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Confira as dicas de Martha Gabriel sobre inteligência artificial para negócios #RDSummit

Em sua palestra, a escritora, professora e palestrante Martha Gabriel explicou como a IA se desenvolverá nos próximos anos - e o que precisamos fazer para não sermos engolidos por ela

Este post faz parte do RD Summit Live Show, a cobertura completa do RD Summit 2018. Além de artigos, teremos entrevistas com palestrantes, fotos, vídeos e mais durante os três dias de evento. Visite a página da cobertura e fique por dentro de tudo!

Em sua palestra – uma das que inauguraram o RD Summit 2018 – a escritora, palestrante e professora Martha Gabriel começou afirmando que a inteligência artificial tem reestruturado a humanidade.

Mas, afinal, o que é Inteligência Artificial (IA)?

Quando falamos em IA, muitas pessoas pensam logo em robôs que se parecem com humanos.

Mas, segundo Martha, é muito mais do que isso.

Para começar, é preciso definir, afinal, o que é inteligência.

Martha afirmou que isso não é tarefa fácil, mas que podemos considerar que é a combinação de dados com a capacidade de processar esses dados. E isso vale tanto para a inteligência artificial quanto para a inteligência humana.

Então, embora pensemos em androides quando falamos em IA, a inteligência artifical possui vários estágios:

Narrow, que consiste em inteligências que são boas em fazer uma coisa, mas apenas uma coisa. Por exemplo, no caso de computadores que sabem jogar xadrez: eles são excelentes nisso, porém não sabem fazer qualquer outra coisa.
General, que é a inteligência semelhante à humana. O ser que possui essa inteligência é autoconsciente.
E a superinteligência, que seriam aqueles robôs que suplantariam a complexidade da inteligência humana.

Embora o mais comum é que tenhamos robôs que estejam na primeira etapa, o fato é que cada vez mais eles evoluem. Por isso, nosso desafio é evoluir também para que não nos tornemos irrelevantes.

Mas como se, segundo uma pesquisa até 2060 todas as nossas profissões serão realizadas por robôs?

O segredo, segundo Martha, é que precisaremos aprender a conviver com essas máquinas, não tentando barrar sua evolução, mas desenvolvendo aquilo que elas não possuem: nossa parte humana.

Afinal, embora em muitas coisas os seres humanos possam ser substituídos pela IA, ela ainda serve para nos ajudar: em determinadas ocasiões, um ser humano medíocre em determinada pode se tornar melhor do que um que seja expert no assunto, se o primeiro puder contar com a ajuda de alguma IA.

Assim, é necessário que criemos um novo modelo, combine as habilidades da IA e da inteligência humana, caso contrário, apenas replicaremos os mesmos erros que já cometemos atualmente, só que com inteligência artificial.

Os negócios, a IA pode ser muito importante para ampliar e automatizar o alcance do negócio. Nesse aspecto, o uso de IA aumenta o impacto e melhora a performance do trabalho.

Em suma, Martha Gabriel enfatizou que precisamos manter aquilo que nos diferencia dos robôs: empatia, ética e emoção, sendo esta terceira a mais importante.

Mas, quantos de nós temos uma empresa que gera emoção?



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