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Marcelo Tas: “saber fazer perguntas é a chave para entender o cliente” #RDSummit

Em sua palestra, no último dia do RD Summit 2018, Marcelo Tas afirma que precisamos nos reconectar com os clientes para voltarmos a oferecer soluções criativas

Este post faz parte do RD Summit Live Show, a cobertura completa do RD Summit 2018. Além de artigos, teremos entrevistas com palestrantes, fotos, vídeos e mais durante os três dias de evento. Visite a página da cobertura e fique por dentro de tudo!

Muita gente conhece Marcelo Tas por seu trabalho como apresentador do programa CQC, o professor Tibúrcio, Telekid e outros personagens da TV, mas a verdade é que o currículo de Tas é muito mais diverso do que parece.

Tas, na verdade, estudou engenharia, comunicação e cinema, e já trabalhou nos mais veículos de comunicação e programas.

Mas, qual foi a importância do currículo de Marcelo Tas em sua palestra?

Na verdade, Tas iniciou sua palestra afirmando que, cada vez mais, temos dificuldade em atingir o outro, as pessoas que nos cercam e que, ao longo de sua carreira, sempre buscou tentou dialogar com os outros, a fim de melhorar aquilo que fazia.

E, para isso, Tas afirma que precisamos fazer boas perguntas. Afinal de contas, segundo ele, “a vida da gente muda com conexões de carne e osso”.

E da mesma forma, é por isso que muitas empresas têm problemas na era digital: não sabem como produzir e publicar conteúdo, porque não sabem se conectar com seu cliente e nem ouvi-lo.

E isso se torna ainda mais evidente na era digital; afinal, hoje em dia, “temos que dar conta de uma vida extremamente conecta” em que “a realidade profissional é cada vez mais conectada”.

Outro ponto importante que Marcelo Tas levantou é a forma como estamos lidando com a avalanche de dados com a qual temos contato atualmente. Ele ressaltou que precisamos lembrar que todos esses dados são transmitidos segundo determinado viés, seja por pessoas ou por empresas, e que esse viés não é nada mais do que uma interpretação dos fatos.

Assim como Lúcia Haracemiv, Tas também nos lembrou da fábula dos cegos que, colocados para tentarem adivinhar o que tinha à frente deles (um elefante), chegaram a diferentes conclusões apenas porque tocavam diferentes partes do elefante.

Disso, Tas conclui que, embora as pessoas possam ter interpretações até precisas sobre determinada situação, defender apenas seu ponto de vista não leva a uma solução. E, ultimamente, disse ele, temos perdido muito tempo debatendo interpretações de viés.

É isso que tem nos levando a viver numa polarização e, segundo Tas, “quando você vive na polarização, a única coisa que não acontece é uma ideia nova”.

Por isso, Tas ressalta: em vez de criticar seu usuário e/ou cliente, tente entendê-lo e aprenda com a experiência do consumidor. Tenha equipes diversas, que tragam diferentes pontos de vista para sua solução, afinal, “quanto mais diversa é sua equipe, mais soluções ela vai trazer”.  Debate e discuta, mas apenas para gerar soluções, pois “não dá para ter embates que não gerem soluções criativas”.

Tas concluiu sua palestra dizendo que, felizmente, vê uma mudança à frente nesse panorama. “Muita gente começa a criar cenários para começarmos a navegar num mundo mais distributivo”.

E sua empresa, o que vai fazer para contribuir para essa mudança?



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