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Os 4 pilares que fazem o Nubank revolucionar o mercado financeiro #RDSummit

O diretor de Engenharia do Nubank, Marcelo Toledo, contou alguns dos segredos da fintech que tem como propósito ser amada por seus clientes

Este post faz parte do RD Summit Live Show, a cobertura completa do RD Summit 2018. Além de artigos, teremos entrevistas com palestrantes, fotos, vídeos e mais durante os três dias de evento. Visite a página da cobertura e fique por dentro de tudo!

Além da cobertura da palestra, também conversamos com Marcelo Toledo no RD Summit Live Show. Assista abaixo:

O Nubank é uma das startups que mais encanta e surpreende clientes no Brasil. Esse efeito se espalha também por pessoas que ainda não são clientes, além de levar a marca ser conhecida em outros países.

Em sua palestra no RD Summit 2018, o diretor de Engenharia da empresa, Marcelo Toledo, deixa claro que isso se deve primordialmente a um fator que guia todas as ações da fintech: inovação.

Inovação é muito mais simples que a gente imagina, é mais barata e precisa de menos pessoas.

 

marcelo toledo rd summit 2018

Os 4 pilares do Nubank

A história do Nubank, aliás, começou observando a oportunidade de oferecer serviços bancários de forma inovadora. Seus fundadores não queria saber de agências, filas, taxas e burocracias excessivas. Para isso, acreditavam que precisariam seguir quatro pilares

  1. Tecnologia
  2. Design
  3. Data science
  4. Customer experience

O quatro pilares se unem no propósito de oferecer o melhor atendimento do mundo para os clientes. Esse é o propósito do Nubank. De acordo com Toledo, esse é o maior diferencial da startup em relação aos bancos tradicionais, que têm como objetivo final a maximização de seus lucros.  

Diferenciais do Nubank

O propósito do Nubank fez com que a empresa desenvolvesse crenças que envolvem todo o seu negócio. A principal delas é “queremos que nossos clientes nos amem fanaticamente”. Isso influencia a cultura organizacional e até as políticas de contratação.

Outro orgulho da fintech é a diversidade dos “Nubankers”, como são chamados os colaboradores. Toledo contou que mais de 40% dos funcionários são mulheres, e 30% da comunidade LGBT. As pessoas têm liberdade para se expressar da forma que realmente são. Isso cria um ambiente positivo e feliz.

Em termos de gestão, os times se organizam em equipes com gente de várias áreas, para resolver um problema ou criar uma nova funcionalidade, por exemplo. Marcelo Toledo diz que isso traz diferentes visões e divide as responsabilidades, tanto em caso de sucesso quanto de fracasso.

Ah, e as metas também são definidas pelos próprios Nubankers, que vão depois compor os OKRs da empresa. Isso não quer dizer que não haja chefes ou hierarquia, mas ideia é não podar de forma alguma a capacidade inovar e pensar o futuro da fintech – e do próprio mercado de serviços bancários.

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