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Marketing Digital para ecommerce: como gerar resultados na sua loja virtual

Reunimos as principais estratégias de Marketing Digital para ecommerce para que você saiba quais táticas e canais usar em sua loja virtual

Você tem um ecommerce ou pretende ter e não sabe por onde começar para ter boas vendas?

Não é mais segredo para ninguém que a internet está dominando tudo, principalmente no ramo de vendas. Hoje em dia é habitual os usuários efetuarem compras pela internet, tanto pela praticidade de compra quanto pela diversidade de opções de produtos e empresas.

Um negócio online funciona da mesma forma que um negócio físico. Você precisa estar presente, separar estoque, ter um bom atendimento, entender e se relacionar com seu público e, principalmente, planejar estratégias para vender e divulgar sua marca.

É aí que surge a primeira pergunta: o que fazer para conseguir ter um ecommerce de sucesso? Podemos responder essa pergunta com uma resposta simples e direta: Marketing Digital.

O Marketing Digital trará muitas soluções, abrangendo diversos tipos de estratégias que se encaixam em diversos tipos de negócios e que proporcionam diversos tipos de resultados, dependendo, é claro, de cada estratégia.

Preparamos esse post com as os desafios mais comuns dos ecommerce e as principais estratégias de Marketing Digital para que você consiga ter uma base de quais melhores táticas e canais para sua loja virtual e, assim, atingir seu público e ter o tão sonhado sucesso online.

Mas, se você ainda não tem pronto seu ecommerce, aprenda como montar um ecommerce do zero com o video que preparamos com os primeiros passos para vender online:

Agora sim, vamos começar?!

Como começar uma estratégia de marketing para ecommerce

1. Elabore o seu composto de marketing

Não poderíamos começar a falar de marketing sem apresentar um dos conceitos mais clássicos da área. Os 4 Ps do Marketing são compostos por quatro elementos que precisam ser considerados em toda abordagem da sua marca: praça, produto, preço e promoção.

O primeiro refere-se aos seus canais de distribuição. Você elegeu a loja virtual, mas pode considerar integrá-la com marketplaces como o MercadoLivre, por exemplo, para ampliar seu alcance e conquistar outros tipos de usuários.

Desenvolver um bom produto é fundamental para o sucesso. É importante fazer uma análise de mercado, analisar a demanda pelas mercadorias do seu ramo de atuação e pensar em quais características suas poderiam ser um diferencial. Para isso, considere a missão e a visão da sua empresa. Se ela se propõe a facilitar a vida de pessoas ocupadas, por exemplo, precisa de um produto igualmente prático e com uma embalagem simplificada, por exemplo.

O preço é outra questão crucial para o seu volume de vendas. Certifique-se de contar com uma boa estratégia de precificação, que tenha uma margem de lucro viável e justa, e não destoe demais da concorrência. De acordo com as suas prioridades, você pode escolher a de diferenciação (alta qualidade, alto preço), a de penetração (alta qualidade, baixo preço) ou a de cobrança excessiva (baixa qualidade, alto preço inicial e menor preço posterior).

Por fim, a promoção considera os benefícios que você irá propor aos seus consumidores para que escolham seu negócio, bem como toda a sua comunicação para persuadi-los. Vale a pena combiná-la com algumas técnicas de venda para intensificar os resultados. Algumas sugestões simples:

  • Cross-selling: oferecer produtos relacionados ao que o cliente procura;
  • Upselling: oferecer um produto de preço menor similar ao que o cliente procura, para movimentar os itens de menor saída;
  • Scarcity: definir prazos para as promoções e avisar sobre produtos em baixo estoque para que os interessados tenham pressa em comprá-los.

2. Segmente o seu público-alvo

O segundo passo para definir a estratégia de marketing digital do seu ecommerce é identificar seus consumidores em potencial e priorizar os clusters mais interessantes. Quem são as pessoas que podem se interessar pelo seu serviço? E onde elas estão?

Você pode utilizar diferentes tipos de segmentação:

  • Geográfica: por região, estado e localização em geral;
  • Demográfica: por idade, gênero, estado civil etc.;
  • Socioeconômica: de acordo com renda e ocupação;
  • Psicográfica: de acordo com o estilo de vida;
  • Por benefício: considerando o que a pessoa irá valorizar em seu produto;
  • Comportamental: priorizando a conveniência e a ocasião de compra.

Escolha uma das opções e elabore hipóteses sobre quais necessidades e motivações moverão os seus futuros clientes e como eles poderão conhecer o seu empreendimento.

3. Defina seu posicionamento

Com as respostas anteriores em mente, você pode começar a estruturar o seu posicionamento. Para isso, é importante conhecer o conceito de branding  e tudo o que ele pode fazer pela sua empresa.

Analise o seu papel em meio ao mercado geral e considere o que vale a pena ser adicionado à sua proposta de valor. Você pode usar tais questões:

  • Quem é a sua marca?
  • O que ela oferece?
  • Quais suas características mais marcantes?
  • O que a diferencia da concorrência?
  • Quem é o seu público?

Com as respostas, defina o seu brand statement, ou seja, a “declaração da sua marca”, criando uma ideia final de quem é a sua marca, o que ela oferece e quais as suas características mais marcantes. Depois, transforme isso em seu argumento de venda.

4. Selecione seus canais de comunicação

Mensagem pronta? Sua última missão é enviá-la para o mundo. Considerando que o ecommerce, por si só, já possui um viés mais tecnológico e prático, o mais recomendado é optar por mídias digitais para fazer as suas divulgações — esteja onde seus consumidores estão.

Desafios comuns em ecommerces e como resolvê-los com o Marketing Digital

Com certeza você já enfrentou ou enfrenta todos os dias desafios para conquistar novos clientes e até para vender novamente para quem já comprou.

É comum que ecommerces que acabaram de começar tenham dificuldade em realizar as primeiras vendas. Na verdade, até ecommerces com um pouco mais de tempo podem ter esse problema.

Por isso, reunimos os principais desafios mais comuns das lojas virtuais e como vencê-los usando Inbound Marketing.

1. Aumentar o número de visitantes do ecommerce

Um dos desafios mais comuns de um ecommerce é conquistar os primeiros visitantes.

Logo depois de cadastrar os produtos e montar toda a estrutura necessária para conseguir as primeiras vendas, é normal que os donos de ecommerces perguntem-se qual o próximo passo. Afinal, qual é o caminho mais rápido para ter resultados?

É claro que isso não acontece do nada. Os clientes não chegarão ao ecommerce sozinhos. Se você é novo nas redes sociais (ainda não tem audiência) e a concorrência no Google é alta (você não está nem na primeira página), é necessário achar uma forma de se posicionar rapidamente e de atrair visitantes.

Tráfego pago vs. tráfego orgânico

O caminho mais rápido para se obter tráfego e conseguir os primeiros clientes é investindo em mídia paga. Com esses investimentos você poderá conseguir os primeiros resultados do Google para determinadas pesquisas ou atrair a atenção de pessoas no Facebook.

Fazer uma boa campanha de mídia paga pode aumentar rapidamente o tráfego de seu ecommerce, o que ajuda a conquistar as primeiras vendas.

Mas não se engane! Apesar de esse tipo de investimento ser muito efetivo, a longo prazo o seu Custo de Aquisição de Clientes (CAC) pode se tornar alto.

Assim, trabalhar o tráfego orgânico se torna importante pois ajuda a diminuir a dependência dos altos investimentos em mídia paga que os ecommerces costumam fazer para adquirir clientes.

Algumas técnicas para se obter visitas através de tráfego orgânico são trabalhar o SEO on page de seu site, gerar conteúdos e materiais ricos em um blog ou Landing Pages e aumentar o alcance destes materiais através das redes sociais.

2. Aumentar a taxa de conversão

Apenas atrair visitas não é o suficiente. Apesar de algumas vendas já estarem acontecendo, é importante medir a quantidade de vendas em relação à quantidade de visitas. Assim podemos saber qual a porcentagem dos visitantes que se tornam clientes e trabalhar esse número para aumentar os resultados.

A taxa de conversão é um fator importante para determinar a efetividade de venda do ecommerce.

Por exemplo: unindo o ticket médio e a taxa de conversão é possível traçar um plano de investimentos em mídia paga ou outros canais de aquisição para obter o número necessário de visitas para se alcançar o faturamento desejado.

Pensando nisso, apenas aumentar o número de visitas não parece tão interessante, uma vez que esse fator está ligado proporcionalmente ao investimento realizado. Uma estratégia importante nesse caso é aumentar a taxa de conversão. Assim pode-se obter o melhor retorno sobre o investimento.

Considerando essa estratégia, vale lembrar que podemos capturar os dados dos visitantes mesmo que eles não se tornem clientes em um primeiro momento.

Assim, poderemos nos relacionar com eles tentando estabelecer uma confiança em nossa marca que eventualmente se tornará uma intenção de compra.

Algumas ferramentas que podemos usar para capturar Leads no ecommerce são:

Pop-up

Os pop-ups, se usados com inteligência, podem ser boas ferramentas para capturar Leads em seu ecommerce.

Algumas dicas de uso:

  • Oferecer um cupom de desconto;
  • Inscrição em newsletter;
  • Receber um material (manual do produto por exemplo).

Formulários

Distribuir formulários em seu ecommerce pode ser uma boa forma de incentivar seus Leads a entrarem em contato.

Muitas vezes os Leads que não estão prontos para comprar possuem dúvidas ou gostariam de enviar uma mensagem ao ecommerce. Facilite para que façam isso.

Você pode, por exemplo, colocar formulários:

  • de contato nas páginas dos produtos para que o visitante solicite um orçamento ou tire uma dúvida;
  • nas páginas para o usuário baixar o manual ou especificação do produto;
  • em seu blog para que o usuário baixe o material para ler depois.

Landing Pages

Aproveitando o tema acima, você pode atrair visitantes para outras páginas que não sejam diretamente seu ecommerce. Uma outra forma de capturar Leads é oferecendo materiais ricos que resolvam as dores que seu público-alvo tem no dia a dia (para isso é importante desenhar sua persona).

Por exemplo, no caso de um ecommerce de decoração, um material rico poderia ser “3 dicas infalíveis para decorar um ambiente de luxo”. Ou, no caso de um ecommerce de peças para caminhão, “Checklist – Como escolher a peça certa para seu caminhão”.

As ferramentas acima podem ser poderosas aliadas na captura de Leads, porém são apenas a ponta do iceberg no seu funil de vendas. Elas irão melhorar suas taxas de conversão de visitantes para Leads. Mas para melhorar suas taxas de conversão de Leads para clientes você precisará trabalhar seu relacionamento com esses contatos de forma estratégica.

3. Fazer o relacionamento com os Leads e clientes conquistados para obter mais vendas.

Um dos passos mais importantes para otimizar seus resultados é saber se relacionar com sua base de Leads e clientes.

Para isso, é importante que você conheça bem suas personas. Assim toda comunicação ou relacionamento com sua base poderá ser personalizada para a necessidade ou linguagem adequadas.

4. Escalar a equipe de marketing

Crescer de forma escalável significa obter resultados melhores sem precisar necessariamente aumentar o time de marketing.

Ao incorporar novas estratégias de marketing é importante contar com ferramentas que podem automatizar parte do trabalho que seu time teria que executar, direcionando o esforço ao planejamento e implementação de novas estratégias.

Para isso, procure conhecer as ferramentas de automação de marketing disponíveis e escolha a que mais se encaixa na necessidade de seu negócio.

Depois de selecionar sua ferramenta, faça um mapeamento de processos ou estratégias que poderiam ser automatizados.

Aqui vão alguns exemplos comuns entre ecommerces:

Abandono de carrinho

Imagine poder automatizar um email para ser enviado 30 minutos após o carrinho ser abandonado — ou 1 dia, ou até 3 dias.

Esse email poderia perguntar o motivo do abandono, oferecer uma oferta para fechamento do pedido (desconto ou frete grátis) ou até mesmo recomendar produtos similares com a intenção de encontrar o produto ideal para o usuário.

Email autoresponder

Se você possui um pop-up em seu ecommerce oferecendo um cupom de desconto em troca de uma inscrição em newsletter, pode utilizar sua ferramenta de automação de marketing para enviar um email automático toda vez que houver uma conversão.

Essa ação pode ser feita também para o formulário de contato do seu site ou até outros formulários.

Fluxos de nutrição

Uma boa estratégia de automação de marketing é implementar o relacionamento personalizado automático com sua base.

Assim você pode identificar o momento da jornada de compra em que cada Lead se encontra e enviar os conteúdos relevantes para acelerar o ciclo de compra.

Upselling e cross-selling

Usando o histórico de compras ou de acessos de seus clientes você pode implementar estratégias de upselling e cross-selling que rodam automaticamente de acordo com os interesses mapeados.

Produtos com estoque indisponível

Os usuários podem ficar muito frustrados quando encontram o produto desejado fora de estoque.

Uma boa estratégia pode ser oferecer a inscrição do email em troca de um aviso automático no momento em que o produto estiver em estoque novamente.

Esses são apenas alguns exemplos de como é possível utilizar uma ferramenta de automação de marketing para escalar seu processo e otimizar os resultados. Porém tudo isso deve ser metrificado para que o desempenho seja medido ou então não saberemos qual o retorno sobre as estratégias aplicadas.

5. Analisar resultados

Agora que temos um pouco mais claro como aplicar o Inbound Marketing para resolver alguns desafios de um ecommerce, vamos ao mais importante deles: como medir e o que medir para saber se as estratégias estão dando retorno.

Primeiro, é preciso ter clareza sobre o seu funil de vendas. Um exemplo de um funil simplificado seria:

funil de marketing ecommerce

Com isso, poderemos mapear o tráfego em nosso site, o quanto conseguimos capturar de dados dos usuários e quantos destes usuários se tornam clientes. Por exemplo:

  • Visitas no mês: 10 mil
  • Leads gerados no mês: 2 mil
  • Clientes obtidos no mês: 100

Neste caso, teríamos uma taxa de conversão de visitas para Leads de 20% e de Leads para clientes de 5%, ou seja, apenas 1% das visitas de nosso ecommerce converteram em vendas no mês que passou.

Com esses dados podemos implementar as estratégias mencionadas acima e observar nossas taxas de conversão aumentando ou diminuindo.

Podemos também planejar ou estimar um faturamento se soubermos o valor de nosso ticket médio.

Outro tipo de análise seria no caso de emails, que poderia ser feita da seguinte forma:

analise emails

Com esses dados poderemos saber a qualidade de nossa base e qual o engajamento com nossos emails. Por exemplo:

  • Enviados: 1000
  • Entregues: 980
  • Abertos: 98
  • Clicados: 36

Nesse caso, teríamos uma taxa de entrega de 98% sinalizando que 2% dos emails da base podem ser inválidos, uma taxa de abertura (entregue/aberto) de 10% e uma taxa de clique de aproximadamente 37%. O que significa que 3,6% da base que recebeu o email clicou no link desejado.

Fazer essas análises é importante para que você saiba como anda o desempenho do seu ecommerce e possa traçar suas metas de crescimento, dando a direção para que sua equipe implemente estratégias para atingi-las.

Lembre-se: um bom planejamento é orientado por indicadores-chave e por resultados desejados, por isso seja sempre data-driven!

Estratégias de Marketing Digital para ecommerce

1. Personalização do ecommerce

A personalização pode ser realizada tanto em tempo real como após o abandono do seu site considerando diferentes tipos de informação.

Uma prática com resultados promissores é utilizar cookies para identificar se o visitante está voltando ao seu site ou se está realizando uma primeira visita. Com isso você consegue fazer uma personalização da navegação do cliente. Você pode criar mensagens e ofertas baseadas no comportamento que os trouxe para o seu site, por exemplo. Baseado ainda nas informações do IP, também é possível identificar e mostrar conteúdos adequados, no idioma correto.

Quanto mais você conseguir oportunizar diferentes experiências para cada cliente, melhores serão as oportunidades de negócio que você estará criando. Esta prática, chamada de website optimization, consiste basicamente em oferecer diferentes experiências para o visitante, baseadas em diferentes parâmetros que podem contemplar itens como:

  • Primeira visita ou visitante regular;
  • Usuários que fecharam ou não uma compra nos últimos 30 dias;
  • Compradores de alto-nível (que gastam mais);
  • Localização;
  • Origem do visitante;
  • Tipo de dispositivo que o usuário está acessando o site;
  • Dados personalizados (idade, gênero, interesses, renda).

Lembre-se sempre de realizar uma personalização baseada nos dados que você já tem. Faça uma análise de quem já são seus clientes. Onde eles moram? Pertencem a alguma faixa etária específica? Que horário acessam mais o seu site? Tente prever uma customização baseada nestes dados.

Este trabalho pode ser bastante custoso, mas ao mesmo tempo lhe fornecerá informações valiosas na personalização do seu site. É claro que não existe como adivinhar com 100% de chance o que seu cliente busca.

Entretanto, se você acompanhar o comportamento explícito dos seus clientes, a probabilidade de você prever o comportamento futuro acaba se tornando aparente. É na estratificação destes diferentes tipos de dados que a personalização torna-se bastante poderosa.

Se você combinar as percepções de navegação, demografia e histórico de pedidos, por exemplo, você terá uma visão muito mais abrangente do seu cliente. E isso é um dado muito mais rico do que considerar somente a idade, gênero e qual navegador que ele utiliza.

Uma das táticas baseadas na localização é oferecer entrega grátis no dia seguinte para quem mora perto e não para quem está longe. Quanto mais vantagem você tirar dessas informações, melhor vai ser a experiência do usuário e, consequentemente, as chances dele comprar de você.

Algumas práticas de personalização que você pode adotar no seu ecommerce

Chegada do cliente no site

  • Mostre imediatamente produtos que são tendências ou comumente pesquisados;
  • Para visitantes que estão retornando, apresente itens já visualizados e recomendações baseadas nas navegações e compras antigas;
  • Monitore se os clientes saem imediatamente de uma página (taxa de rejeição) ou para onde eles vão no seu site. Acompanhe o que mais atrai sua atenção e interesse.

Compra

  • Continue exibindo itens previamente vistos pelos compradores que estão retornando ao site. Eles podem querer encontrar um produto que eles viram anteriormente. Torne isso mais fácil;
  • Mostre produtos relacionados ao item que ele está comprando ou que estão no carrinho. Um bom sistema de recomendação é essencial nessas horas. É a sua chance de aumentar as vendas e fazer venda cruzada;
  • Capture as preferências pessoais e adapte a experiência de check-out. Um exemplo simples é salvar as informações de pagamento e oferecer opções de check-out em um clique;
  • Monitore não somente as compras mas também os itens abandonados no carrinho.

Pós-venda/visita

  • Envie emails pós-venda com recomendações baseadas na compra recente ou no comportamento do cliente em seu site;
  • Personalize conteúdo e não somente recomendação. Quanto mais você mostrar que aquele email foi feito para o cliente, mais ele vai gostar;
  • Considere personalizar Landing Pages conforme o perfil do comprador. Às vezes, um mesmo produto pode atender diferentes perfis de clientes. Abuse de Testes A/B para identificar como distintos tipos de texto, apelo visual e conteúdo podem atingir diferentes grupos e indivíduos.
  • Monitore as taxas de abertura e cliques dos emails para construir o modelo de email que mais se adequa para cada perfil de consumidor.

Para fazer isso, é imprescindível que você possa contar com um sistema de automação de marketing robusto, que torne essa personalização realmente escalável.

É essencial que você projete disparos de emails automatizados para nutrir Leads ou clientes baseados nas interações que eles tiveram com sua loja. A visualização de um produto específico, o abandono do carrinho de compras, a passagem de um Lead por uma determinada sessão do site ou a realização de conversões através do download de um conteúdo rico são apenas alguns exemplos destes tipos de interações.

2. SEO

Search Engine Optimization (mais conhecido como SEO, que em português significa otimização para mecanismos de busca), é um conjunto de técnicas que tem um único objetivo: melhorar seu posicionamento nos resultados orgânicos (gratuitos) dos mecanismos de busca. O principal deles é, obviamente, o Google.

Diferentemente dos anúncios pagos, o SEO é uma estratégia de marketing de médio à longo prazo, pois você precisa que o Google encontre seu site, avalie que você é relevante para seu setor e dê uma posição menor ou maior.

O tempo mínimo para essa estratégia surtir efeito é de 3 meses. Pode parecer muito, mas os resultados são ótimos, pois, além de receber visitas sem pagar por elas, você terá visitantes muito mais propensos a comprar.

Para que a estratégia funcione você deve pensar em tudo desde o momento do desenvolvimento da sua loja virtual. Veja os principais pontos a se considerar:

Tenha um blog para sua loja virtual

Essa é a melhor dica que podemos dar em relação à SEO para seu ecommerce.

Com um blog você poderá impactar sua persona em diversos momentos, agregando muito mais valor à sua marca e ajudando com suas vendas. Quanto mais conteúdo você tiver, mais autoridade sua marca terá no mundo online.

Atualmente o fator mais importante para o Google posicionar bem um site é a qualidade do conteúdo. O buscador possui algoritmos avançados com inteligência artificial e consegue identificar se o seu texto é original e possui relevância para uma pessoa que busca por um determinado assunto.

Tenha uma loja virtual otimizada

Além do conteúdo, o Google considera a estrutura do seu site para encontrar suas páginas e considerar sua relevância para os visitantes.

O Google possui algoritmos para entender se o seu conteúdo é bom ou não. Ele vai usar dos artifícios que suas páginas possuem para classificá-las, portanto é importante que, desde a criação da loja virtual, você já preste atenção se a mesma vem preparada para SEO. Assim vai ser bem mais fácil de executar as otimizações que o buscador exige para ranquear.

Os principais pontos que você deverá otimizar são:

URL da página

A URL do seu site precisa ser amigável, sem aqueles milhares de números e letras, e é de extrema importância que aqui contenha sua palavra-chave principal. Errado: https://meusite.com.br/?cat_id=42Correto: https://meusite.com.br/sapatos-masculinos

Título e meta description

Todas as página do seu site precisam ter um título e uma meta description com a palavra-chave principal que você deseja que esta página seja encontrada. O título é o principal fator que o Google considera ao exibir os resultados de uma busca, portanto use palavras de intenção de compra.

Por exemplo, se sua loja tem uma categoria de jaquetas masculinas coloque no título “Jaquetas masculinas – Compre aqui” ou “Compre jaquetas masculinas”, assim quando alguém usar a palavra-chave “comprar jaquetas masculinas” será mais fácil você ter uma boa posição pois seu título contém todas as palavras-chave buscadas;

Responsividade

Sua loja virtual tem que ser apresentável e disponível para todos os tipos de dispositivos. O Google também analisa esse fator na hora de classificar suas páginas.

Velocidade

Seu site precisa ter um carregamento rápido de informações, pois a maioria dos usuários — por mais interessados que estejam no seu produto — vão abandonar seu site se ele demorar muito para carregar. Leia mais sobre o assunto no post Velocidade do site: aprenda a testar e deixar sua página mais rápida

Estrutura de informação

Todas as páginas do seu site devem se comunicar entre si, elabore suas categorias e subcategorias como uma pirâmide, onde uma coisa sempre leva para outra. Deixe seu conteúdo sempre acessível, com no máximo 3 cliques para chegar em uma página;

Por exemplo, se você é dono de uma loja de roupas unissex e uma cliente está a procura de “vestido curto”, separe suas categorias pensando nos cliques da sua cliente até chegar nesse produto:

  • 1º clique na home;
  • 2º clique na categoria de roupas femininas;
  • 3º clique na subcategoria de vestidos.

Design

O design do site pode ajudar na sua otimização de buscas, pois, se suas páginas forem agradáveis, os usuários ficarão mais tempo no seu site. Sem contar que um bom design influencia bastante nas vendas do seu ecommerce.

Links internos

Sempre coloque links do seu site dentro das suas páginas. Eles devem se relacionar com algo que você está oferecendo e trazerem alguma coisa a mais para o seu cliente. Faça isso, por exemplo, com posts relacionados ou produtos relacionados no final de toda página.

Uso correto das palavras-chave

Otimize tudo do seu ecommerce com palavras que você realmente pesquisou e viu a relevância delas para os clientes. Pesquise a forma com que os seus clientes buscam pelo que você oferece e coloque essa palavra nos textos dos seus conteúdos (posts de blog, descrição de produtos etc.).

3. Redes Sociais

Existem alguns pontos importantes para ter sucesso ao usar as redes sociais a favor do seu ecommerce.

A primeira coisa é que você não precisa estar ativo em todas as redes sociais. Você precisa entender em quais a sua persona se encontra e começar a se comunicar por lá.

Outro ponto importante é que cada dia as redes sociais diminuem o seu alcance orgânico. Em outras palavras, cada vez menos pessoas veem suas postagens sem que você tenha que desembolsar algum dinheiro.

Isso significa que redes sociais se tornaram ruins? Não mesmo! Você continua conseguindo impactar pessoas de forma gratuita, porém você vai ter mais trabalho pois terá que manter uma frequência alta de postagens e ter mais seguidores.

Quando e onde devo fazer campanhas pagas?

Realizar campanhas é sempre um risco pois existe sempre a possibilidade do seu retorno ser menor do que o valor investido. Porém uma vez que você entende o público que melhor reage à seus anúncios, ter campanhas rodando se torna um mecanismo essencial para o crescimento do seu ecommerce.

A dica é sempre começar pequeno sem expectativa de receita no primeiro momento. Uma vez que você encontrar a fórmula perfeita entre segmentação do público e texto/imagem do anúncio, você aumenta seu investimento.

Você saberá que atingiu essa fórmula perfeita quando a média das vendas realizadas por meio dessa campanha for maior que a média do custo por cada venda.

Por exemplo, se você teve 3 pedidos vindos de uma campanha que somam 500 reais e você gastou 250 reais em uma campanha, significa que você recebeu em média R$ 166,66 por pedido e gastou R$ 83,33 para conquistar cada um desses pedidos.

Você pode fazer campanhas pagas nas seguintes ferramentas:

  • Facebook Ads: serve tanto para o Instagram quanto para o Facebook. Como benefício você aumenta sua base de fãs, direciona seu cliente para produtos na loja virtual, divulga promoções, conteúdos, engaja publicações, entre outros;
  • Google Ads: se você quer anunciar no YouTube será por meio dessa ferramenta;
  • Twitter Ads: aqui você pode promover suas publicações, sua própria conta para conquistar seguidores ou um determinado assunto para aparecer no Trending Topics.

4. Google Ads

Com o Google Ads, você pode aumentar sua exposição dentro dos resultados de busca do Google. É a estratégia que a maioria das empresas utilizam, já que proporciona um alcance grande e imediato, gerando mais tráfego para o seu site e ótimos resultados em curto prazo.

Existem dois tipos de campanhas:

Rede de Pesquisa: exibe anúncios nas páginas de resultados do Google ou em redes de pesquisa parceiras do buscador.

Esse tipo de campanha funciona como uma espécie de leilão: você diz ao Google qual palavra-chave quer “comprar” e quanto você quer gastar nela.

Por exemplo, imagine que você tem um ecommerce de roupas masculinas e você sabe que quem quer comprar jaquetas vai ao Google e busca por “comprar jaquetas masculinas”. Sabendo disso, você vai ao AdWords e diz que seu anúncio aparecerá sempre que alguém digitar essa palavra-chave exata e que quer pagar R$ 0,50 por cada vez que alguém clicar em seu anúncio.

Dependendo do lance que você der e de alguns outros fatores, o Google vai exibir seu anúncio mais para cima ou mais para baixo.

google ads ecommerce

Rede de Display: exibe anúncios em milhares de sites e blogs parceiros do Google.

A ideia aqui é tentar entender por onde seu público navega e criar banners que apareçam em locais estratégicos.

Se você vende ternos, talvez uma parte do seu público seja de empresários que leem artigos no site Administradores.com, logo seria uma ótima oportunidade ter banners seus por lá, como o Waze fez na imagem abaixo:

google ads marketing digital para ecommerce

5. Remarketing

Remarketing, também conhecido como retargeting, é uma estratégia para conquistar aquele usuário que entrou na sua loja virtual mas por algum motivo não comprou.

Você já deve ter entrando em algum ecommerce, visualizado um produto e, de repente, em todo canto que você vai esse produto aparece para você. Isso é remarketing.

Isso ajuda a fazer o visitante lembrar do produto pelo qual se interessou e aumenta significativamente as chances dele voltar e comprar.

Você pode aplicar esta estratégia usando o Google AdWords, aparecendo em sites parceiros do Google, ou Facebook, aparecendo dentro da rede social enquanto seu visitante navega por lá.

6. Email Marketing

Muitos dizem por aí que o Email Marketing está morto, porém isso está longe de ser verdade. O Email Marketing é uma das estratégias mais usadas pelas empresas, pois quem utiliza a internet e não tem um email?

A dica mais importante aqui é: nunca compre base de dados de emails. Construa a sua como quem constrói sua própria empresa tijolo a tijolo.

Busque maneiras de capturar email dos seus clientes, pois se esses usuários te entregarem seu email, significa que ele está interessado no que você está ofertando.

Segmentações para ecommerce

Uma das principais armas disponíveis para um ecommerce está baseada na segmentação dos Leads e clientes. Quanto mais customizada for a experiência de compra, maior a chance de você aumentar as suas vendas e fidelizar seus clientes.

Além de criar segmentações baseadas no interesse por uma determinada categoria de produto, é possível separar seus clientes em contatos que não respondem, compradores recentes, compradores com carrinhos de compras abandonados, clientes assíduos etc. Já falamos anteriormente sobre o assunto aqui no post “Segmentação de Leads: gere mais resultados com seus contatos”.

É fundamental que você ofereça, através de suas campanhas de email marketing, soluções ao invés de produtos. Vale muito mais a pena você enviar um email sobre um único produto, explicando suas funções, vantagens e quais problemas ele soluciona para uma pequena lista de clientes interessados do que um email-vitrine para toda sua base de contatos.

Fazer a nutrição dos Leads somente através de emails com produtos implicará em altas taxas de descadastramento a curto prazo. As pessoas não querem receber nos seus emails mensagens com coisas irrelevantes para elas. Tente abordar histórias, fotos, vídeo com instruções, dicas de estilo ou maneiras de utilizar um produto. Mais do que interessados no que você tem para vender, os clientes querem comprar o que realmente atenda seus desejos e sua necessidade.

Se você viu que um Lead passou pela página de um determinado produto, você pode criar fluxos de email personalizados explicando mais sobre aquele item ou enviando um cupom de desconto específico para que o cliente feche a compra.

Também, ao invés de propor sempre o mais barato, ofereça a melhor opção. Tente comunicar de forma eficiente o real valor do produto. Amostras, comparações e reviews são apenas algumas das opções que você pode enviar para um futuro cliente de forma customizada. Os reviews mesmo possuem um grande poder de persuasão porque segundo pesquisas recentes, quase 90% dos consumidores confiam em opiniões online e recomendações de outros compradores. Por isso, é de extrema importância que você encoraje seus clientes a escrever reviews de seus produtos.

Dicas para aproveitar melhor a estratégia

  • Personalização: o segredo de um bom Email Marketing está na sua personalização. Faça com que seu email seja atrativo e legal de ler, com um design que não seja cansativo e nem chato;
  • Periodicidade: defina dias e horários para mandar seus e mails. Planeje-se e monte um calendário editorial para não fazer disparos aleatórios;
  • Métricas: é completamente essencial que você mensure os resultados das propagandas que você fizer no seu Email Marketing. É nessa mensuração que você conseguirá saber informações como quantidade de pessoas que abriram seu email, quantidade de cliques nos links dentro do email, entre outros. Com essas informações você já pode se planejar para mais campanhas de Email Marketing;

7. Chatbot

O atendimento automatizado em escala já é uma realidade — e também nos aponta para o futuro.

Você pode estar pensando: mas como, efetivamente, um bot pode ajudar ampliar as vendas?

Na verdade, os sistemas com inteligência artificial podem ser usados em diferentes situações para melhorar o atendimento ao cliente. Entre elas:

  • Esclarecimento de dúvidas;
  • Agilização das interações;
  • Ofertas complementares;
  • Encaminhamento de problemas mais urgentes e complexos.

A automação do atendimento com chatbots fez com que grandes varejistas do comércio eletrônico, como Netshoes e Fast Shop, adotassem o atendimento virtual como principal interface para comunicação com seus clientes.

Algumas oportunidades:

  • Otimizar a demonstração de produtos;
  • Assistência na navegação;
  • Reconhecimento de clientes recorrentes;
  • Recompra e produtos relacionados;
  • Agilizar a compra;
  • Checkout.

8. Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo é uma das principais estratégias de Marketing Digital. O seu conteúdo será a chave para praticamente todas as estratégias citadas até então.

O bom conteúdo ofertado trará:

  • Autoridade de mercado, que faz com que você tenha um diferencial quando comparado com seus concorrentes, pois se dedica a disponibilizar gratuitamente informações que ajudarão seus clientes a tomarem melhores decisões no futuro;
  • Melhor posição no Google: com um conteúdo de qualidade você terá em mãos a principal estratégia para aparecer na primeira página do Google como falamos anteriormente;
  • Redução de custos: uma das melhores características dessa estratégia é que os clientes virão até você de forma gratuita e orgânica, com visitas recorrentes e grande potencial de compra;
  • Relacionamento com seus clientes: estudar a jornada de compra da sua persona e escrever conteúdos baseados nas necessidades, desejos e momentos de busca dela fará você chamar a atenção dos seus clientes em potencial;
  • Vendas: tendo o seu cliente como um fã, ele compartilhará suas informações e experiências, trazendo mais pessoas para sua marca e ainda se tornando um cliente recorrente de compras.

9. Inbound Marketing

Falando em conteúdo… Se você já conseguiu entender a dinâmica do Marketing de Conteúdo ficará mais fácil produzir essa estratégia.

O Inbound Marketing, também conhecido como marketing de atração, nada mais é do que uma estratégia completa para ser encontrado por seus futuros clientes por meio do conteúdo, educando-os até que entendam que precisam do seu produto e finalmente comprem de você.

O Marketing de Conteúdo é o combustível que fará sua estratégia de Inbound Marketing funcionar.

O Inbound Marketing é um processo que pode ser separado em cinco partes:

  1. Atrair Visitantes
  2. Converter visitantes em Leads
  3. Relacionar-se com seus Leads
  4. Vender
  5. Analisar os resultados

Agora você tem 9 estratégias em mãos que vão fazer com que sua marca cresça e tenha muitas vendas! Claro que, para todas essas estratégias, existem momentos e necessidades pelo que é importante adequar de acordo ao seu ecommerce.

Bonus: como aumentar as vendas do seu ecommerce no final de ano

Agora que já falamos sobre Marketing digital para ecommerce, que tal iniciar as estratégias para fechar mais vendas nesse final de ano?

As principais datas para o comércio eletrônico estão distribuídas entre os meses de outubro, novembro e dezembro. Por isso, é importante que os ecommerces tenham um planejamento de marketing digital. Você já sabe quais são elas?

Provavelmente você já ouviu falar da Black Friday, mas da Cyber Monday e do Boxing Day, você já ouviu? Além de comemorações tradicionais, como Dia das Crianças e Natal, novas datas têm sido criadas e aproveitadas pelo varejo.

Essas ocasiões, que já eram comuns na Europa e Estados Unidos, têm ajudado a alavancar as vendas online no Brasil, ganhando importância no faturamento a cada ano.

Preparamos um resumo sobre cada uma das datas, com dicas do que você pode fazer para melhorar suas vendas:

Dia das Crianças

 

Quando é:

12 de outubro

Origem:

Em 1924, um deputado brasileiro sugeriu que o dia 12 de outubro fosse determinado como um dia em homenagem às crianças.

Mas foi apenas em 1960 que o 12 de outubro passou a integrar o calendário de datas comerciais, após uma marca de brinquedos se unir a uma empresa de produtos para bebês na tentativa de aumentar vendas.

A estratégia deu certo e no ano seguinte diversos fabricantes de brinquedos já aproveitavam comercialmente o Dia das Crianças. A data faturou R$ 3 bilhão no Brasil em 2019.

Dica: esteja atento às regras de publicidade infantil!

A linguagem e a oferta da sua campanha devem seguir algumas regras. Saiba mais sobre isso no post Dia das Crianças: 19 dicas para a sua campanha de marketing ter mais resultados.

Black Friday

Quando é:

Ocorre na última sexta-feira de novembro, após o Dia de Ação de Graças, que é comemorado nos Estados Unidos

Origem:

O varejo norte-americano criou o termo Black Friday para o dia em que são oferecidos descontos altíssimos e oportunidades únicas de compra.

A data também é conhecida como o início do período de compras de Natal. Segundo dados da Ebit, em 2016 o faturamento do comércio eletrônico na Black Friday subiu 23,6% em relação ao ano anterior, fechando em R$ 3,2 bilhão somente no Brasil.

Dica: dê descontos de verdade!

Se a sua empresa decidiu participar da Black Friday, certifique-se de que conseguirá dar descontos relevantes.

Prepare sua estrutura para o volume de vendas que fará em um dia: segundo pesquisa realizada pelo Google, mesmo com ações como “mês da Black Friday” ou “semana Black Friday”, 79% do volume de compras acontece na sexta-feira.

black friday marketing digital para ecommerce

Fonte: Think with Google

Saiba mais sobre a data no post Ações para melhorar suas campanhas de Black Friday e vender mais.

Cyber Monday

 

Quando é:

Acontece na segunda-feira logo após a Black Friday

Origem:

Foi criada em 2005 pela Federação Nacional de Comércio Americana com o objetivo de impulsionar ainda mais as vendas de final de ano.

Diferentemente da Black Friday — que acontece em lojas físicas e lojas online — a Cyber Monday acontece somente nas lojas online, como dá para imaginar pelo nome.

Para os clientes, é a última chance de aproveitar os descontos.

Para as marcas, é hora de esvaziar os estoques que restaram da Black Friday.

É uma data para ficar de olho: em 2019, a Cyber Monday teve um faturamento de R$412 milhões somente no Brasil, o que representa 11% de aumento em relação à 2018.

Dica: atualize suas informações de estoque!

Logo que a Black Friday passar, atualize as informações do seu estoque para divulgar na segunda-feira produtos que você ainda tenha. Assim, você não corre o risco de atrair o cliente e não poder entregar o produto.

Natal

Quando é:

25 de dezembro

Origem:

A história do Natal como conhecemos hoje foi uma construção feita através dos séculos, com influência de diversas culturas. Em alguns países da Europa, por exemplo, a noite de Natal também é comemorada em 24 de dezembro, mas a entrega de presentes ocorre só em 6 de janeiro, conhecido como Dia de Reis.

A troca de presentes, cartões e a famosa ceia de Natal são os rituais que mais movimentam a economia durante o ano, impactando o setor alimentício, segmentos de decoração e presentes dos mais diversos.

Em 2019, o faturamento da data em vendas online no Brasil foi de R$ 14 bilhões.

Dica: esteja preparado para um grande volume de acessos!

Invista em plataformas e servidores que suportem o crescimento da demanda, pois serão muitas pessoas acessando o site ao mesmo tempo.

Outro ponto importante é a garantia de entrega no prazo previsto, afinal ninguém gostaria de passar o Natal sem presente, não é?

Saiba mais sobre a data no post Campanha de Natal: 9 ações de Marketing Digital criativas que sua empresa pode (e deve!) fazer para vender mais 🎅🏽.

Boxing Day

Quando é:

26 de dezembro

Origem:

O termo Boxing Day teve origem na tradição de alguns países de língua inglesa nos quais, logo após o Natal, os patrões presenteavam os funcionários com caixas de presentes pelos serviços prestados durante o ano.

Hoje a data é conhecida no mundo como um feriado pós-Natal no qual as pessoas saem às compras para aproveitar os descontos do que não foi vendido para o 25 de dezembro.

Dica: garanta a facilidade de troca!

A incerteza de poder trocar produtos em lojas online é uma das principais barreiras de compra. Por isso, passe segurança aos seus clientes!

Como essa é uma data em que há bastante incidência de troca de produtos recebidos no Natal, esteja preparado e tenha uma política de troca clara e disponível aos clientes.

Conheça mais sobre Inbound Marketing

Como mostramos neste post, o Marketing Digital pode trazer enormes benefícios para seu ecommerce. A melhor forma de fazer isso é conhecendo mais sobre Inbound Marketing. Se você ainda não sabe do que se trata, ou apenas ouviu falar, temos um excelente material introdutório para estudos.

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