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Liga dos Campeões: e se cada time fosse uma rede social?

O espanhol Real Madrid bateu a italiana Juventus na disputa pelo título mais cobiçado do futebol mundial. Comparamos os dois e os rivais que eles deixaram pelo caminho com as redes sociais mais populares do planeta

Real Madrid e Juventus jogaram a grande final da Liga dos Campeões 2016-17, em Cardiff (País de Gales), com vitória dos espanhóis. Enquanto os craques disputavam o título ao vivo nas televisões do mundo todo, milhões de pessoas estavam torcendo, comentando, fotografando, filmando e fazendo memes nas redes sociais.

A gente ficou pensando aqui: e se os times da Liga dos Campeões da atual temporada fossem representados por redes sociais? Dê uma lida no post para saber onde os perfis de Cristiano Ronaldo e Gianluigi Buffon se encaixariam melhor!

Finalistas da Liga dos Campeões

Real Madrid = Facebook

Os números grandiosos unem esses dois gigantes. Enquanto o Real Madrid é o maior vencedor da Liga dos Campeões, agora com 12 troféus, o Facebook é a rede social mais popular do mundo, com quase 2 bilhões de usuários. Ambos ganham muito dinheiro com publicidade, inclusive gerando protestos de concorrência desleal.

Além disso, todo mundo sabe quem é o dono da bola no Real e no Face: Cristiano Ronaldo e Mark Zuckerberg, respectivamente.

Juventus = LinkedIn

A Juventus não está nem um pouco preocupada em jogar bonito e, assim como o LinkedIn, está mais preocupada em atingir resultados. A sobriedade e o pragmatismo unem o time e a rede social.

Embora tenham grandes astros e seus elencos, primam pela sólida presença de carregadores de piano, vitais em qualquer organização e, também, em todo sistema tático que se preze.

Semifinalistas

Atlético de Madrid = Google Plus

Essa dupla tem sérios problemas com os concorrentes gigantes. Em geral, só são lembrados por usuários e torcedores bissextos justamente quando resolvem enfrentar seus grandes rivais: Real Madrid e Facebook.

Depois dos confrontos diretos, porém, costumam ver a popularidade despencar novamente, com todas as atenções se voltando para os inimigos.

Monaco = Pinterest

Enquanto o Pinterest é a rede social preferida dos artistas que trabalham com imagens, o Monaco é o time de um dos países mais fotogênicos do mundo.

Em comum, eles têm o fato de que muita gente nem sabem que existem, mas volta e meia conseguem prender a atenção por algo muito bonito – seja um desenho encantador ou um futebol bem jogado.

Quadrifinalistas

Bayern de Munique = YouTube

Esses dois são verdadeiros experts em suas áreas de domínio: a Alemanha e os vídeos.

Enquanto o Bayern traz para o seu elenco todos os jogadores que brilham na Bundesliga por clubes rivais, os maiores produtores de audiovisual costumam levar seus trabalhos para o YouTube.

Os concorrentes reclamam, mas ambos parecem exercer uma atração irresistível para os maiores talentos.

Barcelona = Instagram

Fama, diversão e beleza unem Barcelona e Instagram. Enquanto o clube espanhol pratica o futebol mais vistoso do mundo, as celebridades mais visadas do planeta estão na rede social especializada em fotografias.

Ambos, inclusive, têm em comum alguém que chegou e passou a ser a estrela da companhia: Neymar. O atacante brasileiro domina muito bem as boas práticas tanto com a bola nos pés fazendo gols quanto com o celular na mão fazendo selfies.

Borussia Dortmund = Tumblr

Aqui estão os favoritos dos hipsters. O senso de pertencimento dos fãs que enfrentam titãs do futebol e das mídias sociais une o Borussia Dortmund e o Tumblr.

Enquanto os alemães se orgulham de sua torcida apaixonada e abordagem democrática nos preços de ingressos, os entusiastas do Tumblr gabam-se da liberalidade e progressismo da plataforma.

Eventualmente, no entanto, assim como os melhores jogadores do Borussia vão para o Bayern, os grandes destaques do Tumblr desistem e migram para redes sociais populares.

Leicester City = Telegram

Os dois últimos anos foram de imensa e incomum popularidade tanto para o Leicester City quanto para o Telegram.

Enquanto o pequeno clube se aproveitou da queda de rendimento dos grandes para ganhar seu primeiro título inglês e brilhar na Liga dos Campeões, o app de troca de mensagens se aproveitou das quedas do WhatsApp para crescer no mercado.

Com a volta ao normal dos concorrentes, voltaram a uma posição mais discreta, mas seguem atentos a vacilos para trazerem novos fãs.

Outros times europeus

Milan = Orkut

Superpopulares e cheios de brasileiros nos anos 2000, Milan e Orkut entraram em forte declínio. A rede social inclusive já fechou, enquanto o time italiano foi vendido pelo seu folclórico dono, Silvio Berlusconi, a um investidor chinês.

Ambos os nomes, porém, despertam boas lembranças e memórias afetivas – seja sob forma de esquadrões antológicos ou testimonials inesquecíveis.

Liverpool = MySpace

Com cinco títulos da Liga dos Campeões no currículo, o nome Liverpool já foi associado facilmente ao futebol. Agora, porém, voltou a ser mais fácil lembrar de música quando ouvimos o nome da cidade.

Já o MySpace foi o Facebook de sua época, principalmente nos EUA, mas hoje a gente só lembra que muitas bandas e cantores surgiram ali.

Manchester United = Twitter

Dois gigantes em popularidade, Manchester United e Twitter já não têm grandes vitórias há muitos anos. Com muita gente querendo falar alto ao mesmo tempo, é natural que haja desvios de foco e rumo.

Na atual temporada, as personalidades fortes do time não viveram em harmonia constante, mas ganharam a Liga Europa no apagar das luzes.

Pouco, porém, para o investimento milionário que o United fez – um drama comum e constante na história do Twitter.

Manchester City = Messenger

Poucos são realmente fãs de formação do Manchester City e do Facebook Messenger. Como seus donos gastaram muito dinheiro para torná-los populares, nós acabamos vendo seus jogos e usando suas funcionalidades meio que por inércia.

Alguns até acabam gostando e adotam os azuizinhos de vez.

Chelsea = Snapchat

Chelsea era o bairro da Swingin’ London nos anos 60, epicentro da cultura e da liberdade de comportamento, e o time refletia um pouco desse estilo. Já o Snapchat começou como uma plataforma segura para “nudes” e vídeos que sumiam depois de 10 segundos.

Os early adopters dizem que ambos perderam o charme quando viraram mainstream – o Chelsea foi comprado por um novo-rico russo e o Snap fez parcerias comerciais. Só que foi assim que obtiveram seus melhores resultados.


Esperamos que você tenha curtido esse post especial da Liga dos Campeões da Europa.

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