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Como os aplicativos podem revolucionar os serviços da sua agência

O número de usuários de smartphones já atingiu a marca de 5,135 bilhões, e as previsões para o mercado de aplicativos mobile são otimistas. É hora de pensar em unir esse cenário ao da sua agência

Se antes eram um privilégio de grandes empresas, hoje os aplicativos se tornaram uma solução de comunicação para negócios de diversos portes. Para as agências, ter entre os serviços oferecidos a criação de aplicativos é um diferencial. Isso porque permite ao cliente fazer campanhas integradas que incluam apps.

Motivos para apostar nessa estratégia não faltam. Demanda também não. Segundo a Forbes, os gastos na App Store em 2019 devem passar de US$ 122 bilhões. E, se esse limite for ultrapassado, isso significará que as compras em lojas de apps estão crescendo cinco vezes mais que a economia global. 

No Brasil, a quantidade de pessoas acessando a internet por dispositivos móveis aumenta cada vez mais. O país já possui mais de 116 milhões internautas, o que corresponde a 64,7% da sua população total. Você ainda tem alguma dúvida de que esse mercado está crescendo? Eu não!

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Em qualquer um dos ecossistemas, a concorrência é grande e a chance de ser encontrado é baixa.

Isso só não vale para apps atrelados a marcas ou serviços que os usuários já conheçam muito bem. No caso, a busca orgânica é estimulada pela marca e não pela funcionalidade do app.

Para ações de marketing, isso funciona, mas aí surge um novo problema…

Desinstalação: a morte dos aplicativos nativos

O mercado projeta que os apps estão fadados à morte. Exemplos não faltam para dar base a isso.

Um levantamento da AppsFlyer mostra que no Brasil e na Argentina, para cada dois apps instalados, um é desinstalado. A taxa dos países vizinhos é a maior entre todas as Play Store.

A resposta são os Progressive Web Apps (PWA). Estes são apontados como “inimigos” dos chamados apps nativos, que são instalados no celular.

Como os PWAs não exigem instalação (rodam no navegador), podem ser ótimos para soluções momentâneas. Fazer check-in de um voo, comprar ingressos para o cinema, reservar lugares no restaurante etc.

Pense que esse tipo de atividade não é algo que fazemos rotineiramente. Não é como o WhatsApp, Facebook, Instagram ou Snapchat, que verificamos umas 50 vezes por dia.

Não vale manter um app instalado e consumindo espaço para fazer compras uma vez por mês.

Para outras atividades que tenham uso mais frequente e exijam mais acesso ao hardware, porém, os apps nativos se consagram com louvor.

É por isso que a tal “morte dos aplicativos” é algo que ninguém consegue visualizar nem a médio prazo.

Os apps nativos possibilitam recursos como realidade virtual e aumentada, uso de NFC (muito comum em pagamento e para a verificação de mercadorias), inteligência artificial, entre outros.

É por isso que cada vez mais as empresas buscam agregar funcionalidades importantes em seus apps, visando evitar a desinstalação. Na falta de memória interna, o usuário sempre vai buscar os apps que menos utiliza. Alguns modelos já fazem essa varredura automaticamente, como é o caso do iOS 11, que equipa vários modelos de iPhone, iPad e iPod. Ele desinstala automaticamente os apps menos utilizados, mantendo apenas o ícone (com uma nuvem do lado) e os dados do usuário.

O desafio então é tornar os apps realmente relevantes e/ou indispensáveis para os usuários.

É por isso que as agências devem investir em aplicativos que produzam engajamento nos usuários. É o caso daqueles que contribuem para o dia a dia de um profissional.

Exemplos de usos de apps

Muitas vezes, além da comunicação externa e do marketing, os profissionais de agência detectam falhas em outros processos:

  • Um time de vendas que não informa seus avanços na prospecção ou apresentação;
  • A equipe de promotores que não informa quantos consumidores tiveram contato com o produto durante uma ação;
  • Entregas que não são informadas nem para o consumidor, nem para o gestor;
  • Controle de pacotes e matéria-prima por pranchetas físicas;
  • Necessidade de formatar todos os dados gerados em campo para planilhas digitais

Esses são apenas alguns dos problemas que a maioria das empresas apresentam. E quanto mais o atendimento de uma agência se aproxima do negócio, mais fácil é detectar esses gaps.

Os aplicativos têm potencial para resolver esses e outros problemas de companhias que atuam com profissionais em campo.

Cases

Apps já se provaram a solução em diversas empresas, atuando como ponto de comunicação entre equipes em campo e a gestão.

Entre elas, podemos citar grandes empresas como a Vale, que criou uma loja de aplicativos interna para as demandas da operação, e a Copagaz que apostou nos apps feitos na uMov.me para otimizar a gestão de suas equipes de vendas e de distribuição dos botijões de gás doméstico.

Para Vicente Longatti, gerente Nacional de Vendas Empresariais da Copagaz, a solução de vendas mobile agilizou a tomada de decisões e o atendimento.

Assim que terminam as visitas [dos consultores aos clientes] já ficamos sabendo das necessidades demandadasressalta.

O caso da Transportadora Plimor também é emblemático: os aplicativos corporativos foram responsáveis por dar início à Transformação Digital da empresa. É possível conferir o processo atual da empresa logística no vídeo a seguir:

Não é necessário conhecimentos profundos de programação para criar apps

Tempo é dinheiro. Sempre foi. Por isso, muitas agências restringem seus serviços, pois sabem que não terão tempo ou equipe para atender demandas complexas como projetos de desenvolvimento de aplicativos.

Atualmente, criar apps depende muito mais da sensibilidade do gestor da agência em perceber as demandas internas do cliente do que em seu conhecimento técnico para tanto.

A agência que notar dificuldades processuais pode propor aplicativos adequados, para uso interno na empresa. Estes são capazes de aumentar o controle das equipes e a troca de informações entre os colaboradores.

Se o cliente aceita a proposta, a agência pode recorrer às low-code development plataforms (LCDPs). São plataformas de criação de apps que, como o nome em inglês diz, necessitam de poucas linhas de código para desenvolver soluções mobile.

Como a necessidade de ter um equipe é menor, as LCDPs oferecem escala incomparável em relação ao desenvolvimento tradicional.

Muitas empresas já obtiveram muito sucesso ao adotar o modelo de desenvolvimento por plataformas. É o caso da Profit+, consultoria de São Paulo que já tem mais de 300 usuários de aplicativos B2B e atende clientes como Netshoes, Zattini, RedBull e DHL Express.

Outra é a BTI, de Caxias do Sul (RS), que cresce 30% ao ano criando apps corporativos. Atualmente, entre seus clientes estão a Grendene, uma grande rede de lojas da Região Sul e transportadoras do pólo metalúrgico da Serra Gaúcha.

Isso só foi possível porque as ambas as empresas apostaram nas plataformas e entenderam os custos para desenvolver aplicativos partindo do nada.

Os altos custos de desenvolver um app do zero

As despesas que um processo de dev convencional incluem também deve ser levadas em conta. Entre elas, compatibilidade, testes, design e armazenamento.

É nisto que se diferenciam as plataformas low-code, pois não possuem os custos de desenvolver um app do zero. Normalmente, as LCDPs já oferecem compatibilidade entre os diversos sistemas, armazenamento em nuvem e templates para o layout do app.

Cada plataforma geralmente oferece uma gama específica de apps que podem ser criados. A uMov.me é uma dessas plataformas, mas focada em soluções B2B. Isto é, para resolver as demandas internas das empresas.

Estamos falando da “morte dos aplicativos nativos”, que vai afetar principalmente aqueles apps B2C, que as empresas disponibilizam para resolver demandas pontuais de seus consumidores. No entanto. soluções para demandas de negócio, produtivas e de gestão certamente estão bem longe do fim. Os apps B2B são escolhas mais confiáveis para uma agência apostar.

As possibilidades são praticamente infinitas

  • Restaurante com seu cardápio digitalizado e pedidos que vão direto pra cozinha;
  • Concessionária que fecha suas vendas dentro do carro, durante o test drive, sem voltar à mesa para negociações;
  • Corretores de imóveis que registram toda sua captação em um app específico;
  • Hotéis que controlam a arrumação dos quartos pelos profissionais de limpeza munidos de celulares.

Tudo vai depender da capacidade do vendedor da agência enxergar onde os apps podem entregar transformação em seus clientes. E, claro, da escolha de uma plataforma que permita materializar todos esses processos.

E aí, preparado para aproveitar essa oportunidade, atender às necessidades dos clientes e encontrar mais uma fonte de geração de negócios? Compartilhe nos comentários!


Esse guest post foi escrito por Felix Grivot, coordenador de marketing da uMov.me.

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