás, a maior parte de fato não é.

Imagens mal interpretadas ou mal escolhidas podem destruir até o mais completo dos conteúdos, além de distrair a atenção dos leitores e deixar seus argumentos em segundo plano. Muitas vezes, mesmo sem ler o conteúdo em si, uma única imagem é capaz de fixar um julgamento de amadorismo por parte de sua empresa na cabeça do leitor.

Portanto, vale sempre frisar mais um pouco: faça as escolhas com calma e, acima de tudo, tente evitar as classes de imagens citadas nesse post. Procure escapar de clichês e de apelos visuais ultrapassados que não funcionam mais. Mantenha uma originalidade e um cuidado estético tão minucioso quanto o contextual.

Por fim, para saber mais na teoria como utilizar uma imagem da melhor forma possível, sempre que fizer um upload para um blog, site ou um material que tenha o nome de seu negócio, faça três perguntas a respeito da imagem:

  • 1 – A imagem parece profissional?
  • 2 – A imagem ajuda na compreensão do conteúdo proposto?
  • 3 – Você mostraria, sem ter vergonha, essa imagem em uma apresentação?

Se todas as respostas para as três perguntas acima forem “sim” é o sinal verde que você precisa para usar a imagem com tranquilidade.

Leia também o post “Vale a pena usar imagens em posts de blogs?”

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