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10 mitos sobre SEO que você precisa conhecer para se posicionar bem no Google

Como rankear um site no Google e garantir acessos orgânicos? Quais são as verdades e quais são as mentiras? Confira aqui os 10 maiores mitos sobre SEO!

Pelo fato de estar lendo esse post, isso provavelmente já deve ter acontecido com você.

Visualize a situação: Você vai começar agora um trabalho de SEO pela primeira vez e precisa traçar toda a sua estratégia para rankear o site em primeiro lugar. Você pesquisa um pouco sobre o assunto com seus amigos e conhecidos da área de Marketing Digital, mas que não entendem tanto de SEO, e percebe que várias das recomendações deles entram em contradição.

Neste caso, o que fazer? Em quem acreditar? Bom, neste post vamos falar um pouco sobre esses mitos de SEO.

Mito #1: Apenas um bom conteúdo é o bastante para rankear

No ano de 2012 para 2013 começou uma conscientização de um novo conceito no mercado que era baseado em uma simples premissa: “Conteúdo é REI!”. Logo as pessoas começaram a basear todas as suas estratégias de SEO nisso.

E é preciso admitir: muitas dessas pessoas tiveram sucesso nos rankings do Google focando apenas em um ótimo conteúdo, já que um conteúdo bem escrito pode sim ser bastante para alcançar boas posições, mas isso vai depender da palavra e seus concorrentes. Por exemplo: E se todos os conteúdos do nicho que você está concorrendo forem ótimos e muito bem escritos? O que te diferenciaria na SERP?

Um bom conteúdo é algo muito importante para conseguir boas posições, mas não podemos esquecer que existem muitos outros fatores que influenciam no posicionamento do seu site, como o número de backlinks, o trust flow desses links (qualidade dos links), uma arquitetura de SEO bem planejada (on page), etc.

Mito #2: Usar meta keywords é uma forma de melhorar o posicionamento no Google

É incrível como ainda existem muitos sites que usam “meta keywords” pensando ser uma forma de se destacar perante o Google e passar quase que uma mensagem como: “Olá Google! Aqui está a lista de palavras-chave que quero ficar em primeiro lugar! O resto é com você!”

O Google aboliu o uso de meta keywords como um critério de rankeamento há anos e usar essa meta hoje em dia não irá lhe trazer nenhum tipo de benefício. Dependendo da competitividade do seu mercado pode até expor um pouco do seu direcionamento em SEO já que qualquer um (inclusive um concorrente) pode acessar seu código fonte e encontrar as palavras-chave que você prioriza em suas estratégias.

Mito #3: Google Adwords influencia nos resultados orgânicos

Esse mito permeia o universo de SEO desde que ambas as estratégias passaram a existir. Anunciar no Google não vai influenciar sua posição nos resultados via Google Orgânico. Estamos falando de duas coisas bem diferentes. Enquanto que o Google tem seus critérios para determinar se uma página deve ou não estar na devida posição na busca orgânica, ele também possui OUTROS critérios bem diferentes para determinar se um site deve ou não estar nos primeiros lugares na área de anúncios. Portanto é muito importante que você não misture as duas coisas.

Bônus: Não é porque são duas coisas bem diferentes que não podem ser trabalhadas juntas. É possível usar um pouco das informações do Google Adwords para ajudar em SEO. Por exemplo: A lista de sites em que os banners de uma campanha display tiveram impressão pode ser de grande valia nas mãos de um link builder experiente. Tentar conseguir um guest post com um desses sites, por exemplo, pode ser uma boa ideia dentre muitas outras.

Mito #4: Meta description influencia em rankeamento

A meta description é uma parte muito importante das otimizações on page de um site, já que ela preenche a maioria do espaço designado para uma snippet (resultado do Google) na SERP, porém ela não desempenha nenhum papel de “critério de rankeamento” para o Google.

É importante ressaltar que uma meta description bem escrita pode aumentar a taxa de clique no seu resultado na SERP, portanto não devemos de forma alguma ignorá-la.

Exemplo:

exemplo de meta descrição

Mito #5: “Vou usar WordPress para não precisar me preocupar com SEO”

Esse é um erro clássico de muitas pessoas que estão começando sua empreitada em SEO. O WordPress é uma plataforma para sites que chegou e conquistou o mercado devido a sua praticidade e alcance à maioria das pessoas, já que é relativamente fácil aprender a manipulá-la, e dessa forma até algumas pessoas mais leigas podem usufruir de suas funcionalidades. Com o aumento de sua popularidade, vários plugins que prometiam facilitar otimizações de SEO começaram a surgir e ajudar bastante os webmasters.

Com o passar dos anos a recomendação de usar WordPress para ajudar em SEO passou a ser frequente entre todos, mas devagar o conceito foi se perdendo nesse efeito “telefone sem fio” e acabou se transformando mais uma certa garantia de ter um site perfeitamente arquitetado para SEO”.

É importante lembrar que mesmo o WordPress necessita de cuidados e atenções especiais quando o assunto é SEO. É preciso ter o trabalho de encontrar os melhores plugins de SEO que se adequam ao seu caso, de otimizar cada página, de realizar todas as outras otimizações que não dependem destes plugins e de ter o olhar crítico de uma pessoa. O WordPress pode ser sim o melhor amigo de uma pessoa bem intencionada em SEO, porém também requer atenção e trabalho.

Mito #6: Quanto maior o conteúdo maiores chances de figurar nas primeiras posições

Esse assunto tem sido muito discutido na atualidade por vários webmasters famosos que estão tomando diferentes posição sobre o tema. A verdade é que até hoje nunca foi provado a existência de uma correlação entre a quantidade de palavras de uma página e um melhor desempenho na busca orgânica.

O que ocorre muitas vezes é isto: o Google quer sempre mostrar o melhor resultado para seu usuário, que responda toda a dúvida que o motivou a pesquisar. Uma página que apresenta um conteúdo extenso sobre a keyword pesquisada, possui uma chance maior de abranger mais respostas sobre o tema do que uma página com o conteúdo pequeno. Portanto a relação não é:

Conteúdo Extenso = Rankear no Google

e sim:

Conteúdo de QUALIDADE = Rankear no Google
(Conteúdo de qualidade tende a ser extenso, mas não necessariamente)

Um conteúdo de 600 palavras, muito bem escrito pode ser muito mais últil e abranger muito mais conteúdo de uma keyword do que um conteúdo de 2000 mil palavras, escrito apenas para “encher linguiça”.

Mito #7: O esforço para conseguir link não se paga com resultados em SEO

Desde sempre backlinks sempre são os principais fatores de rankeamento para os motores de busca. Isto porque o Google entende que se um site está te linkando, te citando e recomendando é porque existe qualidade nele.

Ter muito trabalho pra conseguir um link qualquer realmente pode não valer a pena, porém ter muito trabalho pra conseguir um link de ótima qualidade sem dúvidas é um custo totalmente recompensador.

Pense na seguinte situação: Você é recém formado em marketing e tem o sonho de conseguir um emprego no Google. Acha que seria vantajoso ter um super trabalho pra conseguir uma recomendação do seu colega de curso? Hm… Possivelmente não. Mas será que ter o dobro de trabalho pra conseguir uma recomendação do Rand Fishkin, um profissional que já possui uma credibilidade com o mercado e com o Google, valeria a pena? Bom, não tenho dúvidas que sim.

Por essa razão, tudo vai depender da qualidade do link em questão.

Mito #8: SEO é fácil, não vale a pena contratar um especialista já que cobram caro

Você pode pensar: “O que mais existe na internet são artigos ensinando a fazer SEO, não vou gastar meu dinheiro contratando um profissional especialista nisso”. Porém se realmente fosse assim, o mercado de Marketing Digital não faria sentido. Muitas empresas investem caro em consultorias de estrategistas especializados em SEO justamente pelo investimento se pagar completamente a longo prazo.

Imagine o quão rentável seria para uma empresa de botijão de gás, por exemplo (que é um serviço que só procuramos quando há real necessidade) estar na primeira lugar no Google? Dependo da situação o faturamento de uma empresa dessa pode aumentar em níveis muito relevantes.

Mito #9: “Nosso serviço garante o primeiro lugar no Google”

É impossível prometer algo do tipo, já que estar em primeiro lugar no Google não depende apenas da empresa que promete isso e sim de várias outras coisas como concorrentes, palavra-chave em questão e de algo muito maior que tudo isso: O Google. Portanto, é importante estar sempre atento com essa promessas.

Mito #10: Fatores sociais influenciam no SEO

Esse sem dúvida é um dos mais polêmicos. No fim de 2014 a MOZ lançou o seu, já praticamente clássico, estudo de fatores de rankeamento que influenciaram em 2014. No estudo, fatores sociais, estavam como uns de maior importância perante o Google, porém em 2015 o próprio Google tomou posição sobre o assunto dizendo que fatores sociais NÃO influenciam no posicionamento orgânico do site.

Ainda assim muitos apoiam a ideia de que existe uma influência indireta. A influência seria:

Um artigo interessante é escrito e postado
Logo
As pessoas que acham interessante curtem e compartilham
Logo
O conteúdo de alto engajamento social fica visível a donos de blog criadores de conteúdo
Logo
Eles escrevem sobre o conteúdo e linkam seu site citando seu artigo
Logo
Como backlinks são comprovadamente um critério de rankeamento, seu site se beneficia

Porém pensando assim, abrimos portas para muitas outras coisas que não são critérios de rankeamento passarem a ser. Pois sendo assim, se eu panfletasse sobre meu site em um evento de marketing e uma pessoa que interessasse pelo panfleto, chegasse em casa e linkasse para mim, panfletar passaria a ser indiretamente um fator de rankeamento? Bom, essa discussão vai longe. Participe dando sua opinião nos comentários!

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