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Google já está punindo sites mobile com pop-ups irritantes: saiba como agir a partir de agora

Para a experiência do usuário essa atualização é ótima. Para as empresas, não é preciso ter pânico. Abaixo, vamos explicar como se adaptar a essa atualização e continuar gerando resultados. Confira!

Você utiliza pop-ups no site de sua empresa? Então presente atenção: O Google colocou em prática oficialmente em janeiro deste ano algumas mudanças que podem impactar nos resultados orgânicos de seu site.

Basicamente, páginas que possuem pop-ups muito intrusivos sofrerão uma queda no ranking da busca via dispositivos móveis.

O intuito da atualização é entregar uma melhor experiência de resposta para a dúvida do usuário. Ou seja, aquele link que você encontra no Google quando pesquisa algo pelo celular e que está coberto por um enorme pop-up perderá alguns pontos dentro do algoritmo do Google.

No comunicado oficial, feito ainda em 2016, o Google de cara explica que esse é apenas um fator novo que será unido a outros centenas de pontos que compõem o complexo sistema de ranqueamento do Google.

Portanto, uma página ainda pode aparecer nos resultados se tiver um conteúdo grande e relevante, mesmo com o pop-up, mas perderá alguns pontos por justamente atrapalhar a experiência do usuário.

Quando falamos em SEO, cada um desses centenas de fatores precisa ser tratado com muito cuidado, pois é justamente a soma deles que fará com que seu conteúdo seja bem ranqueado ou não.

Trecho da justificativa do Google para a atualização:

Embora a maioria das páginas agora apresente texto e conteúdo legíveis sem a necessidade de aplicar zoom, vimos recentemente vários exemplos nos quais essas páginas exibem intersticiais intrusivos aos usuários. Mesmo que o conteúdo seja apresentado na página e esteja disponível para ser indexado pelo Google, ele pode ficar visualmente oculto pelo intersticial. Essa situação pode ser frustrante para os usuários, já que eles não conseguem acessar facilmente o conteúdo esperado ao tocar no resultado da pesquisa.

As páginas que exibem intersticiais intrusivos oferecem uma experiência do usuário mais insatisfatória que outras páginas nas quais o conteúdo é acessível imediatamente. Isso é problemático em dispositivos móveis, já que as telas, em geral, são menores. Para melhorar a experiência de pesquisa em dispositivos móveis, depois do dia 10 de Janeiro de 2017, as páginas nas quais o conteúdo não é facilmente acessível para um usuário na transição dos resultados da pesquisa para dispositivos móveis não estarão com uma classificação tão alta.

Para a experiência do usuário essa atualização é ótima. Para as empresas, não é preciso ter pânico. Abaixo, vamos explicar como se adaptar a essa atualização e continuar gerando resultados. Confira!

Quais técnicas serão afetadas

Alguns exemplos de técnicas que deixam o conteúdo menos acessível ao usuário, segundo o Google:

  • Mostrar um pop-up que cobre o conteúdo principal, seja imediatamente após o usuário acessar a página a partir dos resultados da pesquisa ou enquanto ele olha a página.
  • Exibir um intersticial autônomo que o usuário precisa dispensar antes de acessar o conteúdo principal.
  • Usar um layout no qual a porção acima da dobra da página é semelhante a um intersticial autônomo, mas o conteúdo original está in-line abaixo da dobra.

Quais técnicas não serão afetadas

Em contraste, veja alguns exemplos de técnicas que, usadas de maneira responsável, não são afetadas pelo novo indicador:

  • Intersticiais que parecem ser uma resposta a uma obrigação legal, como por uso de cookies ou para verificação de idade.
  • Caixas de diálogo em sites nos quais o conteúdo não é indexável publicamente. Por exemplo, isso inclui conteúdo privado, como e-mail, ou conteúdo não indexável que está atrás de uma paywall.
  • Banners que usam uma quantidade razoável de espaço da tela e são facilmente dispensáveis. Por exemplo, os banners de instalação de aplicativos fornecidos pelo Safari e pelo Chrome usam uma quantidade razoável de espaço da tela.

Resumindo

Explicando de maneira bem simples: Se você não quer que sua empresa seja prejudicada, basta não utilizar pop-ups ou anúncios que cubram a página inteira quando um usuário acessa sua página por um dispositivo móvel via busca orgânica.

Agora, há uma exceção: Se o pop-up ou intersticial aparecer somente de uma página para outra, dentro do seu próprio site ou por outra fonte de tráfego que não seja o Google, esse problema não existe. John Mueller, do Google, confirmou a informação no Twitter:

Recapitulando, a nova regra vale apenas para:

  • Dispositivos móveis;
  • Páginas acessadas via busca orgânica;
  • Banners e pop-ups que cobrem toda a tela, salvo exceções citadas acima.

Na Resultados Digitais, utilizamos alguns pop-ups. Procuramos fazer isso com responsabilidade, mostrando pop-ups com ofertas contextuais aos posts e tentando não atrapalhar a experiência do usuário dentro do site.

Portanto, não utilizamos pop-ups para quem acessa o blog via dispositivos móveis, mas mantemos os pop-ups ativos para quem acessa via desktop.

Quer saber mais sobre pop-ups e como utilizá-los sem ser chato?

Quer saber mais sobre SEO e como transformar o site de sua empresa em uma máquina de geração de tráfego?

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