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RD on the Road São Paulo: um super resumo de todas as palestras

Não conseguiu ir ou teve que escolher uma das palestras simultâneas? Preparamos um compilado com os principais pontos das 14 palestras do evento; confira

Chegou ao fim mais uma edição do RD on the Road! O projeto de eventos itinerantes da Resultados Digitais teve como última praça a cidade de São Paulo e reuniu mais de 1.800 pessoas no Centro de Eventos ProMagno. A programação teve uma imersão em conteúdos como prato principal, mas também contou com outros temperos, como networking, happy hour, feira de negócios e mais.

Em 2018, estivemos em 11 cidades durante 4 meses e a novidade foi levarmos o evento pela primeira vez para fora do país, em Bogotá e na Cidade do México.

É uma pena que o RD on the Road desse ano tenha acabado. Mas voltamos em 2019, pode ter certeza! E, se você acha que o próximo ano está muito longe e não quer esperar, fique tranquilo, o RD Summit está quase aí. Será nos dias 7, 8 e 9 de novembro, em Florianópolis. Saiba mais em rdsummit.com.br e garanta a sua inscrição!

Para finalizar essa temporada do RD On the Road, fizemos um compilado dos principais pontos de todas as palestras realizadas no evento de São Paulo. Assim, você, que não conseguiu ir, que escolheu outra palestra simultânea para acompanhar ou que não anotou tudo pode recuperar um pouco do conteúdo perdido.

Boa leitura!

Índice

Murilo Gun: Vida Criativa

RD On The Road São Paulo 2018 - Murilo Gun

O empreendedor e humorista Murilo Gun foi o responsável pela abertura do RD on the Road São Paulo.

Com uma grande presença de palco, trouxe para o público bastante conhecimento, aliado a muito humor.

Mas, para Murilo, a criatividade não é só humor e arte. Está muito ligada também a tomar boas decisões. Isto é, tomar decisões criativas que resolvam problemas.

Em tom de provocação fez 3 perguntas para a plateia:

  1. As crianças são criativas? (maioria levanta a mão)
  2. Os adultos são criativos? (minoria levanta a mão)
  3. Mas todos os adultos foram crianças, certo? (não precisou que todos levantassem a mão por motivos óbvios).

“O adulto criativo é a criança que sobreviveu.”

Foi com base nesse questionamento que levantou o problema que o ser humano tem com a criatividade e que é muito relacionado à forma como fomos educados. O modelo de educação industrial, em que os alunos são instruídos a obedecer padrões, serem todos iguais e fazerem trabalhos repetitivos é para Murilo um dos principais fatores que limitam a criatividade das pessoas na vida adulta.

Mas a palestra era sobre criatividade, então como ser um adulto mais criativo? Murilo citou 4 pilares da criatividade:

  1. Input/curiosidade: é onde começa o fluxo criativo. Leia e estude sobre tudo, até mesmo sobre coisas que você não se interessa tanto para ampliar seu repertório. Isso auxilia você a desenvolver seu processo criativo, pois ter uma visão sobre diversos assuntos que estão fora do seu nicho ajuda você a ter inputs que o seu mercado não está olhando.
  2. Processamento: a hora de juntar todas as peças que a sua curiosidade trouxe. Porque nada vem do nada. A criatividade surge de colisão de universos, quando você junta coisas diferentes.
  3. Output: o momento de criar novas imagens e não só recriar o que já existe. Output é coragem e é onde está o gargalo da humanidade. O ser humano às vezes fica cheio de ideias, faz o processamento, mas falta a coragem de colocar tudo em prática, muitas vezes por medo ou insegurança. A coragem de desafiar o status quo ou de reconstruir o modelo de negócios de uma empresa é essencial dentro da espiral criativa.
  4. Feedback: tem a ver com tesão sobre o que você faz e sobre as coisas que você gosta. É o que faz com que o ser humano tenha uma alta performance criativa. Isto é, ser criativo fazendo coisas que te dão prazer. Não adianta você colocar em prática ideias que você não gosta. Uma hora você vai cansar, mesmo que o propósito seja lindo.

Segundo Murilo Gun, “a sacada que vem do nada não vem do nada”. Ou seja, vem de um processo inconsciente. Mas é preciso ter repertório para haver combinações, além de um problema ou desafio. Muitas sacadas inconscientes acontecem em um momento chamado de incubação, como quando estamos tomando banho, por exemplo, onde nos desconectamos e relaxamos.

Para fechar, sugeriu: “faça o que você aprende nos eventos e não só anote. Em vez de anotar 35 super insights e ficar por isso mesmo, faça 1 super insight ir para a prática”.

É com esse aprendizado levado para o dia a dia que o investimento no evento vai valer a pena. Não sabe como fazer isso? Então, depois de ler esse resumo, leia também o post Como colocar em prática os aprendizados que você teve em eventos.

Manuela Lenzi: Introdução ao Inbound Marketing

RD On The Road São Paulo 2018 - Manuela Lenzi

Qual é o futuro das empresas usando o Marketing Digital?

Foi com essa pergunta que Manuela Lenzi, gestora de Sucesso do Cliente da Resultados Digitais, iniciou sua palestra.

Manuela afirmou que ela mesma não sabe responder essa pergunta, mas declarou que sabe como não vai ser: um retrocesso para uma época em que tínhamos pouco acesso a informação, a informação concentrada em poucas fontes (os “donos da audiência”) e interrupções constantes de propagandas na comunicação.

Para a profissional, nada disso vai acontecer mais.

Isso porque, atualmente, as comunicações convergem cada vez mais para a web, e já não é mais preciso ser uma empresa com milhões para gastar em marketing e conseguir atrair seu público para seu negócio. Manuela Lenzi, inclusive, exemplificou isso citando empresas como Endeavor, Tastemade e o economista Ricardo Amorim, que, investindo nos meios digitais, conseguiram atrair pessoas interessadas em seus diferentes produtos.

Mas como funciona essa venda nesse novo mundo de muita informação na internet?

Segundo a profissional, as empresas que possuem bom desempenho na internet são aquelas cujo marketing aborda todas as fases da jornada de compra: aprendizado e descoberta, reconhecimento do problema, consideração da solução e decisão de compra.

Antes, apenas a fase do aprendizado e descoberta era abordada pelo marketing; as outras eram responsabilidade de vendas. A estratégia era colocar a marca nas mídias tradicionais, e ter os vendedores guiando a maior parte do processo. Com isso, o marketing tinha um papel coadjuvante.

Hoje, a estratégia mudou: 60% da decisão de compra já está tomada na hora da venda — porque o Lead já possui muito mais informação sobre o que quer comprar, e obtém essa informação por meio da internet.

Por isso, é preciso estar na internet e trabalhar a presença online, para que o marketing influencie todo o processo de compra, ajudando seu público a comprar do seu negócio. E, para isso, é necessário gerar valor com a presença online.

Caso contrário, seu concorrente é que gerará. Afinal, o Inbound Marketing não é apenas uma necessidade para sua empresa, mas sim uma demanda do público, o que significa que outras empresas — incluindo seus concorrentes — também estão buscando a cada dia mais se inserir nos meios digitais.

Mas, afinal, como aumentar sua presença digital e fazer com que o marketing aborde toda a jornada de compra?

Para Manuela Lenzi, isso se faz em 5 passos:

  1. Atrair: por meio de conteúdos de qualidade, SEO (Search Engine Optimization) etc.
  2. Converter: por meio de ofertas de conteúdo, Landing Pages, promoção.
  3. Relacionar: por meio de Email Marketing, Automação.
  4. Vender: por meio de vendas inteligentes, que entendam o perfil e o interesse dos Leads em comprar para saber se a venda vale a pena.
  5. Analisar: avaliar quais estratégias estão funcionando, e corrigir as que não estão.

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Raphael Lassance: Growth Hacking: táticas não convencionais para acelerar negócios

RD On The Road São Paulo 2018 - Raphael Lassance

O especialista em growth hacking Raphael Lassance trouxe dicas para tornar mais rápido o crescimento das empresas. Mas, antes, de falar sobre a prática, deixou bem claro o seu ponto de vista: na hora de acelerar negócios, não tem solução mágica.

Para ele, o growth hacking consiste em fazer testes e, aos poucos, incrementá-los, para no fim gerar grandes resultados. Tudo, é claro, com base em dados. “A premissa dos growth hackers é analisar tudo o que fazem, senão é só uma pessoa com opinião, e quem traz a certeza são os números”, diz.

Sobre esse profissional de growth, aliás, é interessante que tenham habilidades que Raphael Lassance define como “generalistas especialistas”. Generalista porque precisa conhecer um pouco sobre muitos assuntos, e especialista pois deve ser muito bom em algum deles. Precisa também ir além da aquisição, olhando a empresa como um todo, e não só o topo de funil.

Estes são alguns exemplos trazidos por Rafael Lassance para o profissional de growth aplicar no dia a dia, acelerar o crescimento da empresa e provar resultados:

  • Hack do bolo: a ideia do profissional que sugeriu enviar um bolo aos clientes que fizessem aniversário mostra como trazer resultados com ações inusitadas. O projeto foi testado, enviando-se o presente a 50 pessoas. Funcionou tão bem que acabaram aumentando o número para 3000 bolos.
  • Facebook Live: “o Facebook quer que a gente more dentro da rede social e a transmissão ao vivo atende isso”, diz o profissional. Isso porque as pessoas ficam paradas na tela assistindo, ao mesmo tempo que curtem e comentam o vídeo. Quando esse tipo de engajamento acontece, o Facebook “abre a torneira do alcance” e o vídeo é mostrado a mais usuários.
  • Palestras: falar bem em público também pode ser growth. É que muita gente “tem mais medo de falar em público do que de morrer”, diz. Escolher quem fala bem na empresa e colocar essa pessoa para participar de eventos também gera negócios, além de indicações. Ele usou seu próprio exemplo, de quando palestrou para 1800 pessoas no RD Summit 2017. Depois da apresentação, gerou 280 Leads, 46 prospects, 12 reuniões e fechou 4 clientes. A ideia é fazer um levantamento dos eventos da sua área e, para quem está começando, apostar nos menores, que são menos concorridos, até ganhar experiência e ser convidado para grandes conferências.
  • Viagens: ele sugere aproveitar o tempo para fechar negócios. Algumas semanas antes, começa a se conectar com empreendedores nas cidades para onde vai, iniciando conversas de maneira super personalizada e zero vendedora. Isso porque “mandar mensagem de venda no inbox do LinkedIn é feio”, conclui.

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Rafael Rez: Como fazer Marketing de Conteúdo em 2018

RD On The Road São Paulo 2018 - Rafael Rez

Apesar de o mercado brasileiro estar mais maduro em relação ao Marketing Digital e dispor de várias ferramentas, muita gente ainda peca no conteúdo, o arroz com feijão da estratégia. Esse é o principal problema, segundo Rafael Rez, consultor de Marketing Digital e fundador da Nova Escola de Marketing.

“O cliente é um ser humano e, como tal, emocional, impulsivo. Os profissionais não aproveitam esse aspecto, insistindo em fazer conteúdo focado apenas em uma lista de palavras-chave”, declarou. Por muitas vezes, o texto torna-se frio e desconectado das necessidades dos usuários.

Há muitas fontes de ideias para além dos termos de SEO. Esteja atento às dúvidas dos clientes e responda-as em forma de posts, por exemplo. Investigue demandas com a equipe de vendas e suporte. Pergunte quais são as dúvidas dos clientes e como eles pesquisam nos buscadores. Em um de seus trabalhos, Rez identificou que pessoas com osteofitose buscam pelo termo bico-de-papagaio para identificar os sintomas e tratamento da doença. Bingo!

Além disso, contextualize os produtos/serviços que você oferece. Quem não se lembra da fabricante de liquidificador que triturou um smartphone para provar a eficiência e resistência do equipamento doméstico?

Criar conhecimento de marca, gerar e qualificar Leads, educar os consumidores, engajar os clientes e reduzir os custos de marketing. Essas são funções bastante conhecidas do conteúdo. Porém, a missão só estará completa quando ele for capaz de impressionar o usuário, entregando exatamente o que ele procura. “É essa sensação que fará a pessoa progredir no relacionamento com a sua empresa”, finaliza.

Para saber mais, baixe nosso eBook O Guia do Marketing de Conteúdo.

Cristiano Santos: LinkedIn para Negócios

RD On The Road São Paulo 2018 - Cristiano Santos

Cristiano Santos é jornalista, escritor, palestrante, consultor de mídias sociais e Marketing Digital e especialista em LinkedIn.

Como sua especialidade sugere, trouxe na palestra muitos insights e dicas sobre LinkedIn, tanto para perfis pessoais como para Company Pages.

Dicas para o perfil pessoal no LinkedIn

A dica mais importante de Cristiano Santos foi sobre conteúdo.

“Os profissionais estão produzindo conteúdo no Linkedin. Pare de pensar que é só currículo”, disse.

Mas, além do conteúdo, há algumas dicas para um profissional ter um bom perfil no LinkedIn.

  • Siga as empresas onde gostaria de trabalhar, potenciais parceiras ou até concorrentes;
  • Crie grupos na sua área de especialidade ou nas suas áreas de negócio;
  • Dê parabéns aos membros da sua rede quando iniciam novas funções profissionais; mas evite as automáticas, faça mensagens pessoais;
  • Personalize as mensagens na hora de convidar alguém para fazer parte de sua rede;
  • Compartilhe conteúdo e conhecimento com sua rede. Mostre suas expertises, marque presença e dialogue;
  • Nunca coloque a palavra “desempregado” no seu perfil. Dificilmente alguém está buscando essa palavra-chave, então você não vai ser encontrado.
  • Mude a foto do perfil periodicamente, mas demonstre profissionalismo na escolha.
  • Use o Snappr para avaliar sua foto de perfil.

E no caso de empresas?

Empresas estão oferecendo produtos, serviços e conteúdo no LinkedIn por meio de suas Company Pages.

Mas Cristiano Santos destacou que é legal ter uma Company Page não somente para compartilhar conteúdo, mas também para os profissionais da sua empresa aparecem poderem marcar que trabalham nela.

O palestrante também falou sobre as Showcase Pages, que são pequenas “páginas filhas” dentro de Company Pages. Elas têm administradores e conteúdos separados, mas podem ser segmentadas para outras frentes. Como exemplo, o palestrante falou da Company Page da Microsoft e da Showcase Page do Word, e também da Company Page da Resultados Digitais e da Showcase Page de Materiais Educativos.

LinkedIn para vendas: quais as possibilidades?

Falando de vendas, um conceito abordado na palestra é o social selling, que é uma evolução do processo natural de venda. Hoje a venda não acontece somente porque o vendedor convenceu o cliente, e sim porque um um amigo ou alguém já comprou e foi recomendado.

Um dado compartilhado na palestra mostrou que 7 é o número médio de pessoas envolvidas em um processo de compra B2B. Isso porque o processo todo envolve outras pessoas, recomendações, amigos etc.

Dicas rápidas para vendas B2B no LinkedIn:

  • Criar uma marca profissional
  • Encontrar as pessoas certas
  • Engajar usando insights
  • Construir relações fortes.

Esse foi um resumo. Se você quiser saber mais sobre o tema, baixe o eBook Como vender mais no LinkedIn.

Liliane Ferrari: A arte de puxar conversa e gerar negócios nas Mídias Sociais

RD On The Road São Paulo 2018 - Liliane Ferrari

A consultora de Marketing Digital e palestrante Liliane Ferrari gosta de interagir e defende que as marcas façam o mesmo com os seus clientes na internet. “Conteúdo focado em conversas diferencia o seu negócio. Antes de gerar Leads e oportunidades, é preciso atrair atenção das pessoas”, disse.

A estratégia também é vantajosa financeiramente: empresas que se comunicam ativamente e de forma humanizada com o público veem o valor de suas ações aumentarem, caso da rede de hamburgueria americana Wendy’s.

Mas como começar um bate-papo nas redes? O primeiro passo é monitorar o que o público está falando e participar das conversas. Na prática, dependendo do negócio, esse diálogo acontece fora do horário comercial, padrão que já ficou no passado. Identificar tópicos de conversa por meio de hashtags também é bastante válido.

“As marcas não precisam mais ter presença digital, como uma página no Facebook ou um site. Elas devem ter atuação digital, serem mais ativas e humanizadas na comunicação”, afirmou Liliane Ferrari.

Nas postagens nas redes sociais, faça Calls-to-Action que incentivem a participação da audiência. Em vez de publicar “escutar música ajuda a relaxar, né?”, tente “qual música faz você relaxar?”. Mudar a forma de perguntar pode ser o começo de uma boa conversa.

Ainda, evite um erro bastante comum entre as empresas: disponibilize botões do WhatsApp e Messenger no site da sua empresa para os consumidores entrarem em contato. Em alta, os chatbots também são bastante úteis para abrir espaços de conversa entre a sua marca e o público.

Vitor Peçanha: Dominando o Google: os segredos de SEO do maior blog de Marketing de Conteúdo do Brasil

RD On The Road São Paulo 2018 - Vitor Peçanha

Sempre presente nos eventos da RD, o cofundador da Rock Content, Vitor Peçanha, apresentou aos paulistas algumas dicas de Search Engine Optimization (SEO). Ele trouxe alguns atributos que considera essenciais para que seu conteúdo fique bem ranqueado nos buscadores: entrar na mente das pessoas, seduzir, encantar e competir.

Para entrar na mente das pessoas, é necessário, de acordo com Vitor Peçanha, “criar o melhor conteúdo do mundo”. Pode parecer telepatia, mas isso é feito, na verdade, com base em pesquisas de palavras-chave, que mostram o que o seu público-alvo está procurando.

Na hora de seduzir quem faz a pesquisa, a aposta é no título e na metadescrição. A dica do especialista é não seguir fórmulas, mas, sim, alguns princípios, como despertar a atenção, mostrar benefícios claros, usar palavras chamativas, analisar resultados e enfatizar que seu conteúdo resolve problemas. A ideia é fazer pelo menos 10 versões diferentes.

Depois de a pessoa encontrar seu conteúdo no Google e clicar nele, ela deve consumi-lo. “Se a pessoa só entra no seu site e fica 5s, depois volta para o Google, o buscador entende isso como um sinal de que seu conteúdo não é bom”, explica. Uma tática para manter o leitor na página é despertar curiosidade.

Por fim, a dica é ser competitivo para se manter no topo das buscas. E uma ótima maneira de fazer isso é atualizando seu conteúdo de tempos em tempos.

Leticia Bahlis: Email Marketing: Dicas e estratégias para melhorar suas campanhas

É normal perceber que a eficiência dos seus emails cai. Letícia Bahlis, analista de Implementação de Sucesso na área de Parceiros da Resultados Digitais, começou sua palestra com essa afirmação.

Mas é possível contornar esse problema e melhorar suas campanhas de email. E, segundo Letícia Bahlis, a melhor forma de fazê-lo é atacar três frentes: experiência do usuário, gestão de base e entregabilidade.

Experiência do usuário

Nessa frente, é essencial se perguntar quais necessidades seu usuário tem, quais problemas ele enfrenta e o que ganhará com seu email. Também é importante, no aspecto mais técnico, aproveitar a área nobre de email, utilizar assuntos curtos (no máximo 35 caracteres no celular, por exemplo) e reduzir a quantidade de texto, deixando apenas o essencial.

Enviar emails de boas-vindas também é uma boa dica. Eles servem para você aprender mais sobre o Lead e direcioná-lo para o conteúdo que ele quer, gerando mais valor para ele. Usar as informações do usuário (nome, empresa, cargo etc.), personalizando o email, também é uma boa prática.

Gestão de base

Na gestão de base, é importante lembrar que não se deve ficar insistindo em enviar emails para Leads que não engajam. E comprar base nunca é uma boa opção, pois você não sabe se esses contatos comprados estão realmente interessados no seu produto/serviço.

Por isso, funciona bem fazer uma boa limpeza de base. Algumas ferramentas que podem ser usadas são a SafetyMails e a DataValidation. Outra dica é fazer os disparos em lotes que sejam no máximo 10% da base. Assim, você pode ir sentindo os resultados e fazer ajustes, se necessário.

Entregabilidade

Na frente entregabilidade, Letícia Bahlis recorda que a entregabilidade possui métricas, e que medi-la e testá-la é fundamental para saber se seus resultados estão sendo eficientes. Nesse caso, uma ferramenta que pode ajudar é a Sender Score. Outra é a MailTester, que testa emails e dá uma nota para eles, dizendo o que precisa ser melhorado.

Vale lembrar que enviar emails demais nunca é bom, e pode prejudicar a entregabilidade. A RD, por exemplo, começou a medir a correlação entre o volume de emails enviados e sua eficácia, e descobriu, que, quanto maior o volume de emails que disparava, menor era sua eficácia.

Finalizando sua apresentação, Letícia Bahlis sugeriu ao público utilizar a ferramenta Benchmarking de Métricas de Email Marketing, para ajudar a entender o que precisa ser melhorado para atingir melhores resultados com campanhas de email, de acordo com o segmento de mercado de determinada empresa.

Thiago Gabri: Inbound Sales: 9 dicas que você precisa saber para começar

O diretor de sales enablement da Resultados Digitais compartilhou 9 dicas sobre Inbound Sales para a plateia do RD on the Road.

Pelo título, aparentemente a palestra estaria direcionada apenas a profissionais de vendas, mas não é só isso, afinal falar de vendas é importante também para profissionais de marketing.

“Não adianta trabalhar para gerar Leads e oportunidades se não conseguir levar para vendas”, disse Thiago Gabri.

As 9 dicas foram:

1. Construa seu funil de vendas de forma clara desde o momento zero

Desde o momento que você decide abordar seu primeiro cliente é preciso ter clareza sobre o funil. Mas não monte o funil baseado na sua experiência e sim baseado na experiência do cliente.

Lembre-se também de consolidar o processo e etapas do funil em um único playbook. O playbook da RD tem 250 páginas e é a base de todo o processo comercial da empresa.

Bom, o seu não precisa ser tão grande, pode ter 3 páginas, por exemplo, o importante é que tenha tudo documentado em um único lugar e não espalhado em várias fontes.

2. Analise dados da operação constantemente

Se você não consegue medir, não consegue comprovar o resultado. Os dados são muito importantes porque às vezes o nosso feeling pode dar errado.

Alguns bons Leading indicators para acompanhar são: de oportunidades geradas, de deals no pipeline por etapa, de ligações e atividades diárias.

3. Tenha um forte alinhamento entre marketing e vendas

Escrever um bom SLA entre marketing e vendas é muito importante para as áreas terem menos atrito. Para que isso aconteça é necessário ter muito claro a definição das metas. Alguns exemplos:

  • MQL x SAL (ou maketing qualified Leads x sales accepted Leads)
  • Perfil de Lead x Eficiência

Dicas para escrever um SLA: que ele seja pragmático, objetivo e binário. Ao contrário do playbook, é melhor ser mais enxuto. Na RD, tínhamos um SLA de 30 páginas e que ocupava muito tempo do time de vendas. Por isso, enxugamos para 1 página só.

4. Pré-vendas não é a solução para tudo

Depende muito da área e da empresa. Para saber se você deve implementar, analise dois fatores:

  • Qual problema você quer resolver?
  • Ticket médio vs. ciclo de vendas

Se o produto é muito básico e é vendido em até uma semana ou se o vendedor fecha em 2 calls, talvez uma área de pré-vendas complique mais. Com mais de 4 interações aí sim vale investir na área.

5. Contratação: construa um processo seletivo eficiente

Vendedor se vende muito bem, então tenha cuidado!

Avalie competências e comportamento, e inclua etapas de teste, entrevista e roleplays.

6. Quando tomar a decisão correta de promover ou tirar alguém do time

Em vendas, é importante avaliar dois fatores de cada profissional: cultura e resultados. Thiago Gabri sugeriu uma matriz, que consiste em:

  • Pouca cultura e pouco resultado: demita
  • Pouca cultura e muito resultado: alinhe
  • Muita cultura e pouco resultado: treine
  • Muita cultura e muito resultado: promova

7. Invista tempo afiando o machado

Treinar é fundamental e é interessante fazer formatos diferentes de treinamento. Exemplos: checkup, roleplay e listening.

“Recomendo contratar uma consultoria, isso ajudou muito a gente a evoluir e a ganhar velocidade”, disse.

Mas se olhar para pessoas dentro de casa, escolha uma referência, ele tem que ter boa performance e boa cultura. Se a pessoa está vendendo bem e é alinhada com a cultura, ponha ele pra treinar. “Na RD fazemos treinamentos de vendas todos os dias“, disse.

8. Gerencie pessoas, não só processos

Tenha reuniões semanais de 1-1 com seus vendedores. Com essa prática, você pode ajudar o vendedor a:

  • Ajudar em seu planejamento de vendas
  • Ensiná-lo a analisar seu desempenho
  • Desenhar planos de ação que destravem seus negócios.

9. Tecnologia: use um CRM

“Não existe equipe de vendas sem tecnologia. Se você não tem um CRM ainda, contrate um ao sair daqui”, disse.

É muito importante para você registrar tudo sobre um Lead em uma ferramenta. Não acredite que você possa guardar tudo, mesmo sendo um consultor individual. A tecnologia é fundamental para ajudar você e sua empresa nas vendas.

Andrea Iorio: Transformação Digital

Andrea Iorio, investidor-anjo e country manager do Tinder no Brasil e América Latina, subiu ao palco para comentar as seis competências que farão você surfar na transformação digital, que é considerada a 4ª Revolução Industrial. “O profissional de hoje precisa ser totalmente diferente do especialista do passado”, disse durante a palestra. Vamos aos requisitos:

  • 1. Desenvolver flexibilidade cognitiva: é a capacidade do cérebro de transitar entre várias áreas do conhecimento, combinando e aplicando tais saberes em um negócio. É o que fez o Tinder ao identificar tendências e oportunidades no universo dos relacionamentos.
  • 2. Inovar com familiaridade: o segredo é desenvolver soluções ousadas, mas que sejam facilmente absorvidas por nosso cérebro. Para isso, seu produto ou serviço deve considerar três aspectos: os valores humanos a fim de gerar demanda, a viabilidade tecnológica e financeira.
  • 3. Ser especialista em comportamento humano: o principal motivo para o fracasso de uma startup é a falta de demanda. Entender aspectos quali e quantitativos do universo dos relacionamentos e as tendências da sociedade foram os ingredientes certos para a receita de sucesso do Tinder.
  • 4. Possuir altruísmo digital: o que, na prática, significa priorizar a experiência do usuário, colocando-o no centro do seu negócio.
  • 5. Ter pensamento crítico: desafie o status quo. “Líderes de grandes empresas não estão preenchendo as lacunas existentes no mercado”, afirmou Andrea. O Tinder materializou essa teoria, por exemplo, ao considerar que uma conversa só poderia ser iniciada com após a demonstração de interesse das duas partes, satisfazendo especialmente um querer das mulheres. O cadastro simples e rápido também desafiou os grandes formulários dos sites de namoro tradicionais.
  • 6. Focar em resultados: o seu negócio tem que ser sustentável a longo prazo. Retenha clientes oferecendo uma boa experiência para eles. “O Tinder identificou lacunas no mercado e soube preenchê-las com uma solução de alto valor para os usuários, o que gera propensão a pagar”

Ao fim, Andrea fez uma provocação: “explore seu potencial, mude sua rotina, conheça e desafie suas crenças para surfar no cenário de transformação digital”, finalizou.

Edney Souza: Google Adwords e Facebook Ads: comece a investir em anúncios de forma estratégica

O especialista Edney Souza trouxe dicas de como criar anúncios para Facebook e Google Ads de forma estratégica, pensando em toda a jornada de compra. Ao contrário do que muita gente pensa, o palestrante explica que os anúncios não são só para a parte da conversão. É preciso criar consciência de marca: “se você está falando para a pessoa baixar alguma coisa da qual ela nunca ouviu falar na vida, ela não vai fazer isso”, explica.

O primeiro passo é construir uma persona com base em dados, para entender para quem você está anunciando. “Muita gente queima dinheiro por não entender isso”, diz o especialista, mais conhecido na rede como Interney.

Na fase de ativação, é preciso garantir que a pessoa está usando o que adquiriu ou baixou. Divulgar receitas para quem comprou uma air fryer, por exemplo, é uma maneira de estimular a pessoa a usar o produto. Isso é importante porque, mais tarde, ela pode indicá-lo para outra pessoa.

A próxima etapa é fazer um acompanhamento com os clientes para garantir a retenção. A etapa de revenue é para quem tem uma versão gratuita do produto ou serviço e precisa convencer as pessoas a pagarem por uma versão mais completa dele.

Mas, como você já deve imaginar, nem todas as pessoas seguem essa jornada de compra. Muitas podem pensar: “meu produto quebrou, vou comprar outro”; “preciso fazer um bolo, mas não tenho uma batedeira, então vou comprar uma” etc. Por isso, existem os micromomentos: “eu quero saber”, “eu quero ir”, “eu quero fazer”, “eu quero comprar” etc. De acordo com Interney, se você entende isso, pode fazer anúncios específicos para esses micromomentos.

O profissional dá atenção especial à hora de segmentar anúncios, combatendo estereótipos. Ele cita o exemplo dos games, cujo público-alvo já foi de maioria masculina, mas hoje é mais consumido por mulheres.

“Quando você não faz sua persona com base em dados, está dessincronizado com seu público atual”, diz. De acordo com Interney, se você tem seu público definido há mais de dois anos, ele pode estar errado. Se o definiu há mais de cinco, ele está errado com certeza. “Temos que reaprender quem é nosso público a cada seis meses, a cada um ano no máximo”, explica.

Para quem já dominou a jornada do consumidor, uma dica é usar as audiências customizadas do Facebook. Quando você publica um vídeo, por exemplo, pode transformar as pessoas que o assistiram em uma audiência customizada para fazer anúncios.

Da mesma forma, a segmentação de Leads. Você pode subir uma base de emails e o Facebook seleciona quem está na rede social. Você, então, cria um anúncio para esses usuários. O mais saudável é capturar essa base, mas usar um anúncio do Facebook pode ser menos inconveniente e prejudicial para o seu domínio do que enviar uma campanha de email para quem não autorizou o envio, por exemplo.

Já com o lookalike audience você pode uma audiência parecida para o Facebook, que gera uma audiência parecida com as audiências customizadas que você já tem. Pode parecer um tiro no escuro, já que o Facebook que vai decidir. Mas na prática funciona muito bem.

Por fim, como medir tudo isso? Segundo Interney, não há fórmula mágica. No digital você consegue medir tudo, quantos clicaram, quantos ficaram na página, quantos compraram. Com tantas métricas para onde olhar? Um relatório serve para tomar decisões. É preciso definir essas métricas para cada canal e estágio da jornada do consumidor.

André Siqueira: Marketing Digital na prática: as dicas para 2018

Quando se começa a investir em Marketing Digital, é muito comum pensar: como é que se faz mais com menos? André Siqueira faz uma palestra nova a cada ano nos eventos da Resultados Digitais, e um dos feedbacks que mais recebe é: “anotei muitas coisas práticas, vou começar a fazer amanhã”. Por isso, ele trouxe em sua palestra várias dicas práticas, voltadas para cada etapa do funil. Selecionamos 5 delas:

  • Use targeting com foco máximo: decidir quem colocar como público-alvo pode ser traiçoeiro. É importante tirar da cabeça as primeiras coisas que vêm à mente. Normalmente a primeira ideia é muito abrangente e ampla. O melhor é pensar no que só o seu cliente tem, de forma bem específica.
  • Complemente seus posts com hashtag e localização, pois isso ajuda a atrair mais tráfego para o seu negócio. O site Display Purposes, por exemplo, mostra hashtags correlatas, que as pessoas estão usando e que podem ser um canal para elas descobrirem seu negócio. Já o aplicativo Focalmark levanta uma série de hashtags sobre determinado tema, assim como o Autohash.
  • Transforme o blog em uma máquina de conversões: muita gente encara o blog apenas como uma forma de publicar conteúdos, mas ele também ajuda na geração de Leads. André Siqueira trouxe o exemplo do próprio blog da RD, em que usamos os players de áudio do Vooozer para gerar Leads, por exemplo. O mesmo fazemos com players de vídeo. Também vimos que funciona bem a incorporação de formulários no meio do post, especialmente com materiais relacionados com o artigo.
  • Faça Stories e posts mais elaborados: a dica aqui é pensar em como você pode se diferenciar na hora de criar Stories e outros posts de redes sociais. Um aplicativo chamado Legend ajuda a transformar um texto em um vídeo animado quando não se dispõe de um designer ou profissional de vídeo. Assim, seu post vai ter um ar mais profissional e chamar mais atenção. Já o facebook.com/sound tem trilhas sonoras gratuitas para usar em seus vídeos nas redes sociais.
  • Vá além do nome na personalização: pode-se usar outras variáveis além do nome, como a empresa. E fora a variável, também é possível personalizar a mensagem a partir de alguma característica que faça a pessoa se sentir enquadrada em um grupo.

Sandro Magaldi: Você está preparado para a gestão do amanhã?

Sandro Magaldi começou sua palestra perguntando: quais são as transformações que estão mudando o mundo e a sociedade?

Sandro Magaldi afirmou que os vetores dessas transformações têm sido a revolução tecnológica e a internet, que tem possibilitado o acesso à informação para cada vez mais pessoas.

Mas, sejam quais forem essas transformações, ele foi categórico: é a revolução nos costumes e nos comportamentos da sociedade que conduz as mudanças que acontecem no mundo empresarial. Por isso, é importante entender o que está transformando o mundo e como isso impacta o mundo dos negócios.

Um exemplo trazido por Sandro Magaldi é a notícia de que, em um ano, a emissão das carteiras de motorista em São Paulo caiu 20%. E qual é a causa disso? Uma das explicações é que os aplicativos de transporte, como 99, Uber e Cabify, estão mudando o comportamento das pessoas. O sonho de consumo de ter um carro está mudando, e fazendo com que a posse (do carro) dê lugar ao acesso (ao transporte).

E esse é apenas um caso. O ponto é que esse tipo de transformação traz novas oportunidades de negócio, gerando novas demandas.

Mas, da mesma forma que traz oportunidades, essas transformações trazem ameaças, pois nem todos conseguem se adaptar a essas transformações abruptas. E isso pode levar muitos negócios ao fracasso.

Sandro Magaldi afirmou que não é fácil ver essas transformações; por isso, precisamos treinar nosso olho.

Por outro lado, ele foi otimista: pela primeira vez, o darwinismo está se manifestando no mundo dos negócios: não são apenas as grandes empresas que prosperam, mas sim aquelas que se adaptam e causam as transformações, e que tem coragem de peitar as grandes empresas e o status quo. Afinal de contas, as empresas que mais mudam o mundo hoje em dia eram, há alguns anos, “apenas” startups no fundo de uma garagem.

Assim, o palestrante ressalta que, mais do que nunca, existe uma oportunidade rara e clara de (como pequenas empresas) protagonizarmos essa mudança. O empreendedorismo é o grande vetor de transformação dessa nova sociedade.

Por fim, Sandro Magaldi afirmou que, atualmente, vivemos um ponto de bifurcação, em que as ideias e práticas do passado ainda convivem com as ideias e práticas do futuro. É possível escolher qual dos dois caminhos tomar. Mas ele nos convida a considerar o caminho do novo.

Fábio Ricotta: Erros mortais em projetos de Inbound Marketing

RD on the Road - Fabio Ricotta

O fundador da Agência Mestre, parceira Diamond da RD e especialista em Marketing Digital Fábio Ricotta subiu ao palco com a mensagem clara: “eu não quero que vocês comprem e contratem minha agência, quero que vocês aprendam”.

Com esse pensamento, compartilhou alguns erros que ele como dono de agência cometeu. Sim, todos estes erros aconteceram na Agência Mestre. Se quiser pular direto para os slides pode acessar no link bit.ly/erros-inbound.

Ele falou sobre muitos erros, vamos destacar aqui 7 deles.

  • Uma meta sem um plano: “Não podemos começar qualquer projeto sem criar um planejamento mínimo”, disse. Você precisa perguntar qual o objetivo da empresa com o Inbound Marketing.
  • Não definir personas: estimar com dados de marketing e também com insights do time comercial é uma grande arma. Use e abuse de tempo para construir suas personas. Para fazer isso, Ricotta sugeriu o mapa da empatia.
  • Não pensar na jornada do cliente: ter clareza das motivações das personas faz toda a diferença no projeto.
  • Não criar uma estratégia integrada: uma boa estratégia de conteúdo precisa ligar os pontos Persona + Palavra + Funil. “Com um bom plano pde ser feito uma boa execução”. Dica: usar os planos de sucesso do RD Station Marketing.
  • Não pensar em cada canal de acordo com o comportamento do usuário: Google é pesquisa. Facebook e Instagram é socialização, Youtube é entretenimento, Amazon e Buscapé é compra, Taboola e Outbrain é leitura, e Linkedin é negócios. Falando nisso, desabafou sobre anúncios no meio de vídeo de youtube. Que eles interrompem os vídeos, estragam a experiência e faz o usuário ver a empresa anunciante como inimiga, pois está atrapalhando seu lazer e não está sendo relevante.
  • Não testar pelo menos 2 canais: porque se você investir somente em um você não consegue comparar e saber qual é o melhor.
  • Não inventa moda e faça o que funciona: Ricotta compartilhou o método MMV (Mínimo Marketing Viável), que é a forma mais rápida de começar. Para ele, é simples, basta criar uma Landing Page de fundo de funil, uma campanha de mídia (Facebook Ads ou Google AdWords) e fazer uma automação para convidar quem converteu a agendar um horário com um vendedor. Funciona muito bem para B2B, garantiu.

Bom, chegamos ao fim do resumo. Esperamos que tenha ajudado você a aprender mais sobre Marketing Digital e Vendas.

Aproveitando, a gente convida você para contar nos comentários abaixo de qual palestra você mais gostou ou qual foi seu maior aprendizado no evento.

Até ano que vem! (Ou até o RD Summit, que, lembrando, ocorre nos dias 7, 8 e 9 de novembro, em Florianópolis!)

RD Summit 2018 - branding para eventos

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