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6 motivos para sua agência ser otimista em 2016

“Everybody has a plan until they get punched in the mouth.” TYSON, Mike.

2015 passou voando e acertou muitos queixos em cheio. O ano foi um soco. Para alguns, uma surra completa, com direito a pontapés, cabeçadas e dedos nos olhos.

O mercado de comunicação, por natureza, tornou-se mais exposto às oscilações financeiras. Quando as coisas apertam no cliente, a relação com a agência começa a perder perspectiva. Durante este ano, com clientes vendendo menos, contratos com agências foram encerrados e muitas empresas amargaram um downsizing  forçado. Confira o nosso eBook “Crise? Na minha agência, não”.

Certamente as consequências desse cenário  dependem  de o que as agências conseguem oferecer como resposta.

Enquanto as cortinas se fecham e as pancadas ainda latejam em muitos queixos, para que seja possível construir aprendizado, é preciso  ver sentido no soco. Sem mágoas ou rancor, é necessário extrair do trauma aquilo que de mais valioso for para construção de fortalezas.

Aprender com os próprios erros, revisar as atitudes tomadas, olhar as escolhas e decisões do ano com distanciamento. E nesse processo, otimismo é fundamental – ainda mais quando fundamentado em dados.

Durante este ano, postamos inúmeros posts, cases e materiais educativos que mostram as oportunidades do mercado digital para agências – e exemplos de quem está alavancando seus negócios com isso. E para fechar o ano e motivar o seu 2016, vamos ver aqui mais 6 motivos para recarregar as baterias e começar o novo ano com tudo:


1 – *53% das agências digitais no Brasil têm menos de 5 anos


O mercado de marketing digital é muito novo e tem muito a evoluir no Brasil. Muitas agências pequenas terão seus crescimentos acelerados nos próximos anos, pois há muita demanda. Algumas grandes devem ficar para trás, pois é comum apresentarem muitas dificuldades para atualizar seus portfólios.

As consequências envolvem clientes antigos migrando para agências novas. De qualquer modo, não é um mercado “estabelecido” ou dominado por grandes grupos, ainda. O que significa espaço para crescer – sempre – apoiado pelo desempenho.

*Dado extraído da pesquisa Panorama das Agências Digitais – Brasil 2016.

 

2 – Para  51% das agências, clientes digitais permanecem mais tempo na carteira do que clientes off


Mudar seu portfólio de serviços (ou orientá-lo na direção da geração e comprovação resultados) pode ter profundo impacto na saúde da agência. Aumentar o LTV – Life Time Value – dos clientes tende a  mudar completamente a perspectiva dos negócios de comunicação e marketing.  Aqui falamos melhor sobre o LTV.

Consegue imaginar a tranquilidade de olhar para a carteira de clientes e não ter dúvidas de que a maior parte deles deve continuar ali enquanto você estiver entregando resultados?

Que tal ter um negócio com maior potencial de escalabilidade, previsibilidade na geração de receitas e, principalmente, que seus clientes tenham uma noção de valor consistente sobre os serviços e resultados gerados?

É fácil? Não. Mas é perfeitamente realizável. Aqui temos alguns exemplos de agências que já conseguiram chegar lá ou estão no caminho!

 

3 – 64,2% das agências afirmaram que os resultados financeiros melhoraram ou melhoraram muito quando começaram a oferecer serviços de marketing digital.


Os místicos que me perdoem, mas não existe mágica aqui: o melhor argumento para aumentar o investimento do cliente nos serviços da agência são os próprios resultados que a agência consegue apresentar.

O posicionamento como uma provedora de serviços de marketing digital é um passo. Treinamento e adequação de portfólio é outro. Os resultados devem vir como consequências destes passos, mas impactar o cliente com resultado de vendas é o objetivo principal de uma empresa de marketing digital com capacidades de entregas consistentes e perspectiva de crescimento. Independente de cenários de crise.

Quem já está com a agência e vê resultados permanece com ela e aumenta os investimentos. A maior dificuldade é a virada de chave para clientes que ainda não investem no digital. São necessários argumentos coerentes com a realidade do cliente para que ele se sinta compelido a isso. Aqui a gente fala sobre argumentação de vendas e resistências comuns de clientes.

4 – Mais de 900 mil potenciais clientes digitais no Brasil

Segundo o Sebrae, até o início de 2015 havia 6 milhões  de PME’s no Brasil, mas as empresas muito pequenas ainda não são público de agências. Para as agências, interessam as EPP – Empresa de Pequeno Porte,  aquelas com faturamento entre 360 mil e 3,6 milhões de reais/ano.

Dessas 6 milhões de empresas,  15% são constituídos por EPPs, o que dá uma estimativa de 900 mil empresas. Ok, temos clientes “à disposição”.

Mas como encontrá-los? Como prospectá-los? A melhor propaganda que uma agência pode fazer de si mesma são cases de sucesso. Ao comprovar resultados, a empresa se apresenta como autoridade. O cliente sente segurança, e uma vez seguro, a argumentação vai levá-lo a ver valor, arrumar tempo e destinar verbas que antes – em muitos casos – não existiam para colocar sua proposta em prática.

“Mas tem um mar de agências disputando esses clientes. Como eu me diferencio?” Ok. vamos falar da concorrência.

5 –  Menos de 4 mil agências digitais disputando este mercado


O último Senso Digital divulgado pela ABRADi mostrou que as agências digitais encontram um pouco mais de 3400 concorrentes no Brasil atualmente.

Porém, sabemos que boa parte desse número apenas se apresenta com digital, mas acaba oferecendo serviços bastante restritos às redes sociais, sem ter realmente a capacidade de operacionalização de estratégias para entrega de resultados concretos ou impacto nas vendas dos clientes.  Ou seja, o número de concorrentes ainda é relativamente pequeno.

Comprovar o ROI para o cliente é fundamentalmente a melhor forma de incentivar novos investimentos nos serviços de marketing. O diferencial cada vez mais está orientado ao resultado, em detrimento da criatividade e aspectos mais subjetivos, como métricas de vaidade.

Não cabe aqui questionar a importância da criatividade e também já falamos sobre issoMuito provavelmente seu cliente, dono de uma construtora, considera melhor vender imóveis do que ganhar prêmios de publicidade.  Prêmios são bons para agências. Vendas são cruciais para os clientes.

Isso se aplica ao seu cliente do setor automobilístico, hoteleiro, alimentício e qualquer ramo de negócio que dependa de vendas e lucro para sobreviver.

6 – 900 mil clientes  / 3.500 agências  = 257 oportunidades por agência.

Estamos tratando acima todas as agências da mesma forma, como se tivessem os mesmos recursos e capacidades de entrega de resultados. Ainda assim, 257 potenciais clientes por agência são um universo muito interessante para prospecção.

Para deixar esse número ainda mais adequado à realidade, vamos considerar (sendo MUITO otimistas, pois especulamos que este universo seja bem menor) que 50% das agências têm conhecimento e capacidade para gerar resultados de vendas para seus clientes. Dessa forma são 514 oportunidades por agência. Claro, as agências mais preparadas terão maiores chances.

 

Está convencido das oportunidades para o próximo ano?

Tão importante quanto a sabedoria para identificar essas oportunidades e entender o que está ao nosso alcance, é a energia vital que vai motivar as atitudes. Acreditar que é o primeiro passo.  
Se os problemas se tornam aprendizados e nos deixam mais fortes, evoluímos. Se eles tomam conta das nossas decisões e nos limitam a capacidade de reagir, sucumbimos.

Um soco pode mudar a direção. O medo do soco pode paralisar.

Para fugir da inércia, confira: checklist o que sua agência precisa fazer em 2016!

Estar preparado para enfrentar as dificuldades e oferecer alternativas efetivas para seus clientes são alguns  dos melhores caminhos para sobressair em 2016!

Nós vamos ficar sempre do lado das oportunidades. E quando você precisar, pode contar conosco! Feliz ano novo!

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