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Duas formas de ver as mídias sociais: como plataforma e como construção de audiência

Devem ser poucas as pessoas com quem você convive que ainda não têm perfis nas redes sociais. E é justamente porque praticamente todo mundo está conectado que as mídias sociais se tornaram uma opção de investimento em marketing bastante atrativa e diversas empresas passaram a sentir a necessidade de entrarem na onda.

Como, então, essas empresas devem tirar proveito? Será que é só sair cadastrando perfis para dizer que a empresa está no Facebook ou no Twitter? Existem formas e estratégias diferentes para utilizar as mídias sociais e nossa ideia hoje é mostrar duas das formas que mais garantem retorno pra gente, aqui na Resultados Digitas:

As mídias sociais como plataforma

Mídias são, na origem do termo, canais ou ferramentas usadas para armazenamento e transmissão de dados ou informação. Tínhamos, até então, a TV, o rádio e o jornal como principais exemplos.

pessoas conectadasAté que surgiram na Internet as mídias sociais: aquelas que todos têm acesso e são feitas de pessoa para pessoa. Quem recebe a mensagem é também quem compartilha e, em alguns casos, é, ainda, quem produz conteúdo.

Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, já disse o seguinte: “Pessoas influenciam pessoas. Nada é mais influente do que uma recomendação de alguém de confiança. Essa fonte confiável pode influenciar uma pessoa mais do que qualquer tipo de mensagem em qualquer meio tradicional. Um influenciador é o Santo Graal da publicidade”. Com tantas pessoas com esse poder falando umas às outras, surge então uma grande oportunidade para sua empresa, que é dar munição a essas pessoas, fazer com que elas usem a plataforma para falar da sua marca.


Nesse caso, nada é mais poderoso do que produzir conteúdo. É isso que as pessoas estão procurando e é isso o que elas costumam compartilhar em seus perfis. Se sua empresa produz material de alta qualidade e facilita o compartilhamento (utilizando, por exemplo, os botões de compartilhar), já pode dizer que utiliza as mídias sociais de forma muito eficiente, mesmo que sequer possua um perfil.

Um ótimo exemplo disso é Seth Godin, escritor de vários best-sellers e um dos maiores pensadores do marketing atualmente. Ele alega que não possui perfil no Twitter por falta de tempo para usar o canal da forma que considera eficiente. No entanto, publica conteúdo de qualidade diariamente em seu blog e seus posts conquistam, em média, 1000 tweets. Ou seja, aproximadamente 1000 pessoas sentem-se tão impactadas pela qualidade deste conteúdo, que compartilham com outras pessoas e aumentam consideravelmente o alcance da mensagem. Quem é que diz que o Twitter não está sendo bem utilizado por ele?

Uma rede que ainda tem acesso pequeno e que ainda não é muito utilizada pelo nosso público é o Google+. Embora a gente ainda não faça muitos investimentos por lá, fazemos um bom uso da plataforma ao disponibilizar os botões +1 nos posts e eBooks de nosso blog. Como diversas pessoas acabam clicando e recomendando, elas nos ajudam a alcançar os amigos que usam o Google+ com uma frequência maior. Além disso, essas recomendações passam para o Google um sinal de que nossos posts têm relevância, ajudando nossas páginas a melhorarem o posicionamento nas ferramentas de busca.

Mídias sociais como canal de construção de audiência

Antigamente, para se comunicar com os consumidores, as marcas precisavam “alugar audiência”, investindo em mídia tradicional. Hoje, as empresas conseguem construir audiência própria, estabelecendo um canal de relacionamento direto com o cliente por meio das mídias sociais.

Fãs da Resultados DigitaisÉ ótimo ter essa audiência permanente e poder acessá-la a qualquer hora e praticamente sem custos. Nossa página no Facebook, por exemplo, onde já conquistamos mais de 86 mil “curtidas”, é um canal que sempre nos traz um alto volume de visitas, Leads e clientes e ajuda de forma bastante significativa no alcance das nossas metas de marketing.

Outra grande vantagem de conseguir construir uma grande audiênca é que isso funciona muito bem como barreira competitiva na entrada de novos concorrentes. Atualmente é relativamente fácil um novo concorrente lançar um produto ou serviço equivalente ao seu, mas é difícil uma empresa nova conseguir ter, do dia para a noite,  o mesmo alcance e confiança de outra que já tenha investido bastante tempo na construção de sua audiência e tenha se tornado referência no mercado em que atua.

Quais as implicações disso

Cada empresa conta com recursos e públicos bastante diferentes e o desafio é pensar em como maximizar os resultados com o que têm à disposição.

Vendas mais complexas, que precisam se afirmar como autoridade, tendem a se beneficiar muito da produção de conteúdo e podem usar bem as mídias sociais como plataforma. É importante, no entanto, escolher bem quais ícones de compartilhamento utilizar: tentar listar todas as redes possíveis, sem foco, tende a gerar uma paralisia nos visitantes e diminui bastante a efetividade das ações.

Já a construção de uma audiência exige bastante tempo de relacionamento e dificilmente uma empresa média ou pequena conseguirá fazer um trabalho relevante em várias frentes diferentes. Então, a ideia é escolher bem  quais redes sociais são mais importantes. É por meio de conversas com clientes e pesquisas que será possível chegar apenas às opções em que seu público está mais presente e ativo, garantindo maiores possibilidades de ganhos.

É interessante pensar que ambas as formas de utilizar geram resultados melhores quando utilizadas em conjunto: quando se têm uma audiência em algum canal, ela serve como impulso inicial para espalhar o conteúdo e alimenta os outros canais utilizados como plataforma de distribuição.

O resultado desse trabalho é a maior recompensa que uma empresa pode conquistar nas mídias sociais: as pessoas valorizando e divulgando o seu conteúdo por conta própria.

 

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