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Como fazer uma otimização de SEO On-Page

Saiba o que é otimização SEO On-Page e confira quais elementos de uma página você pode trabalhar para obter melhores resultados orgânicos no Google.

Como já dissemos aqui no blog ao apresentar o funcionamento do Google, o próprio site/página possui vários aspectos que dão dicas para a ferramenta se há alguma relação expressiva com o tema buscado. Há algumas partes específicas de uma página que possuem maior relevância na busca e merecem receber uma atenção especial.

Trabalhá-las significa ter uma maior chance do Google te considerar como resultado para uma busca realizada. Isso na indústria é chamado de “otimização on-page”.

Neste post, vamos apresentar alguns desses elementos e explicar como eles podem ser utilizados para que você obtenha melhores resultados em buscas orgânicas.

Título da Página

O Título da Página (“title”) não é obrigatoriamente o título do artigo ou o que aparenta ser o nome da página para os visitantes. Refere-se, na verdade, a uma propriedade do código HTML, identificada por meio da frase que aparece na aba do navegador ou na página de resultados do Google:

Exemplo de resultado de pesquisa no Google

Quando estamos falando sobre SEO, o Título da Página é o elemento mais importante de todos. Porém, muitas vezes seu espaço é ocupado por slogans ou frases que não descrevem bem a página ou que não usam as keywords que realmente importam no negócio (como por exemplo “Home” na página inicial do site). Como resultado, o Google pode não identificar a relação do seu site com esses termos.

Procure descrever com precisão o tema que a página aborda, e fique atento à ordem das palavras: primeiras têm maior relevância que as últimas. Além disso, o número de palavras também tem relevância: quanto menos palavras, maior a importância das mesmas.

O recomendado é utilizar um tamanho máximo de 63 caracteres para o título. Apesar de o Google ler uma quantidade maior do que esse número, esse é o limite de caracteres que costuma aparecer quando o Google exibe os resultados em uma página de busca.

Algumas regras simples que você pode seguir para a elaboração de títulos no seu site:

  • Crie um único título por página;
  • Este título precisa ser condizente com o conteúdo da página;
  • Ponha a sua marca no final do título (sempre que julgar a sua marca um diferencial);
  • Evite escrever uma série de diferentes termos separados por vírgulas.

Para ter boas ideias de títulos leia também o post “Como escrever títulos de posts que atraem cliques e conquistam visitantes”.

Meta Description

A Meta Description é um código inserido na página que não tem peso como fator de rankeamento. Isso significa que as palavras-chave que estão na descrição não serão as responsáveis por melhorar ou piorar o posicionamento de uma página no Google.

Em contrapartida, a meta-descrição é aquele fragmento que costuma aparecer na página de resultados. Seu intuito é mostrar para o usuário o que a página aborda, e convencê-lo de que vale a pena clicar no link para ler o conteúdo. Dessa forma, preencher a Meta Description com um texto atrativo e convincente pode aumentar muito a taxa de cliques quando seu site aparecer entre os resultados.

Algumas regras interessantes que você pode seguir para este elemento:

  • Para que uma pessoa clique em seu link, a meta-descrição precisa ser fundamentalmente chamativa, interessante, informativa, curiosa e com um toque de call-to-action;
  • A meta-descrição até pode, mas não é recomendado que contenha mais do que 160 caracteres em seu texto.

Veja mais sobre o assunto no post “Por que é importante editar a Meta Description das páginas e posts do seu site”.

URL (endereço da página)

Um outro elemento no qual o robô do Google faz a varredura de palavras-chave é o próprio endereço da página.

Portanto, é essencial que sua URL seja descritiva e que contenha a palavra-chave desejada, algo como “http://site.com.br/nome-do-post”. Evite criar URL’s com códigos como no modelo “http://site.com.br/ct136781xg19g37” ou também parâmetros como “http://site.com.br/?p=12447”.

Além do mais, muitos dos links que você receber terão o próprio endereço da página como texto âncora, o que de fato é também bastante relevante.

Imagens

Existem, basicamente, 3 itens que devemos verificar nas imagens de uma página quando estamos falando de SEO:

  • O nome de arquivo;
  • O texto alternativo (alt text);
  • O contexto.

Este três itens acima são responsáveis por ajudar o Google a determinar qual é o assunto da imagem inserida naquela página.

Primeiro, é importante que todas as imagens tenham nomes simples e diretos, ou seja, que descrevam a imagem unicamente pelo nome do arquivo.

home office

Exemplo: home-office.jpg ou macbook.jpg

Segundo, todas as imagens de uma página devem ter um texto alternativo (alt text) caso a imagem não seja exibida. É o preenchimento desse item que auxilia os programas de leitura de tela e o Google a entenderem o que a imagem representa.

E em terceiro lugar, cada imagem deve ser inserida em local apropriado, próximo ao conteúdo que ela retrata.

Evite incluir a imagem por Javascript ou posicionar com CSS para “deixar mais próxima” de um conteúdo. O Google sempre vai ler onde ela está em seu HTML para assimilar o assunto (texto) com a imagem, determinando assim o tema geral que é tratado na imagem.

Para saber onde encontrar imagens para suas páginas confira o post “47 bancos de imagens grátis (e pagos) que você deve conhecer”.

Headings

É possível determinar subtítulos no código de uma página, chamados também de Headings. Esses elementos indicam a prioridade de algumas partes da página sobre outras, variando entre H1 e H6, sendo H1 o conteúdo mais importante.

Os Headings são indicados por códigos <h1>, <h2>, <h3>, <h4>, <h5> e <h6>. Na maior parte dos casos, o H1 é destinado ao título da página, e os outros códigos para subtítulos, mantendo uma hierarquia de prioridades.

Ter a palavra-chave buscada dentro desses subtítulos também ajuda no fator de rankeamento do Google. O recomendado é que seja usado um único H1 por página e, se necessário, múltiplos H2 e H3. É esse o método que utilizamos aqui no blog da Resultados Digitais e que estamos utilizando, inclusive, nesse post. Enquanto o título é H1, os subtítulos do post são todos H2.

Textos simples

A utilização de uma determinada palavra em seu conteúdo potencializa as chances de que o Google exiba sua página como resultado para quem busca aquela palavra. Por exemplo, mencionando “Aulas de violão” em um texto, a chances de sua página aparecer para esta consulta aumentam.

Por outro lado, o uso excessivo e exagerado de uma mesma palavra pode confundir os usuários. O Google não aprova esse tipo de conduta, e é bem provável que seu site sofra algumas consequências, como uma queda na exibição de sua página nos resultados de pesquisa.

Você pode estar agora se perguntando qual é o número ideal para repetir um termo. Na verdade, o limite é o bom senso. É necessário repetir os termos escolhidos algumas vezes, mas nunca de forma que isso prejudique a experiência de leitura do usuário, ou que pareça descaradamente antinatural.

Na dúvida, faça as seguintes perguntas:

  • Cito a palavra-chave no conteúdo?
  • Em quantidade razoável?
  • Os usuários ficam satisfeitos com a quantidade de ocorrências?
  • Utilizo variações parciais?
  • Utilizo sinônimos?

Linkagem Interna

Toda a internet é composta por nada mais nada menos que links. Os usuários navegam o tempo todo por links assim como os robôs de cada motor de busca. Sabendo disso, os motivos para o seu site possuir uma linkagem interna bem aplicada, tornam-se simples. Alguns deles são:

  • Melhorar a navegação do usuário;
  • Facilitar o conhecimento de novas páginas para os motores de busca;
  • Relacionar páginas que abordam assuntos semelhantes;
  • Distribuir de forma estratégica a força vinda de links externos por todo seu site.

Saiba mais sobre a relevância desse elemento no post “Por que é importante usar links internos em posts”.

Sitemap.XML

Existem muitas ações que podemos realizar em nossos sites que facilitam a leitura e interpretação do site para os robôs dos motores de busca. Uma importante delas, é a criação do sitemap.xml. Quando se cria e envia um sitemap.xml, você consegue aumentar as chances do buscador conhecer todas as suas páginas. Nos benefícios dessa prática, incluem-se:

  • O tempo de indexação de suas páginas torna-se menor;
  • URL’s com má linkagem interna que dificilmente seriam encontradas pelo processo padrão de rastreamento dos motores de busca, passam a ter grande possibilidade de serem descobertas.

Para se aprofundar mais sobre o assunto assista ao vídeo “RDicas #08 – Sitemap: O que você precisa saber”.

Conclusão

Todas as técnicas de SEO On-Page citadas nesse post são fundamentais para que seu site tenha uma boa otimização em relação aos mecanismos de busca.

Mas vale lembrar que isso é ainda um básico. Há várias outras formas mais avançadas de você otimizar o seu site e melhorar ainda mais o seu tráfego orgânico. Foi pensando nisso que, junto com a Agência Mestre, produzimos “O Guia Completo de SEO em 2015 e além”, que você pode baixar aqui gratuitamente.

Por fim, existe também uma funcionalidade no RD Station, o software de Marketing Digital da Resultados Digitais, que permite com que você monitore as palavras-chave de uma determinada página em um painel, já trazendo as informações de volume, concorrência e posição ao longo do tempo.

O RD Station possui um período de testes. Caso deseje avaliá-lo gratuitamente, acesse este link.

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