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Saiba o que é disrupção digital e conheça as áreas mais atingidas por essa mudança

Você sabe quais são os setores mais atingidos pela disrupção digital? Veja, por meio de exemplos, as áreas mais afetadas pelas inovações digitais

Disrupção digital é o nome que se dá ao processo de otimização de determinadas funções por meio de tecnologias que as tornam acessíveis a um público maior. O YouTube é um exemplo popular de disrupção, uma vez que possibilita que qualquer pessoa com uma câmera publique seu vídeo para o mundo todo.

Na época em que o site surgiu, estúdios ironizavam sua possível ameaça e acreditavam verdadeiramente que ninguém iria assistir a vídeos de baixa qualidade. Bom, como podemos ver, eles estavam enganados. Hoje, existem canais de sucesso no YouTube que rendem fama e muita grana.

Assim como ocorreu nesse exemplo, muitos outros nichos do mercado foram atingidos pela invasão dos recursos digitais. Num primeiro momento eles surgem como uma alternativa com menor qualidade, porém, como qualquer recurso, estão sempre melhorando, até ameaçarem de fato antigos líderes de seus respectivos setores.

Para comprovar isso, vamos destacar outros exemplos da transformação digital afetando diferentes áreas de atuação. Confira!

Áreas atingidas pela disrupção digital

Vamos começar pela exemplo da empresa Netflix, que foi capaz de remodelar um mercado, ajudando a acabar com a carreira das locadoras de vídeo.

Se antes uma pessoa pagava de 5 a 9 reais para alugar um filme, hoje por menos de 20 reais por mês ela tem acesso a centenas deles de forma ilimitada. Em abril de 2015, a empresa já estava valendo cerca de 32 bilhões de dólares, mais do que a emissora líder de audiência dos Estados Unidos, a CBS.

Esse impacto que as tecnologias digitais trazem para o mercado e os seus efeitos na vida das pessoas têm feito muitos líderes pensarem em estratégias digitais, mudando a estrutura de seus negócios e rompendo barreiras que os impedem de expandir o potencial de seus recursos. Isso é a transformação digital.

Nos próximos anos, especialistas defendem que as maiores inovações tecnológicas serão na economia digital, como no caso dos sistemas de pagamentos móveis. A rede multibanco Sibs já oferece a proposta MB Way, compatível com cartões de 14 bancos, cujos serviços englobam desde compras até transferências pelo smartphone ou tablet.

Em maio de 2017, o site português PÚBLICO divulgou que a empresa está em busca de um investidor a fim de complementar as estratégias da Sibs diante do desafio da evolução digital.

Na ramo das seguradoras, startups aparecem com foco no cliente e tecnologias mais adequadas, oferecendo melhores experiências. O setor de seguros é um dos casos em que pouco se evoluiu e, com isso, muita coisa precisa melhorar.

Portanto, a ameaça de serviços mais compatíveis com as necessidades de clientes e acessíveis a um público maior é real e já está acontecendo.

Panorama futuro para a disrupção digital

No setor da comunicação, de operações financeiras e das seguradoras, o futuro tende a ser cada vez mais digitalizado. No financeiro, por exemplo, a substituição de agências bancárias por bancos digitais já é uma realidade e, com isso, já existem investimentos nessa direção.

No geral, essa tendência tem como principal característica a desmaterialização de processos, que traz benefícios como a redução de recursos e despesas para empresas e a redução no valor de serviços para consumidores. Mobilidade e flexibilidade são outras duas características que acompanham a disrupção digital.

Logicamente, o futuro de cada área dependerá de líderes inovadores, assim como da capacidade de marcas tradicionais aderirem aos recursos digitais e adaptarem os seus negócios de acordo com esses modelos.

Um artigo do site jornal de negócios, de Portugal, aponta para cinco pilares da experiência empresarial moderna como sendo as cinco forças da disrupção digital. Veja na tabela abaixo!

  1. Escassez de talentos: 70% dos executivos estão preocupados com o capital humano;
  2. Ascensão de robôs: houve uma redução significativa do custo de robôs, aumentando a compra desses recursos em todo o mundo;
  3.  Mercado de trabalho impermanente: em poucos anos, muitas funções deixarão de existir, segundo dados da WEF;
  4. Expectativa de clientes crescente: os recursos digitais aproximaram clientes e empresas;
  5. Modelos de negócio voláteis: a capacidade de adaptação e evolução rápida são essenciais para a sobrevivência de negócios.

A partir desses dados, fica mais fácil compreender que a disrupção digital não é só uma tendência, mas uma revolução na forma de fazer negócio, seja qual for a área de atuação.

Portanto, ao mesmo tempo em que é preciso correr atrás dessa atualização, cria-se esperança também para um mercado mais receptivo, capaz de acolher ideias inovadoras, mesmo que venham de negócios menores e menos capitalizados.

Artigo escrito por Tiago Magnus, fundador do portal TransformacaoDigital.com, projeto com objetivo de fomentar, ajudar e educar o mercado em torno do tema Transformação Digital, em parceria com influenciadores e empresas nacionais e internacionais. Além disso, é sócio e CMO da Clint, líder no Brasil em seu nicho de atuação, e investidor das startups Advbox, Start Doing e Kuak.

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