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4 dicas de Maryna Hradovich para dominar as buscas mobile #RDSummit

Confira as dicas que a Maryna Hradovich, VP de Growth e Desenvolvimento da SEMrush, trouxe para sua apresentação no RD Summit 2017

Você pode até pensar que os dispositivos móveis não estão afetando os resultados do seu negócio, mas provavelmente está enganado.

Muita coisa mudou (e está mudando). Hoje, mais de 60% das buscas na internet são feitas por dispositivos móveis nos Estados Unidos.

No Brasil, atualmente 55% das buscas também são feitas por dispositivos móveis, e o crescimento nos últimos anos foi muito maior que nos Estados Unidos.

Começando com essa dose de realidade, Maryna Hradovich trouxe 4 dicas para melhorar o desempenho do seu site nos resultados do Google em dispositivos móveis.

Indexação mobile first

Já ouviu falar? O Google já está utilizando em alguns locais esse tipo de indexação, que ao invés de avaliar o site como ele é apresentado na tela de computadores, avalia a sua versão para dispositivos móveis (também para posicionar em computadores).

Isso quer dizer que sites que são mais lentos em mobile, não possuem um conteúdo bem adaptado ou possuem problemas com marcações e tags podem ser prejudicados em todos os dispositivos.

Para evitar esse problema, existem algumas ferramentas, como a própria SEMrush, que realizam o diagnóstico da versão mobile do seu site e apontam o que deve ser corrigido.

Uso de AMPs (Accelerated Mobile Pages)

Nós já apresentamos o que é e como configurar AMPs aqui no blog há algum tempo. Na sua apresentação, Maryna reforçou a importância de sair na frente da concorrência e fazer essa configuração no seu site.

Alguns dados interessantes que foram apresentados:

  • 70% das páginas mobile levam mais de 7 segundos para carregar;
  • 40% dos usuários que desistem vão para o site do concorrente;
  • A velocidade média de AMPs é de 0,7 segundos;
  • 80% dos profissionais de SEO acreditam que AMP tem um efeito significativo ou moderado nos resultados.

Um ponto de atenção aqui é acompanhar os relatórios de erros apresentados no Google Search Console, pois páginas que apresentam erros não são indexadas no Google. Não faça como aproximadamente 70% das empresas americanas que possuem AMP configurada apresentando erros.

Uso de dados estruturados

Você já procurou por alguma receita no Google? Assim como a Maryna, você viu um resultado diferente apresentado pelo buscador, com imagens e passos já apresentados na tela, sem precisar acessar o site?

Esse é o exemplo mais simples para entender o que são os dados estruturados (rich snippets).

Aproximadamente 92% de todas as buscas feitas no Google apresentam dados estruturados, como informações detalhadas da empresa, campo de busca interna do site e snippets de destaque (featured snippet).

Otimização para pesquisas de voz

Já usou a pesquisa por voz do seu celular? 40% dos usuários de dispositivos móveis sim, e pelo menos uma vez ao dia (e a tendência é aumentar).

As buscas por voz tem uma particularidade: elas geralmente são perguntas, como “o que”, “quando”, “como”, “onde”…

O resultado apresentado pelo Google para as pesquisas é o snippet de destaque (citado no passo anterior). Aqui existe uma grande oportunidade para você levar seu conteúdo para o topo do buscador, já que não é só o site que está na primeira posição que pode chegar lá.

Para isso, você pode incluir algumas informações estratégicas no seu texto, como:

  • Resposta detalhada do assunto;
  • Listas numeradas (ou não);
  • Uma imagem forte e marcante sobre o tópico;
  • Incluir tanto a pergunta quanto a resposta na mesma página.

Conclusão

“Nosso comportamento como usuário mudou tanto, que nós queremos as respostas agora. Não queremos procurar por ela.”

Com essa frase a Maryna finalizou sua apresentação, e trouxe um último conselho: providencie a melhor experiência possível ao usuário, que isso vai fazê-los felizes e o Google vai recompensar você.

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