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Por que fazer conteúdo em vídeo (notas da IMS – parte III)

Continuando a série de posts da Inbound Marketing Summit 2011, agrupei minhas notas de duas sessões sobre produção de conteúdo em vídeo.

São incontáveis os analistas que dizem que conteúdo em vídeo vai tomar conta da Internet nos próximos anos. No entanto, a “pegada” principal no evento nem era a macro-tendência em si: era a maior facilidade da produção e consumo deste tipo de conteúdo e como vídeo influencia na atração de prospects e conversão em Leads e clientes.

Por que produzir conteúdo em vídeo

Uma das palestras foi feita pela Steve Garfield, referência sobre o tema e autor do livro Get Seen.

Antes de ser chamado ao palco, Steve foi precedido por Nick Saber, presidente da “The Pulse Network”. Nick fez uma introdução interessante ao tema. Disse que, quando questionou pessoas como Chris Brogan para saber quanto de conteúdo uma empresa B2B deve produzir, segundo Chris com 2 ou 3 novos conteúdos por semana era possível reter e engajar os clientes/Leads atuais, mas para crescer rapidamente a base era necessário produzir de 2 a 3 novos conteúdos por dia!

Como todos sabemos, é inviável articular internamente dentro da empresa para que pessoas da parte de cima da organização (presidente, diretores, etc.) escrevam artigos com tanta frequência. A saída para isso seria usar vídeo, um tipo de conteúdo que é muito mais fácil e rápido de se criar.
Trocando em miúdos, é muito mais factível conseguir que um CEO sente e grave um vídeo de 10-15 minutos toda semana do que pedir para que ele(a) gaste 4 horas por semana escrevendo artigos.

Como produzir conteúdo em vídeo de forma simplificada

Aqui entra a fala de Steve Garfield. Sua mensagem foi bastante direta: criar vídeos é fácil e simples. Para provar isso ele convidou a plateia para uma brincadeira: quebrar o recorde mundial de número de vídeos sendo gravados e publicados ao mesmo tempo. Confira abaixo:

O intuito principal na verdade era mostrar como a produção de conteúdo em vídeo não é um bicho de sete cabeças. Segundo ele, você precisa de basicamente três coisas para um bom vídeo:
1- Câmera: Uma boa opção é uma câmera portátil (como a Flip Cam, por exemplo), mas muito provavelmente a que está no seu bolso (celular) já resolve a maioria dos casos.
2- Edição: Hoje há maneiras bastante fáceis de editar um vídeo, mas Steve vai além e propõe que, para simplificar, as pessoas deveriam produzir conteúdo no formato “One Shot”, ou seja, sem edição.
3- Roteiro: Uma sequência simplificada do que cobrir durante a gravação. Steve sugere um modelo de cinco passos: Introdução, Onde, O que, Ação e Fechamento. (no

Para quem quiser ter uma prévia do conteúdo do Get Seen, vale a pena conferir essa resenha do livro no blog do Miguel Cavalcanti.

O vídeo da palestra do Steve Garfiel junto com a introdução do Nick Saber está a seguir:

No próximo post da série repassarei dicas mais específicas sobre produção e uso de vídeo para Conversão dentro do site.

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