Marketing de Conteúdo

Marketing de Conteúdo

Marketing de Conteúdo é a estratégia de produzir conteúdos interessantes para seu público-alvo, que o auxilie em todo processo de compra e o atraia para você de forma natural e espontânea.

O que é Marketing de Conteúdo

Ao começar uma estratégia de Marketing Digital, todo profissional de marketing encontra essa frente chamada Marketing de Conteúdo. Mas o que significa Marketing de Conteúdo, afinal de contas?

Indo direto ao ponto, Marketing de Conteúdo é todo o conteúdo feito para educar, informar ou entreter um futuro cliente. É o combustível do Inbound Marketing.

A ideia consiste em informar as pessoas para fazer com que futuramente elas não só respeitem a sua marca e a tenham como referência, mas também se tornem clientes de sua empresa.

Podemos dizer que o significado de Marketing de Conteúdo é relativamente novo. Somente nesse novo século que esse conceito foi forjado e que estudos, análises e experimentos começaram a ser realizados.

No entanto, suas aplicações já aconteciam antes mesmo da era digital. Sim, Marketing de Conteúdo offline existe. E faz tempo!

Mas como assim? Marketing de Conteúdo não é parte do Inbound Marketing? Como poderia existir antes da ascensão da internet?

Vamos contextualizar historicamente com um exemplo clássico.

Em 1895, a John Deere, empresa líder no segmento de máquinas agrícolas, publicou a primeira edição da revista “The Furrow”. A publicação segue em circulação até hoje e é focada em assuntos relacionados à agricultura.

Com essa revista, a John Deere ousou, e optou por compartilhar conteúdo com o público interessado em agricultura em vez de simplesmente criar anúncios “empurrando” os produtos que são fabricados pela empresa.

É verdade que nem todos os leitores da revista possuíam tratores da John Deere, mas ao consumir a informação da marca, poderiam descobrir dores que julgavam ser inexistentes até então. E ao sentir a necessidade de fazer uma compra, optariam por uma marca de confiança.

Ou seja, a revista cumpre exatamente o propósito do conceito: educar o público, ganhar autoridade no assunto e influenciar na decisão de compra. É um dos primeiros registros de Marketing de Conteúdo, e desde então, várias marcas têm feito o uso da prática.

Resumindo: Marketing de Conteúdo é falar sobre seu nicho de mercado. Diferente de um release de uma assessoria de imprensa ou do marketing tradicional, não é sobre o que sua empresa faz, mas sobre o que seus clientes precisam!

Para que serve o Marketing de Conteúdo

Ok, agora que já falamos sobre o conceito de Marketing de Conteúdo, é possível que você se pergunte: por que devo produzir conteúdo se posso criar anúncios mostrando o meu produto?

Se você ainda não entendeu quais as grandes vantagens de uma estratégia de Marketing de Conteúdo sobre uma estratégia de marketing tradicional, siga lendo os próximos tópicos. Afinal de contas, o Marketing de Conteúdo conseguiu atingir o que o marketing convencional não foi capaz.

Basta dar uma analisada nas empresas que estão utilizando Marketing de Conteúdo hoje. Aqui na Resultados Digitais, por exemplo, o conteúdo é o foco. É com materiais educativos e com o nosso blog de Marketing Digital que atraímos nossos clientes, ensinamos nossa metodologia e continuamos um relacionamento após a compra para que eles continuem conosco.

O blog, aliás, foi onde tudo começou aqui na Resultados Digitais. Antes mesmo de lançarmos o nosso software de Marketing Digital, o RD Station, já produzíamos conteúdo sobre o assunto nesse canal. Ele sempre foi e sempre será indispensável para o sucesso da empresa.

Mas não nos limitamos apenas a exemplos próprios. Analise grandes empresas do mercado, independentemente do segmento, e notem como elas estão usando isso a seu favor.

Red Bull, GoPro, McDonald’s, Vivo, Magazine Luiza, Samsung, Walmart, SalesForce, General Electric e outras gigantes do mercado já fazem Marketing de Conteúdo.

Dentre os vários objetivos do Marketing de Conteúdo, podemos destacar 6:

1. Aumentar sua visibilidade na internet

Marketing de Conteúdo tem ampla influência nas estratégias de SEO de um site. Sabemos que hoje não basta produzir conteúdo com palavras-chaves soltas em meio aos textos ou fazer link building em grande quantidade, mas sem qualidade.

O algoritmo de busca do Google se desenvolveu muito e já consegue perceber o que é um conteúdo relevante para o usuário. Dados como CTR na SERP, tempo de permanência na página e qualidade dos links referenciados no texto são analisados e influenciam no rankeamento.

Marketing de Conteúdo também serve como um canal de interação com sua marca para que os clientes possam conversar com sua empresa, tirar dúvidas e enviar sugestões.

Conseguir a atenção da audiência e fazer com que ela compartilhe seu conteúdo com seus seguidores nas redes sociais, por exemplo, é uma forma de publicidade espontânea.

Seja por meio de um blog, uma central de ajuda, um treinamento em vídeo ou nas redes sociais, o conteúdo que você cria pode ter alto potencial de engajamento.

É importante levar em consideração que, por mais extensa que seja sua base de Leads, nem todas as pessoas estão prontas para consumir seu produto ou seu serviço.

Isso não significa que elas nunca serão seus clientes. Em muitos casos, o que falta é um pouco mais de informação até que essas pessoas vejam valor no que sua empresa oferece e tenham estrutura/fit para poderem utilizar e ter uma boa experiência com seu produto ou serviço.

Por meio do Marketing de Conteúdo, é possível nutrir esses Leads com material relevante que irá prepará-los até que o momento ideal da compra possa chegar. Dessa forma, você não descarta diretamente um prospect despreparado, e sim posterga a compra para uma ocasião mais favorável.

O custo de aquisição de clientes (CAC) é, como o próprio nome revela, quanto sua empresa gasta em média para adquirir um cliente novo.

E se sua empresa investe em Marketing de Conteúdo e em SEO, naturalmente novos potenciais clientes acessarão seu site de forma orgânica e recorrente, sem que você precise se esforçar mais para isso.

Assim como o marketing mudou, o mesmo vale para a forma como o público enxerga as marcas e realiza compras.

Produzir conteúdo de qualidade faz com que sua empresa se torne autoridade no mercado e, consequentemente, ganhe confiança.

Uma empresa que está investindo tempo para produzir conteúdo gratuito para seus clientes e entregando valor para essas pessoas certamente será lembrada com muito mais força quando comparada a uma concorrente que não faz o mesmo.

Além do mais, ao falar sobre suas personas e não sobre sua empresa, você cria as chances de que esse público propague sua marca para sua rede de contatos, uma vez que, satisfeitos por terem problemas solucionados, poderão compartilhar seu conteúdo com seus amigos que possuem as mesmas dores.

Pode ser um FAQ, uma central de ajuda, um treinamento online ou mesmo um fluxo de Email Marketing focado para o cliente. Ou seja, fazer Marketing de Conteúdo para o cliente é uma força considerável para garantir a retenção e fidelização.

A boa experiência em um pós-venda é fundamental para que seu cliente continue utilizando os serviços ou produtos da sua empresa mais tempo.

Como o Marketing de Conteúdo tem ajudado o mercado

Como o Marketing de Conteúdo tem ajudado o mercado

O Marketing de Conteúdo tem garantido seu espaço no mercado brasileiro nos últimos anos. Contudo, apesar do crescimento, o percentual de empresas que utilizam a metodologia ainda é baixo.

Se formos mais a fundo e analisarmos quantas empresas documentam a estratégia, o valor é ainda menor. Ou seja, não é tarde para sua empresa iniciar agora mesmo a trabalhar em uma estratégia de Marketing de Conteúdo.

Vamos utilizar a ContentTrends 2016, pesquisa realizada pela Rock Content no ano de 2016 com mais de 2.725 participantes de diversas indústrias e áreas de atuação do Brasil.

Alguns dos principais insights que a pesquisa gerou foram:

  • Empresas que adotam Marketing de Conteúdo geram 4x mais visitas e 5x mais Leads;
  • Empresas que publicam conteúdo no blog têm 3,7x mais visitas;
  • Empresas que publicam mais de 12 conteúdos por mês geram o dobro de tráfego em seu site;
  • 50% das empresas brasileiras aumentaram os investimentos em Marketing de Conteúdo entre 2015 e 2016;
  • 67% das organizações pretendem aumentar seus investimentos em Marketing de Conteúdo em 2017;
  • 74,8% das empresas afirmaram que o número de conteúdos publicados cresceu entre 2015 e 2016.

Como fazer Marketing de Conteúdo

Como fazer Marketing de Conteúdo

Marketing de Conteúdo sem uma estratégia bem arquitetada não é o suficiente para gerar o máximo de resultados. O método tem resultados comprovados, mas é preciso disponibilizar um tempo para planejamento e estratégia.

Existem várias formas de aplicar e executar uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo. Algumas formas podem ser:

  • Blog;
  • Conteúdos Ricos;
  • Vídeos;
  • Redes Sociais;
  • Email Marketing.

Como você pode perceber, Marketing de Conteúdo não é só escrever um texto em um blog ou criar um post no Facebook e aguardar que os resultados apareçam de forma mágica em sua mesa.

Você precisa pensar o que escrever, quando publicar, em qual canal promover, qual formato usar, qual persona atingir e qual resultado pretende alcançar.

Tendo os objetivos mapeados e as metas definidas, aí sim você pode começar a esperar bons resultados ao trabalhar com Marketing de Conteúdo.


Blog

Blog

Criar um blog para seu negócio é uma ação primordial para uma estratégia de Marketing de Conteúdo eficaz.

Muitas pessoas podem pensar que, com a popularização das mídias sociais, o blog é um elemento ultrapassado. Porém, não só no caso da Resultados Digitais, mas também com o exemplo de centenas de clientes que temos, o blog tem provado ser um canal espetacular.

Isso acontece pois só com um blog em um domínio próprio é que você consegue ter total controle em todas as ações de Marketing de Conteúdo.

Um blog é a forma mais comum de atração na internet. Com bons conteúdos e uma boa otimização em SEO, o blog é a melhor maneira de você conseguir tráfego. Um bom relacionamento via Email Marketing e mídias sociais também auxilia na geração de tráfego para seu negócio.

Muitas vezes, o blog é a porta de entrada de futuros clientes. Portanto, é importante que o blog de sua empresa seja relevante e conquiste a atenção do usuário. Só assim esse usuário se tornará um Lead e, futuramente, um cliente.

Se você já possui um blog ou está pensando em criar um para seu negócio, é importante tomar cuidado com alguns pontos na hora de colocar em prática esse tipo de plano:

Tenha cadência nas postagens

Para descobrir qual a periodicidade ideal para a sua empresa, leve em consideração o tamanho dela, sua concorrência e a equipe disponível para produzir conteúdo – é importante que a frequência de publicação de posts não afete a qualidade do material.

Outro fator importante é manter um padrão e um calendário de posts. Ser regular ajuda a ter visitantes retornando ao seu site. Se você somar esses retornos a novas visitas diárias, verá que vale a pena manter essa regularidade.

Uma das formas de manter uma audiência fiel é justamente fazer com que ela entenda a periodicidade de posts do blog. Seus visitantes acharão estranho se você postar duas vezes em uma semana, dez vezes na semana seguinte, uma vez na terceira semana e novamente dez vezes na próxima semana.

É verdade que estudos mostram que, quanto mais publicações novas, mais chances seu blog tem de se destacar perante à concorrência. No entanto, isso só ocorre se o aumento de quantidade não for afetar a qualidade. Aqui, o índice qualitativo vem sempre antes do quantitativo.

Portanto, o mais importante é ser regular. Seja com posts diários, semanais ou quinzenais, o recomendado é manter essa frequência para que sua audiência saiba como funciona o blog de sua empresa e perceba que tudo está sendo feito de forma organizada.

Planejamento de Pautas

Para a máxima eficácia da sua estratégia de Marketing de Conteúdo, os temas que serão abordados no blog não podem ser aleatórios. Um dos segredos para um blog de sucesso é justamente não fugir do tema central.

Faça uma previsão de quantos posts por mês ou semana você pode produzir para seu blog sem torná-lo repetitivo ou desgovernado. Se o seu blog for de um nicho extremamente específico, por exemplo, talvez seja mais difícil encontrar assuntos diários.

A principal dica é criar um planejamento de pautas com antecedência, baseado nos problemas que sua persona enfrenta e nos diferentes estágios da Jornada de Compra. Dessa forma, você consegue prever quais serão os próximos assuntos, organizar melhor o conteúdo de seu blog e, ao mesmo tempo, manter o foco editorial e a diversidade de temas.

Leve também em consideração a procura no Google pelo tema sobre o qual deseja escrever. É importante dar prioridade àqueles que possuem busca, para que o seu blog seja encontrado mais facilmente.

Lembre-se de otimizar o texto para a Google

Depois de fazer um planejamento de temas e definir a frequência de postagens, é importante seguir as boas práticas de SEO para que suas publicações fiquem bem posicionadas nos resultados do Google. Afinal de contas, seu site precisa ser encontrado!

Defina uma palavra-chave para focar no post e siga algumas técnicas de otimização SEO On-Page. Há muitas formas de otimizar um post mas, resumindo bem a técnica, lembre-se de colocar a palavra-chave nos seguintes atributos:

  • Título do post;
  • Url do post;
  • Descrição do post;
  • Alt-text das imagens;
  • No mínimo em 1 Cabeçalho <H2> do texto.

Além do mais, é recomendado o uso da palavra-chave no início do texto e, diluidamente, ao longo do post.

Mas tome cuidado para não escrever o artigo apenas pensando na otimização para motores de busca. Pense também na experiência do usuário antes de publicar. O artigo irá ajudá-lo? É relevante para o problema que ele possui? O título condiz com o conteúdo?

É importante juntar SEO com a experiência do usuário, pois o algoritmo do Google está bastante avançado e já consegue identificar alguns critérios qualitativos do texto. Portanto, nada de encher o texto com palavras-chave desconectadas. É preciso haver sentido!

Diversifique o tipo de comunicação

Outro fator bastante importante para um conteúdo bem escrito é a estrutura. É fundamental colocar em mente que a leitura na internet é diferente da leitura de um livro, revista ou jornal.

Há muitas distrações na internet, e é comum que o usuário perca a atenção caso o texto não seja atrativo no início ou não seja escaneável.

Por exemplo, blocos de texto muito grandes, sem nenhum descanso para os olhos, costumam causar desconforto para o usuário.

Portanto, sempre que puder, enriqueça seu blog com subtítulos, listas, bullet points, negritos, itálicos, imagens, infográficos, vídeos etc.

Além de ser uma ótima forma de melhorar a experiência do usuário, é um hábito valorizado pelo Google.

Videoaula Marketing de Conteúdo: Boas práticas para Criação de Posts

Quando falamos de Marketing de Conteúdo, na maioria das vezes, a aplicação mais rápida e prática que na hora imaginamos é a criação de posts em blog. Sim, sem dúvida essa é uma das formas mais comuns e eficazes de Marketing de Conteúdo, porém é preciso ter em mente que redigir um conteúdo sem planejamento, simplesmente para cumprir um calendário, pode ser grande um tiro no pé. Existe uma série de passos que você precisa seguir para a construção de um ótimo post para blog. Sabendo disso, estamos disponibilizando para você agora uma videoaula de um de nossos cursos, sobre boas práticas para criação de posts. Confira!


Conteúdos Ricos

Conteúdos Ricos

A produção de posts no blog é muito importante para atrair visitantes ao seu site e tornar sua empresa uma referência no mercado, mas para uma estratégia de Marketing de Conteúdo completa, é necessário ter uma conversão intermediária para fisgar quem ainda não está no momento certo da compra.

É essa a função de um conteúdo rico: um material educativo que agrega valor para seus visitantes. Oferecendo esse tipo de conteúdo, sua empresa pode continuar educando seus potenciais clientes e preparando-os ao longo do tempo e, no momento certo, fazer a abordagem de venda.

Mas não basta criar esses materiais para que eles ajudem a educar prospects e tornem a sua empresa referência no mercado: é preciso divulgá-los de maneira correta e eficiente para conseguir Leads e, a partir daí, iniciar um relacionamento com esses Leads.

A forma mais eficaz de ofertá-los é através das Landing Pages, que são páginas voltadas para a conversão. Através delas, você pode oferecer o conteúdo e, em troca, pedir algumas informações de contato dos potenciais clientes, como nome, email, telefone etc.

E a produção desse material não precisa ser algo necessariamente trabalhoso: você pode começar oferecendo conteúdos que já possui e utiliza na sua empresa, como planilhas, templates, pesquisas/análises de mercado, artigos técnicos, checklists, glossários etc. Posteriormente, você pode produzir materiais pensados especificamente para responder dúvidas e curiosidades ou sanar dores dos seus potenciais clientes.

Alguns dos principais formatos de conteúdos ricos são eBooks, webinars, ferramentas, kits, infográficos e templates, dos quais falaremos mais detalhadamente abaixo.

eBooks

A produção de eBooks é uma ótima alternativa para conteúdos mais longos que poderiam ficar extensos demais para um post de blog. Eles transmitem uma imagem de autoridade no assunto, passando confiabilidade para seu público-alvo.

Isso porque escrever um eBook e organizá-lo exige muita pesquisa e conhecimento do tema. Além disso, ele organiza um determinado tema em uma sequência lógica de aprendizado, o que pode ser útil para quem está estudando um assunto em particular.

Esse tipo de formato também tem o benefício de ter uma “alta viralidade”, já que basta divulgá-lo nas redes sociais com imagens e um título atrativo que seus leitores provavelmente compartilharão (se o material realmente gerar valor para eles).

Outra vantagem é que ele é um formato relativamente barato de desenvolver, já que, ao contrário de outros conteúdos, exige pouca infraestrutura: basta fazer a pesquisa, escrever e diagramar. E mesmo que você não tenha noção de design, pode usar um dos templates de eBooks da Resultados Digitais para diagramar seu eBook.

Todas essas características peculiares dos eBooks fazem com que eles sejam uma das grandes táticas do Marketing de Conteúdo.

Webinars

Assim como os eBooks, webinars são um formato bastante difundido para a produção de conteúdo. Eles acabam tendo um toque mais pessoal, que aproxima mais o potencial cliente da empresa, e são uma ótima oportunidade de estabelecer contato com pessoas referência do seu mercado.

Também não possuem um custo muito alto: você pode gravar um webinar apenas com uma câmera amadora ou celular, um microfone e um computador para editar o vídeo – é claro que, quanto melhor for a produção, melhor a imagem que você vai passar da sua empresa.

Você pode oferecê-lo tanto ao vivo quanto gravado. Versões ao vivo tem como benefício uma maior proximidade com os interessados, já que você pode responder a perguntas na hora. Mas nada impede que depois você disponibilize esse webinar em uma versão gravada, para que ele continue gerando Leads ao longo do tempo.

Além disso, você ainda pode utilizar o que foi dito no webinar para criar outros formatos de conteúdo, como novos posts, eBooks, infográficos etc.

Ferramentas

Ferramentas ajudam seus prospects com problemas práticos, que muitas vezes não poderiam ser resolvidos só com a leitura de um eBook ou assistindo a um webinar. Elas têm um bom potencial de geração de Leads, pois, se são capazes de facilitar o trabalho do seu público-alvo, provavelmente vão gerar bastante engajamento.

Elas podem tanto ser parte do seu produto/serviço quanto algo totalmente novo. Caso sejam parte do seu produto/serviço, elas podem fazer o Lead avançar no processo de compra, pois dão uma “palhinha” de como a solução completa funciona.

Um exemplo é o nosso Funil do Marketing Digital, uma parceria entre RD e Contentools. A ferramenta dá uma ideia, para as duas empresas, do que os potenciais clientes poderiam explorar melhor nas suas ações e estratégias de Marketing.

Geralmente, criar ferramentas exige uma infraestrutura um pouco maior, pois você vai precisar contar com a ajuda de um profissional que saiba de programação. Em compensação, dificilmente sua ferramenta será copiada, já que é mais complicado reproduzir esse tipo de conteúdo do que um post, por exemplo. Isso torna as ferramentas uma bela forma de diferenciação.

Kits

Kits são um formato de conteúdo rico que reúne dois ou mais materiais sobre um mesmo tema, ou destinados a uma audiência específica.

Um grande benefício dos kits é que, se você já trabalha com a produção de conteúdos ricos, eles podem ser simplesmente a junção de materiais que você já tem, otimizando os esforços da equipe de conteúdo.

Por isso mesmo, costumam ter um baixo custo de produção, pois você só precisa adaptá-los para um novo lançamento, criando novas Landing Pages, Thank-you Pages, emails, imagens etc.

Mas mesmo que você decida criar um material totalmente novo, o kit pode ser muito atrativo para os interessados e ter um bom custo-benefício, já que chama a atenção pela quantidade de conteúdo sendo ofertada gratuitamente.

Além disso, também auxiliam quem está aprendendo sobre determinado assunto, já que costumam reunir o que você oferece de mais interessante sobre o tema.

Infográficos

Infográficos são a união de informações nos formatos visual e escrito, com gráficos e dados destacados para facilitar o entendimento de uma mensagem.

O infográfico como estratégia de Marketing de Conteúdo pode ser tão eficiente como material rico porque facilitam a leitura através de informações visuais, principalmente quando há muitos dados numéricos ou é necessário explicar algum processo com um passo a passo. Além disso, podem atrair mais Leads porque costumam exigir menos tempo do que ler um eBook ou assistir a um Webinar, por exemplo.

Apesar de parecer complicado, desenvolver um infográfico pode ser simples até para quem não tem muita familiaridade com softwares de edição e criação de imagens, pois há diversas ferramentas, muitas delas online e gratuitas, que podem ajudar você nessa tarefa, como o Canva.com.

Templates

Templates são, basicamente, modelos de planilhas, apresentações, listas e outros materiais prontos para o uso, que, assim como as ferramentas, facilitam na execução de alguma tarefa dos seus prospects. Na Resultados Digitais, por exemplo, temos:

Como têm uma aplicação bem prática, os templates são muito bons para atrair Leads qualificados. Por isso, lembre-se de criar templates autoexplicativos ou que possuam um material de apoio para serem bem utilizados.

Além disso, eles são mais fáceis de criar do que se imagina. Afinal, muitas empresas já utilizam templates em seus processos internos, e podem ofertá-los sem ter que mudar praticamente nada.


Vídeos

Vídeos

O vídeo é outro formato que, quando aplicado dentro de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, pode ser extremamente valioso para sua empresa.

É um formato que está se popularizando cada vez mais, e muito em virtude da facilidade que é hoje criar um vídeo. Algumas empresas sequer possuem câmeras profissionais, e utilizam webcams ou celulares para gravações.

Os vídeos estão tão em alta que hoje, em 2016, 50% de todo o tráfego mobile da internet já é composto por eles. Mais: ter um vídeo em uma página de produto aumenta em até 85% a intenção de compra, por reforçar a confiabilidade do produto para o cliente.

Algumas dicas para você usar vídeos em sua estratégia de marketing de conteúdo são:

Uso de vídeos no Blog

O blog é o principal meio no qual o conteúdo produzido pela sua empresa será divulgado e, quando pensamos nele, o primeiro formato de conteúdo que nos vem à mente costuma ser o texto.

De fato, esse formato é o mais comum, mas não devemos nos esquecer das possibilidades que os vídeos apresentam.

Existem diversas formas de usar vídeos como conteúdo para blogs. Uma delas é criando uma série de pequenos vídeos que cubram um certo tópico, porém que não sejam extensos o suficiente para se tornarem um webinar.

Um exemplo disso é o RDicas, a série de vídeos curtos sobre SEO da Resultados Digitais.

Uso de vídeos nas redes sociais

Outra boa prática é utilizar vídeos em redes sociais. Há as redes sociais próprias para vídeos, como Youtube, Vine e Periscope, e as redes sociais multiconteúdo, como Facebook, Twitter e Instagram, que também oferecem o vídeo como um formato de publicação.

Há várias formas de sua empresa criar conteúdo em vídeo nas redes sociais. Você pode criar teasers que direcionam o usuário para uma página, minivídeos explicativos sobre um determinado tema, demonstrações de um produto, estudos de caso, transmissões ao vivo e mais.

Vídeos funcionam muito bem nas mídias sociais. Dentro do Facebook, por exemplo, é o formato de publicação que gera o maior alcance, como falamos no post Por que publicar vídeos no Facebook.

Canal de vídeos e media center

Pensando no contexto maior do Marketing Digital, é possível ir além e fazer algo focado em conversão. Para isso, ter um repositório de vídeos da sua empresa é uma excelente forma de se posicionar e gerar resultados.

Quando pensamos em fazer um canal de vídeos como estratégia de Marketing de Conteúdo, é bem comum já vir à nossa cabeça um canal em plataformas gratuitas de massa, como Youtube, Vimeo e Daily Motion. E aproveitar a audiência que esses canais possuem de fato é algo atrativo, principalmente quando estamos com o objetivo de atrair visitantes para o site.

Acontece que essa nem sempre é a melhor opção: é possível dar um passo adiante e tornar esse canal de vídeos, ou media center, em um canal da sua empresa, como o próprio site. Isso é algo bem mais interessante para se posicionar como referência e evitar alguns problemas clássicos trazidos pelas plataformas gratuitas, tais como perda de atenção e publicidade de terceiros.

Existem ferramentas nacionais e internacionais que ajudam você a aprimorar as possibilidades de conversão através de vídeos.

Os preços variam e a entrega de valor também. O importante é escolher aquela que mais possa gerar negócios para sua empresa, que cumpra a necessidade tecnológica do seu momento e, obviamente, que valha o custo-benefício.


Redes Sociais

Redes Sociais

As redes sociais são ótimos canais para sua empresa fazer Marketing de Conteúdo. São canais multifunções dentro do Marketing Digital, isso porque podem funcionar tanto para atração como para relacionamento e, em alguns casos, até mesmo a venda.

Há muitos motivos para que sua empresa esteja presente nas redes sociais. Por exemplo:

  • Para muitas pessoas, é o principal canal usado para consumir conteúdo, informação e entretenimento;
  • É um canal barato e que pode render resultados até para quem não impulsiona suas publicações;
  • Tem alto poder de disseminação de conteúdo e de viralização;
  • É um canal para relacionamento com clientes e fãs, tanto por mensagens inbox como nas próprias publicações públicas;
  • É uma poderosa fonte de tráfego e de geração de Leads para o site de sua empresa.

Com certeza ainda existem mais vantagens. Portanto, manter presença nas redes sociais é fundamental.

Agora, quando falamos de conteúdo, uma alternativa interessante é usar as redes sociais não só para promover o que sua empresa produz para o blog ou para o site, mas também usá-las para produzir conteúdo diretamente na plataforma, em formatos diferentes do que é publicado no blog.

As maiores redes sociais hoje são multimídias, o que permite que sua empresa possa produzir textos, infográficos, montagens, vídeos, transmissões ao vivo, concursos, fotografias, gifs e o que mais sua criatividade permitir.

Note que falamos em redes sociais, no plural. Ou seja, fazer Marketing de Conteúdo nas redes sociais não é somente criar uma página no Facebook e ficar postando sem parar.

Redes Sociais não é só Facebook

É verdade que o Facebook é a maior rede social do planeta. Em 2016, atingiu a incrível marca de 1,65 bilhão de usuários ativos no mundo todo. No Brasil, esse número é de 92 milhões de pessoas, ou 45% da população brasileira.

Em um primeiro momento, pode parecer que, de acordo com esses dados, estar somente no Facebook é o suficiente para sua empresa ter sucesso nas redes sociais.

No entanto, é justamente o contrário. Estar no Facebook não é um diferencial, é o básico. E para se destacar em meio a tantas outras empresas e produtores de conteúdo, é preciso trabalhar de forma bastante estratégica e criativa.

Uma forma interessante é justamente estar aberto a outras oportunidades e produzir conteúdo também em outras redes sociais.

Instagram, Twitter, LinkedIn, YouTube, SlideShare, Snapchat, Tumblr, Google Plus, Periscope, Pinterest: todas essas mídias podem dar resultado para sua empresa. Tudo o que você precisa é muita dedicação, conteúdo de qualidade e publicação frequente.

Para começar o processo de escolha das redes sociais nas quais sua empresa deve estar presente, é importante identificar onde seu público-alvo ideal está e de que forma sua empresa pode compartilhar conteúdo relevante com ele. Conversar com alguns clientes atuais e potenciais pode ser uma boa forma de descobrir o que eles estão usando no dia a dia.

Além disso, mesmo que sua empresa não vá atuar de forma ativa em todas elas, é importante criar os perfis nas redes para reservar o nome, evitando que apareçam páginas ou perfis com o nome de seu negócio.

Para entender melhor, sugerimos a leitura desses dois posts:

Não seja um vendedor inconveniente

Na maioria das vezes, as redes sociais não são um ambiente onde as pessoas estão querendo ser abordadas por postagens corporativas e vendedoras.

E como estamos falando de Marketing de Conteúdo, o ideal é que sua empresa use as redes sociais para primeiro criar um relacionamento com seu público e depois ir trabalhando suas ofertas de forma arquitetada e sutil.

Lembre-se que o fã que está seguindo sua empresa nas redes sociais pode até ser um cliente ou um consumidor do seu produto ou serviço, mas nem sempre ele vai estar consumindo sua solução. Ou seja, para mantê-lo engajado com sua empresa, crie conteúdo para ele e faça ofertas na hora certa!

Mensure os resultados

Sempre que possível, analise o desempenho do seu trabalho nas redes sociais. Isso vai ajudar a identificar oportunidades e melhorar o que não tem dado certo.

Mas como medir resultados? Quais são as métricas realmente importantes das redes sociais?

É bastante normal encontrar empresas focando o sucesso de uma estratégia de Marketing de Conteúdo no número de curtidas, compartilhamentos e comentários das publicações, e esquecendo que o engajamento de nada adianta se não houver a geração de oportunidades de negócio.

É importante deixar claro que de forma alguma estamos dizendo que essas métricas não devem ser acompanhadas. Sim, elas devem ser monitoradas pois, indiretamente, ajudam no alcance que a sua publicação terá.

Publicações com mais curtidas, comentários e compartilhamentos são entendidos pelas redes sociais como conteúdos de qualidade, e por isso as redes sociais dão destaque para elas.

Contudo, o enfoque deve ser em métricas que podemos chamar de diretas, ou seja, que mostram o interesse da audiência em continuar interagindo com a sua empresa.

Funil das métricas de redes sociais, dividido em três etapas: Impressões, Cliques e Conversões.

Impressões:
A primeira etapa do funil das mídias sociais representa o número de vezes que a sua publicação foi visualizada. Sempre procure otimizar suas publicações para que elas sejam vistas cada vez mais vezes pela sua audiência. Algumas variáveis controláveis podem aumentar as impressões da sua página e, consequentemente, aumentar o topo do seu funil, como horário e formato da publicação;
Cliques:
Essa é uma métrica muito importante para medir o desempenho das suas postagens, afinal, o objetivo que compete somente à gestão de mídias sociais de uma empresa é gerar tráfego para outros canais específicos de geração de oportunidades de negócio. Você deve otimizar ao máximo suas postagens para que sua audiência clique cada vez mais nelas e, posteriormente, seja convertida em Leads;
Conversões:
O número de conversões de visitantes em oportunidades de negócio deve ser a sua principal métrica a ser acompanhada neste processo. Apesar de a conversão não depender única e exclusivamente do trabalho feito em mídias sociais, ela é uma métrica que mostra a efetividade do canal, ou seja, a quantidade dos seus Leads que foram gerados pelas mídias sociais.

Aproveite a oportunidade de interação com seu público

As redes sociais são locais em que você pode e deve estabelecer uma comunicação mais pessoal com seu público-alvo.

Aproveite essa oportunidade ao máximo, pois isso pode ser um diferencial de sua estratégia.

Responda os comentários que seus fãs fazem para que eles se sintam privilegiados. É uma forma rápida e fácil de fidelizar os fãs que você já tem e, até mesmo, transformá-los em advogados da sua marca.

Além do mais, geralmente a interação com o público gera bons insights para novas ações de Marketing de Conteúdo. Aproveite o que seus fãs têm a dizer e faça com que eles sintam que estão participando de suas publicações.


Email Marketing

Email Marketing

O Email Marketing tem sido o carro-chefe de muitas empresas que sabem utilizá-lo. Hoje, o canal vai muito além do envio de mensagens ou notificações: é uma boa forma de espalhar conteúdo, atrair novos visitantes e aprofundar relacionamentos com a base de contatos. Por ser um canal ágil e de baixo custo, é útil para vários tipos de negócios e tamanhos de empresas que desejam aplicar Marketing de Conteúdo e outras estratégias de marketing.

Separando seus contatos por áreas de interesse (conteúdos acessados ou baixados no seu site, que indiquem de que tipo de produto ou serviço ele possa estar precisando), é possível entregar mensagens com as ofertas certas para o potencial cliente, aumentando consideravelmente a taxa de conversão. Isso traz resultados importantes no nível de engajamento, além de ser fundamental para guiar seus prospects em direção à venda.

Além do envio de newsletters e da divulgação de novos materiais por meio de emails promocionais, sua empresa pode investir em uma estratégia de nutrição de Leads. Use cada email para educar e motivar os seus clientes potenciais ou informar sobre suas ofertas – de conteúdos, serviços ou produtos.

Apesar desses benefícios, quando o Email Marketing é feito de maneira errada, pode deixar uma impressão equivocada sobre sua qualidade. Por isso, alguns cuidados importantes devem ser tomados.

Não compre lista de email

A compra de listas de emails pode parecer vantajosa, mas existem muitos motivos para não investir nessa prática.

Primeiro porque as pessoas da lista não conhecem sua empresa e não demonstraram interesse nela, então não fazem ideia de como você conseguiu o email. Isso causa uma impressão muito ruim no momento do recebimento da mensagem.

O segundo motivo é que temos visto a explosão das mídias sociais, que deram voz e poder ao consumidor. Hoje a empresa fica mal vista não só por quem recebeu o spam, como também por todos os amigos dessa pessoa, caso ela use seu perfil para reclamar.

Em terceiro lugar, os serviços de email estão ficando mais inteligentes. Há uma boa chance de muitos usuários marcarem sua mensagem como spam e, ao fazerem isso, a reputação da empresa fica prejudicada. Dessa forma, os próximos envios têm grandes chances de cair direto na caixa de spam, e mesmo as pessoas que gostariam de receber algo da sua empresa não verão o seu email.

Além disso, geralmente essas listas têm muitos emails que não existem ou que foram desativados. A qualidade também é ruim em termos de público-alvo, pois para “engordar” a lista e tentar fazê-la valer mais, são incluídos todos os tipos de email. Assim, entram perfis que não possuem qualquer relação com o serviço ou produto oferecido pela sua empresa.

Gaste esforços na segmentação

Enviar o email certo para a pessoa certa traz o máximo de aproveitamento da sua base de contatos. Para isso, o primeiro passo é ter informações, que podem vir de muitos lugares – para quem trabalha com Marketing Digital, o mais comum é que venham das Landing Pages.

Desse modo, é muito importante que, ao criar uma Landing Page, sejam definidas quais as perguntas a serem feitas, ou seja, as informações mais relevantes e que ajudarão sua empresa a fazer uma segmentação melhor.

Com as informações em mãos, o próximo passo é pensar no processo como um todo – não somente para criar campanhas, mas para o próprio lançamento dos materiais. É comum que empresas definam a oferta antes do público. Não há nada de errado nisso, porém, quando há informações sobre a base de Leads, fica mais fácil fazer uma oferta especificamente para um público bem segmentado.

Para ajudar no processo, pode-se fazer uma boa integração entre os serviços que sua empresa utiliza e mantê-la sempre atualizada ou usar uma plataforma de Marketing Digital mais completa, que possui a maioria das ferramentas necessárias já integradas entre si.

Não envie um “email imagem”

Outra prática que causa resultados negativos na sua campanha de Email Marketing é colocar todo o conteúdo da mensagem em uma única imagem. Isso porque a maioria dos principais serviços de email – como Hotmail, Yahoo e Outlook – possui um bloqueio padrão de segurança para exibição de qualquer formato de imagem que esteja em um email.

Com a internet cada vez mais abundante de informações, é raro que os usuários tenham disponibilidade de tempo e interesse a ponto de autorizar a exibição para só então descobrir do que o email trata. É preciso que o email mostre a que veio logo de cara. Ao usar apenas uma imagem, muitos destinatários irão ignorar o email, ou ainda deletá-lo ou marcá-lo como spam.

A melhor forma de se certificar de que a mensagem do email será transmitida ao destinatário, mesmo que este não autorize a exibição das imagens, é utilizar um template de email em HTML com uma boa distribuição entre textos e imagens com alt tags, sempre colocando um texto que descreva a imagem.

Preocupe-se com a frequência

Determinar a frequência ideal de emails é algo muito importante na hora de usar Email Marketing, pois ela é um dos elementos responsáveis pelos resultados das suas campanhas no longo prazo.

Um alto volume de emails pode ter um alcance maior e até gerar mais vendas na hora, mas costuma também incomodar os leitores e causar uma gradual queda dos assinantes da lista.

Por outro lado, mandar poucos emails pode “esfriar a relação” e subaproveitar o potencial do canal, além de causar estranheza ao leitor quando o email chega.

Para ajudar a encontrar o ponto ideal, pense no objetivo do email. Se você quer informar os eventos da semana, por exemplo, a frequência é semanal. Para casos em que a ideia é manter um relacionamento ou promover algo atemporal, no entanto, é preciso ter mais informações e deve-se partir para o próximo passo.

Converse com os assinantes. Esse trabalho “investigativo” é essencial na definição da frequência, até porque, como as consequências disso vêm em longo prazo, é muito mais difícil fazer testes para descobrir a melhor frequência do que para o melhor horário.

Fique atento também à quantidade de pessoas que cancelam a assinatura. Se você perceber que a taxa de pessoas cancelando a assinatura da sua lista é alta, é hora de parar e rever sua política de envio.

Não defina uma frequência ideal, mesmo que tenha sido a escolhida pelos seus clientes, se não for tempo suficiente para você selecionar ou produzir conteúdo relevante. Se o conteúdo enviado não é relevante, vai ser muito fácil as pessoas se cansarem e se descadastrarem da sua lista.

Mensure os resultados

Depois de enviar os emails, é importante mensurar os resultados para ver o que é preciso alterar, testar e melhorar. Para isso, algumas métricas, como as taxas de crescimento da lista, de abertura, de cliques e de descadastros devem ser observadas.

A taxa de crescimento da lista é o percentual de novos emails em relação ao total da lista. Essa métrica permite observar como anda a construção de uma base relevante como ativo de Marketing Digital. Uma taxa ruim pode significar que sua empresa precisa investir mais em iscas para a obtenção de emails.

Já a taxa de abertura é o número de pessoas que abriram a mensagem dividido pelo número de pessoas que a receberam. Apesar de não ser muito precisa (há algumas distorções técnicas), a taxa de abertura é uma métrica muito importante para indicar a qualidade do assunto escolhido para o email e o melhor horário de envio.

A taxa de cliques é um dos itens mais importantes e, por isso, muitas empresas se importam unicamente com ela. Mas analisá-la de forma exclusiva e separada não mostra onde está o problema. Um email com baixa taxa de abertura obviamente tende a ter menos cliques.

Quando mensuramos também a taxa de cliques/aberturas, conseguimos identificar o problema de forma mais clara: vemos se não houve cliques porque o conteúdo é ruim (depois que o email foi aberto) ou se a taxa de abertura é que é ruim (e o problema está no assunto, horário de envio e histórico com a marca).

A taxa de descadastros por envio indica quantas pessoas optaram por sair da sua lista e reflete problemas na qualidade do conteúdo e/ou na frequência de envio. Um alto índice de descadastros é um alerta grande para sua empresa e indica necessidade de reformulação na política de Email Marketing.

Vale a pena analisar também qual é o impacto das ações no seu site – quantas visitas o email gerou e, principalmente, quantas conversões são realizadas por essa fonte de tráfego.

Dessa forma, é possível entender um pouco mais do valor de negócios proporcionado por esse tipo de ação:

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