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3 argumentos para sua agência fechar negócios com clientes da área da saúde

Conheça as principais objeções dos profissionais da área da saúde encontradas em relação a ações de marketing e aprenda como superá-las

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O público da área da saúde cumpre um papel fundamental na sociedade. Médicos, nutricionistas, dentistas, dentre outros profissionais do segmento, têm como missão principal zelar pela qualidade de vida das pessoas. Uma tarefa tão complexa quanto a fisiologia e psicologia humana.

Para que isso seja possível, esses profissionais investem muito tempo e recursos em formação e atualização de conhecimento. Precisam também obedecer normas rígidas de conduta, criadas há décadas para segurança de si próprios e dos pacientes.

Ferir a ética e a regulamentação pode ter consequências graves. Tais características tornam o público da Saúde especialmente cuidadoso com a própria imagem.

Se sua agência também possui clientes da área de saúde, é importante levar todos esses pontos em consideração ao fazer o planejamento de uma campanha de Marketing Digital.



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1. Fornecer informações com o propósito de esclarecimento e educação

As principais objeções que encontramos no público da área da Saúde estão diretamente relacionadas aos códigos de ética. Estabelecidos pelos conselhos federais das profissões, esses códigos são bastante rígidos.

Eles determinam direitos e responsabilidades não apenas nas clínicas ou nos consultórios. Abrangem também atividades relativas ao ensino, pesquisa, administração de serviços de saúde e, claro, publicidade.

Mais sobre o Código de Ética Médica

O Código de Ética Médica, instituído pela resolução 1931/2009, por exemplo, afirma que “a Medicina não pode, em nenhuma circunstância ou forma, ser exercida como comércio” e que “a natureza personalíssima da atuação profissional do médico não caracteriza relação de consumo”.

Tais princípios devem ser estritamente respeitados. O assunto é tão sério que em 2011 o Conselho Federal de Medicina publicou uma resolução específica para tratar do tema (Resolução número 1.974/2011).

O mesmo princípio se aplica aos códigos que regem outras áreas da saúde, como odontologia, nutrição e tantas outras. Exercer a profissão de forma mercantilista é completamente vetado.

Como usar o Código de uma maneira positiva

Apesar disso, em nossa experiência, percebemos que os parâmetros estabelecidos pelos diferentes códigos de ética servem como um ótimo guia de como realizar a sua comunicação com credibilidade e segurança. As resoluções estimulam o marketing responsável, e devem ser seguidas rigorosamente. (Fernanda Daura, CEO da Santé).

Um dos pontos de concordância entre os códigos de ética de diferentes especialidades da área da saúde é o fornecimento de informações com o propósito de esclarecimento e educação.

De acordo com as regulamentações, os profissionais podem prestar informações para esclarecimentos e fins educativos. Tudo preservando o decoro, tendo como base o conhecimento científico e excluindo o sensacionalismo.

É nesse ponto que se fundamenta o Marketing de Conteúdo na Saúde.

2. O boca a boca tradicional é suficiente

Por décadas, o boca a boca foi uma das formas mais eficazes de atrair pacientes para a clínica ou consultório. Mesmo na era digital, muitos profissionais continuam acreditando nele com bastante força e não percebem que até mesmo o boca-a-boca está mudando.

Hoje, de acordo com os últimos levantamentos, cerca de 94% dos brasileiros vão à internet pesquisar sobre profissionais e serviços de saúde. O boca a boca ainda existe, é claro. A diferença é que os pacientes estão reunindo todas as indicações que recebem e pesquisando no Google para decidir, por si próprios, qual clínica ou profissional consultar.

Mesmo sem querer, o nome e a imagem do profissional da saúde circulam pela rede.  Sites de classificação de profissionais, guias de especialistas, fóruns de debate e redes sociais são amplamente utilizados. Ter uma estratégia de marketing adequada é fundamental para preservar a reputação e destacar-se da concorrência.

3. Falar a língua do público

Uma das coisas que tornam as ferramentas digitais tão fascinantes hoje em dia é a possibilidade de interação. As redes sociais, por exemplo, podem aproximar médicos e pacientes. Os seguidores não esperam apenas receber conteúdo. Querem poder interagir com ele.

Hoje, uma boa parte dos profissionais da área da saúde não sabe como lidar com esse cenário. As dificuldades surgem já no momentos de escrever um texto. Acostumados com termos técnicos, parte desse público encontra uma barreira na hora de se expressar de forma mais simples e atrativa.

A mesma dificuldade surge nas interações. Os códigos de ética proíbem rigidamente a realização de consultas online. Responder às perguntas de seguidores sem que isso aconteça pode ser um desafio.

Além disso, pacientes querem ver e consultar profissionais com os quais se identificam (especialmente no seu estilo de vida). Realizar fotos, vídeos de bastidores e até mesmo transmissões ao vivo (lives), têm um impacto enorme (já comprovado pelo Google e pelo Facebook). Porém, poucos profissionais estão dispostos a fazer isso.

Consultoria de marketing em saúde

O profissional da área da saúde possui um papel social. Seu conhecimento pode auxiliar muitas pessoas, pode orientá-las e tornar acessível o que presencialmente seria impossível para muitos. A partir do momento que o profissional se posiciona de forma correta no mundo digital, ultrapassa as fronteiras do seu consultório. Esses são princípios que devem ser defendidos por todos que prestam serviços de Marketing Digital.

Na medida em que trabalha e desenvolve sua imagem nesse meio, passa a virar referência em sua área. Ao disseminar informação de forma responsável e ética, torna-se uma referência, ganha visibilidade e credibilidade.

O trabalho de uma consultoria de marketing dedicada à área da saúde envolve todos esses aspectos e muitos outros. Conhecer as nuances desse público, entender seus receios e desafios faz parte do processo. Mostrar-lhes que é possível realizar ações de marketing de forma ética e responsável, também.

Além disso, é preciso ter foco em resultados. Saber como alcançar os objetivos do cliente, mostrar a ele o melhor caminho e os ganhos obtidos é fundamental. Ainda, é preciso alinhar a expectativa em relação ao tempo de retorno dos investimentos – e levar isso em conta na hora de traçar a melhor estratégia.

Reposicionar uma marca, fidelizar pacientes, tornar o profissional da saúde referência naquilo que faz são alguns exemplos do que o marketing em saúde é capaz. E os resultados são duradouros.

Para saber mais sobre marketing para a área da saúde, acesse o site da Santé. Lá, você encontrará diversos conteúdos sobre o assunto. 😉

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