Email Marketing

Email Marketing

Email Marketing é toda comunicação via email que acontece entre uma empresa e seus contatos ou clientes. Uma campanha de Email Marketing pode ser desenvolvida em texto ou HTML e conter produtos, promoções, conteúdos etc. Em geral, as mensagens são enviadas com uma ferramenta de disparo de emails.

O que é Email Marketing

Assim como todo bom restaurante deve ter um ótimo garçom, toda empresa pode e deve ter um bom relacionamento com seus contatos — sejam eles futuras vendas ou atuais clientes.

Muitas das empresas que ajudamos a crescer aqui na Resultados Digitais possuíam boas práticas de relacionamento por Email Marketing.

Além disso, de acordo com o site Statista, o número de usuários de email ao redor do mundo será de 2,9 bilhões em 2019 — mais de um terço da população.

É provável que o público-alvo da sua empresa esteja entre essas pessoas, certo?

A história do Email Marketing começou no fim da década de 1970, quando o gerente de marketing da Digital Equipment Corp, Gary Thuerk enviou 400 emails promovendo computadores da companhia, o que resultou em 13 milhões de dólares em vendas.

Mas foi nos anos 1990 que a internet massificou o Email Marketing.

Isso abriu as portas para uma nova forma de comunicação, mas também fez surgir os indesejáveis spams — e, por consequência, as regras para proteger os consumidores dessa prática.

Nos anos 2000, tornou-se claro que pensar que somente enviar emails, sem pensar no destinatário ou no conteúdo, não era suficiente.

Desde então entende-se que, para fazer um Email Marketing efetivo e não acabar na caixa de spam, é importante seguir as boas práticas.

O surgimento de tecnologias como os smartphones e de novas formas de relacionamento, como as redes sociais, teve impacto também sobre o Email Marketing.

No entanto, independentemente da tecnologia, sabe-se que hoje é importante focar nas necessidades de cada usuário ao receber o email.

Assim, o que iniciou como comunicação de massa desenvolveu-se para uma estratégia de relacionamento com Leads e clientes.

Hoje os sistemas de automação de marketing, como o RD Station, permitem segmentações avançadas e a análise das mensagens enviadas, em uma abordagem estratégica do Email Marketing.

Vantagens do Email Marketing

Muita gente chegou a dizer que o Email Marketing estava próximo do fim com o crescimento das mídias sociais, mas não foi o que aconteceu.

Isso porque as pessoas têm o email totalmente incorporado às suas vidas: ele é a coisa mais simples e fundamental que alguém pode ter na internet. Muitos vão além e são até compulsivos com seu uso, passando o tempo todo com a caixa de email aberta e conferindo cada nova mensagem que chega.

Sem dúvida as redes sociais, por exemplo, são uma ótima forma de espalhar sua mensagem e chegar aos seus clientes. No entanto, esses canais geralmente são encarados com mais informalidade e menos compromisso que o email.

As pessoas não se sentem na obrigação de ver todos os posts na página do Facebook das empresas que seguem, nem de lerem todos os posts publicados nos blogs das suas marcas favoritas.

Além disso, é mais difícil acompanhar todas as atualizações publicadas nas redes sociais. Já os emails são olhados cuidadosamente, em geral todos os dias.

Por mais que todos tenhamos que lidar com alguns spams indesejados, se a pessoa assinou o conteúdo da sua empresa e sabe que é relevante para ela, há uma tendência muito grande de o seu email ser aberto e lido.

Desse modo, usar de forma adequada o Email Marketing é uma arma muito eficiente para manter um relacionamento com as pessoas, sejam elas clientes atuais ou apenas potenciais interessados.

Esse é um ativo que deve ser nutrido com o tempo e explorado com cuidado, mas os resultados valem o esforço.



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Tudo o que você precisa saber para fortalecer o relacionamento com clientes e gerar resultados de negócio.

Tipos de Email Marketing

O Email Marketing é um canal de comunicação e relacionamento que oferece diversas opções de estratégia de Marketing Digital.

Com ele, é possível utilizar vários formatos de comunicação, como ofertas, newsletters, ativações, cartões comemorativos, avisos úteis etc.

Cada um desses formatos deve ser usado para ocasiões específicas. Alguns são mais voltados para a venda de um produto, notificações sobre a atualização em um blog, oferta de um download gratuito, comemorações e mais.

Abaixo, vamos explicar um pouco mais sobre alguns desses formatos para você ter uma visão geral sobre o que pode — e o que não deve — ser feito.

Newsletter

Newsletters são uma boa forma de se comunicar para nutrir o relacionamento com seus Leads e clientes de maneira mais leve e com mais proximidade.

Elas costumam ter uma abrangência maior de interesses, abordando diversos assuntos dentro de um tema amplo. Por exemplo, é possível promover um produto para os que estão em um momento avançado de compra, mas também ser relevante para os que ainda  se interessam apenas pelos artigos e dicas.

Se sua empresa já possui um blog com conteúdo frequente, a newsletter é uma excelente forma de alavancar o alcance do conteúdo.

Mais detalhes sobre esse formato estão no post 7 dicas para criar uma newsletter de qualidade. E, para não perder nenhuma etapa do processo de criação de uma newsletter, acesse nossa checklist de Newsletter.

Email promocional

Antes de tudo, é importante entender que “promocional” não quer dizer apenas email divulgando promoções e produtos.

No caso do email, “promocional” é no sentido de “promover uma oferta”, seja ela um conteúdo gratuito ou um produto de fato. Esmiuçando melhor, um email promocional pode ser:

  • de produtos físicos (como é o caso de ecommerces e empresas de varejo em geral);
  • de produtos/serviços digitais (como é o caso de ofertas de consultorias, softwares e ferramentas pagas);
  • de produtos digitais gratuitos (como é o caso de eBooks, ferramentas, webinars etc.).

Emails promocionais têm como foco único a conversão, sem as várias opções que uma newsletter possui. Eles possuem um potencial enorme de levar a mensagem certa para a pessoa certa em qualquer etapa do estágio de compra, caso seja feita de forma otimizada.

E como fazê-los de forma otimizada? O segredo está na segmentação, ou seja, enviar o email para um público-alvo específico que esteja interessado no que está sendo oferecido.

Ainda nessa página, no tópico “Segmentação”, você vai aprender sobre como segmentar uma lista para ter melhores resultados.

O passo a passo completo para montar uma campanha desse tipo você vê no nosso checklist de email promocional.

Email sazonal

Uma outra opção de uso de Email Marketing é usar as datas especiais de cada usuário para enviar uma mensagem personalizada.

Essas campanhas podem corresponder a mensagens de aniversário, datas comemorativas, parabenizações por alguma conquista e felicitações em geral.

A ideia central é fazer com que seus Leads e clientes se sintam lembrados e que sua empresa esteja presente nos momentos importantes para o seu público.

Datas comemorativas podem ser excelentes para promover sua marca. Geralmente, os emails de comemoração envolvem um uso maior de artifícios visuais e textos curtos para conquistar e prender a atenção do destinatário.

Email Marketing de boas-vindas

O email de boas-vindas é o email que você enviará ao seu prospect assim que ele se tornar Lead. Pode não parecer importante, mas esse email tem diversas funções, principalmente avançar o usuário em sua jornada de compra, ou seja, nutri-lo com informações relevantes. O próximo passo que ele tomar pode ser decisivo na relação com sua empresa.

Na Resultados Digitais, fizemos um experimento para provar o impacto desse email. Queríamos saber qual era a taxa de retorno dos usuários em todos os canais. Ou seja, quantos usuários, daqueles que tinham recém-entrado em nossa base, acabavam retornando.

A resposta era: 31% das pessoas retornavam. Assim, resolvemos enviar esse email.

Após fazermos isso, a taxa passou a ser 47,6% de retorno para os novos usuários (um aumento de 51% nessa métrica, que é uma das mais importantes para qualquer negócio).

Email para clientes inativos

Para aumentar a taxa de engajamento de suas campanhas e alcançar o objetivo que provocou o envio, a regra número 1 de emails para clientes inativos é fazer uma oferta interessante, alinhada com as características do público que receberá o email e com uma periodicidade adequada.

Também é importante se lembrar de destacar a relevância do assunto do seu email e segmentar os Leads selecionados para o envio, entre outras dicas importantes para que suas campanhas de email tenham boas taxas de abertura e clique.

Mas, além disso, há algumas boas práticas que você pode adotar para engajar seus Leads que não estão mais interagindo com os seus emails. São elas:

  • Perguntar quais conteúdos ele gostaria de receber;
  • Fazer anúncios segmentados para seus Leads nas redes sociais (utilize o email deles para encontrá-los);
  • Evitar emails de grupo (como financeiro@ ou contato@);
  • Avisar o Lead que ele não receberá spam ou inserir a opção de opt in (isso ajudará a evitar o cadastro com emails temporários);
  • Confirmar a adesão do Lead;
  • Higienizar sua lista de emails.

Leia mais sobre o engajamento de Leads inativos aqui.

Email para ecommerce

O Email Marketing tem um papel muito importante para empresas que trabalham no modelo de ecommerce, seja para engajar, relacionar-se, aumentar a taxa de conversão, enviar promoções, divulgar novidades ou diminuir a quantidade de carrinhos abandonados.

A seguir, veja algumas dicas para que esta ferramenta traga os melhores resultados e para que as mensagens sejam relevantes e não virem spam:

  • Crie maneiras de incentivar o cadastro de clientes na sua lista de emails. Assim, você garante uma base de pessoas realmente interessadas. Esse é o primeiro passo para campanhas eficazes e mensagens que não são consideradas spam. Inclua alguns campos de cadastro para identificar o perfil dos participantes do seu mailing e enviar a mensagem certa para os seus clientes;
  • Envie aquilo que for relevante para o seu cliente e que tenha ligação com a loja, como promoções e lançamentos, mas também que estejam conectadas ao seu negócio e que ajudem o consumidor a resolver algum tipo de problema;
  • Teste várias possibilidades de assunto de email, conteúdo, layout, horário e frequência de envio — depois, avalie e adote as que gerarem mais resultados para você.

Veja mais sobre emails para ecommerce no post 4 dicas rápidas de Email Marketing para sua loja virtual.

Automação de emails

Automação de marketing é qualquer interação que ocorra entre a empresa e o Lead/cliente de forma automatizada, com objetivo de se relacionar com esse Lead ou cliente de acordo com as ações dele no seu site, redes sociais ou Email Marketing.

Isso significa que, dependendo do caminho que seu Lead ou cliente fizer, sua resposta a ele será diferente. Ou seja, o relacionamento, apesar de automatizado, será personalizado.

Assim, a Automação de Email Marketing consiste no envio de emails automáticos para o Lead, dependendo de determinada ação que ele realizou.

Esses emails podem ser de diversos tipos, mas aqui vamos focar nos emails de nutrição de Leads, que consiste em enviar, de forma automatizada, uma série de emails com conteúdos relacionados ao tema pelo qual o usuário demonstrou interesse.

À medida que os emails vão sendo disparados e o Lead vai consumindo os conteúdos, novos emails são enviados, conduzindo o usuário pela jornada de compra até levá-lo ao Fundo do Funil.

Se ele chegar nessa etapa, é sinal de que provavelmente está maduro para comprar e, se for qualificado, é o momento ideal para o vendedor abordá-lo.

Esses emails ajudarão a informar o Lead e a conscientizá-lo da importância da sua solução, aumentando as chances de ele comprar com você.

Para saber tudo sobre o assunto, leia nosso eBook Automação de Marketing: da teoria à prática.

Ferramentas de Email Marketing

Se sua empresa está começando a fazer Marketing Digital, você deve ter encontrado algumas dificuldades em enviar emails em grande escala ou gerenciar uma extensa lista de contatos. Um software de Email Marketing está aí para sanar essa dor.

Algumas ações que você pode fazer com um software de Email Marketing:

  • Segmentar seus contatos: para ter controle total do público que irá receber seus emails;
  • Criar layouts eficientes: para ajudar na criação do design de seus emails e criar templates replicáveis;
  • Automatizar o disparo de suas campanhas: para ganhar produtividade e eficiência no envio de emails;
  • Acompanhar o desempenho dos disparos: para ver quantas aberturas e cliques tiveram suas campanhas, dentre outras estatísticas.

Antes de escolher uma ferramenta, as duas principais perguntas que a empresa deve se fazer neste momento são “qual meu objetivo com Email Marketing?” e “quais são as funcionalidades que sua empresa realmente precisa para atingir esses objetivos?”.

Abaixo, mostraremos quais são os 4 principais pontos que uma empresa deve observar ao procurar o software de Email Marketing ideal.

Como escolher um software de Email Marketing

O primeiro passo é conhecer a reputação desse software de Email Marketing. Esse ponto é importante pois é o que vai apontar se a empresa possui um bom suporte, se a ferramenta é fácil de usar, se a entrega e o relatório das campanhas são bons, entre outros.

Conversando com algum vendedor dessa empresa, ou por meio de algum canal de atendimento, pergunte pela reputação do endereço de IP dessa ferramenta e, se possível, confira no SenderScore.org, um serviço que monitora e avalia a reputação de envio de diversos IPs.

É essencial que a ferramenta tenha integração com outras que também são fundamentais para a estratégia Inbound, como Landing Pages, CRM e Analytics.

São dois os principais objetivos dessas integrações:

  • Evitar perda de informação e consequente má segmentação: é o caso, por exemplo, de enviar campanhas de produto para quem já é cliente e atualização de software para quem ainda não é cliente;
  • Obter mais inteligência sobre os Leads: saber, além de quais materiais essa pessoa baixou, quais campanhas de email e fluxos de automação participou, engajou etc. Quando pensamos em vendas, esse tipo de informação é muito importante para ajudar na abordagem dos potenciais clientes.

Se sua empresa já utiliza um CRM ou algum serviço para páginas de captura de Leads, é importante se certificar que o software de Email Marketing possui essa integração.

Outra opção é utilizar softwares “horizontais” de Marketing Digital, como o RD Station, que possui todas essas ferramentas (Email Marketing, Landing Pages e CRM) já integradas entre si e com terceiros.

Para fazer a segmentação de uma base de Leads antes do envio de uma campanha, o normal é trabalhar com listas, sejam elas listas estáticas ou dinâmicas.

Nas listas estáticas os Leads precisam ser adicionados e atualizados manualmente antes de cada envio.

Já nas listas dinâmicas o software fará para você esse filtro com base em diversas informações, como o cargo que o Lead ocupa, o estágio de compra em que se encontra, o segmento de mercado em que atua, ou ainda seu tema de interesse.

Além da segmentação automática, com as listas dinâmicas a empresa também ganha tempo ao não precisar se preocupar em fazer a atualização manual das listas antes de cada envio de campanha.

É importante avaliar desde o início se o software de Email Marketing escolhido possui também a funcionalidade de Automação, seja ela mais simples, com Autoresponders, ou mais avançadas, com Workflows, por exemplo.

Checklist: pontos importantes

Abaixo, alguns pontos que a sua empresa deve observar ao avaliar um software de Email Marketing:

  • Possui boa reputação de IP?
  • Possui cases de sucesso?
  • Possui integração com o CRM da sua empresa?
  • Possui integração com o serviço de Landing Page que sua empresa utiliza?
  • A ferramenta fornece informações sobre abertura, clique, descadastros, bounces e mapa de cliques?
  • Permite fazer segmentações na base de Leads a partir dessas informações?
  • Permite criar fluxos de automação a partir dessas interações com uma campanha de email?
  • Possui merge tags – possibilidade de usar, no texto, informações personalizadas, como o nome do Lead?
  • O suporte é bom? Se houver alguma dúvida sobre a ferramenta ou sobre algum conceito de Marketing Digital, você poderá contar com especialistas no assunto?
  • Fornece templates prontos, precisando apenas mudar as imagens o os textos?
  • Aceita importação de contatos que sua empresa já tenha?
  • Informa os contatos inválidos (descadastros e emails inválidos) para limpeza da lista?
  • Possui um histórico de cada contato, para saber quais campanhas determinado Lead recebeu, abriu e clicou, bem como em quais Landing Pages converteu?
  • Tem Automação de marketing?

Independentemente do software de Email Marketing escolhido, durante a avaliação é sempre importante fazer um período de testes para checar todos esses pontos e ver se sua empresa irá se habituar com a ferramenta.

O RD Station possui um período de testes. Caso deseje avaliá-lo gratuitamente, acesse esse link.


Ferramentas de limpeza de base

Ao ficar algum tempo sem enviar mensagens de email para suas listas ou migrar de uma ferramenta para outra, é importante realizar uma limpeza da lista de contatos (também conhecida como higienização de base) para remover emails inválidos.

Essa ação é importante para garantir que as próximas campanhas não tenham altas taxas negativas de resultados, como hard bounces.

Como é inviável realizar essa limpeza de forma manual, existem diversas ferramentas pagas que realizam esse serviço de forma automática. Conheça as 3 principais:

Ferramentas para avaliar a entregabilidade

A principal maneira para entender se sua estratégia de emails está fazendo sentido e se os seus emails estão sendo entregues na caixa de entrada do usuário é utilizando ferramentas para agilizar esse processo.

As principais são:

Ferramenta para avaliar a qualidade do email

É extremamente importante que, após uma campanha ser planejada e executada, ela seja devidamente testada e avaliada antes do disparo. Dessa forma, os erros serão diminuídos e as chances de sua campanha dar certo aumentam drasticamente.

Para isso, utilizamos as seguintes ferramentas:

Como planejar e fazer campanhas de Email Marketing

Ao planejar uma estratégia de Email Marketing, é preciso ter em mente os seguintes pontos: planejamento de público, frequência de disparos, criação de templates e segmentações.

Veja mais sobre cada um deles:

1. Planejamento de público:

Entendendo seu público, possuindo as ferramentas e a estrutura correta, é importante que você entenda a estratégia.

Para isso, responda as seguintes perguntas:

Nessa etapa de planejamento, você irá analisar qual é seu público-alvo, com o qual você irá se comunicar.

Para planejar seu público de forma assertiva e economizar tempo, nós criamos uma ferramenta, chamada Gerador de Personas. Nela você pode otimizar o processo de criação de personas e aprender como definir seu público-alvo.

Para responder essa pergunta, você deve estabelecer um objetivo. É uma pergunta que somente você poderá responder: é vender, informar, educar, baixar seus materiais, gerar indicações?

Com esse foco, você, ao estabelecer um planejamento, irá priorizar suas ações com base no objetivo e gerar mais resultado para seu negócio.

É informal, como uma loja de pranchas de surf, ou extremamente formal, como um escritório de advocacia?

Estabeleça uma linguagem padrão para sua empresa e a mantenha. Essa linguagem pode ser baseada em sua persona, inclusive.

É uma ótima maneira de gerar empatia via email, além de padronizar as expectativas das pessoas que leem seus emails.

Sucesso, nesse caso, considera-se: “dado o meu objetivo estabelecido, quanto estou alcançando?”. Por exemplo:

  • Vender 10 contas;
  • Gerar 20 novas indicações;
  • Educar 10 Leads;
  • Download de um aplicativo.

É basicamente a sua meta e quão perto está dela. É importante ter esse contexto mapeado, pois é o que motivará suas ações e o planejamento de seus emails.

2. Criação de um template

Agora, ao possuir uma estratégia bem definida, as ferramentas corretas e uma base de emails captada de forma orgânica, as chances de que seus emails estejam dentro do que se consideram boas práticas são extremamente altas.

É importante que, além de ter uma comunicação escrita uníssona (mesma comunicação em diferentes emails), você estabeleça uma comunicação visual contínua para que seus contatos, ao abrirem seus emails, saibam rapidamente de qual empresa se trata e qual conteúdo traz.

Para que você crie essa padronização e melhore suas taxas de clique e abertura, trouxemos boas práticas avançadas para a criação de um layout:

Isso irá permitir que seu usuário tome atalhos para clicar em seu conteúdo ou objetivo.

60% das pessoas que abrem emails não rolam, ou seja, é importante que o objetivo do seu email fique claro logo no início (300px).

call to action para email marketing;

Dessa forma, suas taxas de entrega serão melhores e a leitura ficará mais fácil (seu email fica mais leve e mais bem estruturado).

Provedores não aceitam imagens acima de 100kbs.

Caso você envie um email com imagens acima desse peso, elas não somente não serão abertas como irão prejudicar a entrega dos seus emails em caixas de entrada. Muito cuidado!

Isso permite que o seu objetivo fique mais claro e a tomada de decisão por parte do usuário seja facilitada.

Pesquisas provam que, quanto menor o número de tomadas de decisão por parte do usuário, maior a taxa de cliques.

Parece óbvio, mas é importante inserir a opção de descadastro.

Essa ação diminui suas taxas de reclamações e de marcações como spam, ou seja, sua entregabilidade melhora.

3. Planejamento de frequência

Entendendo as boas práticas em Email Marketing e sabendo planejar, agora é hora de estabelecer um calendário, de modo a otimizar seu relacionamento com o público.

Nesse caso, deve-se buscar um ponto de equilíbrio para disparo de emails, ou seja, não enviar muitos emails, mas também não enviar poucos.

Isso porque, caso você envie emails demais, sua base irá saturar e suas taxas de abertura irão diminuir, pois seus contatos cansarão.

Mas, caso você envie poucos emails, sua base irá desengajar, ou seja, não lembrará de seu conteúdo. Por isso, é importante otimizar sua frequência em etapas:

Regularidade significa você manter seus envios constantes e em horários pré-definidos.

Para isso, é importante analisar em qual horário seus Leads preferem receber emails, e isso varia de negócio a negócio.

É importante que seus contatos esperem pelos seus emails em seus horários de preferência.

Frequência, no contexto de Email Marketing, significa quantos emails sua empresa irá enviar no período pré-definido.

O ideal é partir de 1 disparo por semana, testando a modificação dessa frequência (para mais ou para menos, dependendo do seu tipo de negócio).

Há empresas que enviam emails diários e isso é ótimo. Mas, para outras, essa prática não faz sentido algum e devem ser enviados no máximo 1-2 emails por semana.

Uma parte muito importante em sua estrutura de Email Marketing é saber quando irá disparar. Para isso, é importante estabelecer um calendário de envios.

Aqui na Resultados Digitais usamos o Trello para organizar nossos envios. Veja:

calendário de email marketing

Com esse calendário conseguimos organizar nossos lançamentos, entender qual é o dia ideal para disparar um email, saber para qual público ele será segmentado, otimizar horários e estabelecer um fluxo de produção de layouts.

Toda nossa operação é otimizada devido ao calendário. Isso garante organização e assertividade aos nossos emails.

4. Segmentação

Para disparar seus emails de forma correta, para as pessoas corretas, é importante que analise seu público e o divida em nichos. Assim, você conseguirá se comunicar de forma segmentada e correta com cada Lead.

Abaixo, listamo alguns exemplos de segmentação que podem ser usadas. Isso varia muito de empresa para empresa, então trazemos os que vimos com mais frequência em empresas diferentes:

  • Personas;
  • Cargos gerenciais (tomadores de decisão, materiais mais estratégicos) ou técnicos (materiais mais práticos, que facilitam o dia a dia);
  • Profissionais da área de Vendas, RH, marketing etc.;
  • Área de atuação da empresa do Lead (tecnologia, ecommerce, saúde etc.);
  • Pessoas que já demonstraram interesse em outro conteúdo sobre mesmo assunto ou assunto semelhante/complementar;
  • Pessoas que realizaram, ou não, uma conversão nos últimos 4, 5 ou 6 (ou mais) meses (nível de engajamento com sua empresa);
  • Pessoas que já demonstraram interesse em determinado produto mas não compraram;
  • Clientes, não clientes, pessoas que negociaram mas não fecharam etc.
  • Estágio de compra (veja como identificar o estágio no post Como identificar o estágio de compra dos Leads);
  • Perfil e pontuação no Lead Scoring.

Para uma segmentação gerar resultado em uma campanha de email, é necessário a junção de três fatores:

Sem informação, não há segmentação. Como mandar uma campanha para corinthianos que vivem em Santa Catarina se eu olho para a base de Leads e não sei para qual time as pessoas torcem, tampouco o estado onde moram?

Essa informação sobre a base pode vir de muitos lugares. Para quem trabalha com Marketing Digital, o mais comum talvez é que seja a partir das Landing Pages.

É muito importante, ao criar uma Landing Page, definir quais são as perguntas a serem feitas, ou seja, as informações mais relevantes a serem pedidas no formulário e que ajudarão sua empresa a fazer uma melhor segmentação.

Com as informações em mãos, o próximo passo é pensar no processo como um todo, não somente para criar campanhas, mas para o próprio lançamento delas.

É bem comum vermos empresas definindo a oferta antes do público. Não há nada de errado nisso, porém, quando temos informações sobre a base de Leads, é um quick win fazer uma oferta especificamente para um público bem segmentado.

Por exemplo: ao fazer algumas segmentações, vemos que temos muitos Leads de empresas de tecnologia. Vemos também que nunca fizemos um material voltado para esse segmento. Nesse caso, um ganho rápido e certeiro é fazer, para esse público, um eBook “Marketing Digital para empresas de tecnologia”.

O trabalho de segmentação pode parecer um tanto complicado e custoso quando se utiliza uma ferramenta não propícia para isso.

Por exemplo: existe todo um trabalho para criar um material, fazer Landing Page, segmentar, criar campanha e analisar.

Se sua empresa usa uma ferramenta diferente para cada uma dessas etapas e essas ferramentas não são bem integradas, muita informação pode, e vai, ser perdida no caminho.

Por isso que um software “tudo em um”, como o RD Station, tem um maior potencial de gerar resultados e de melhorar a produtividade do time de marketing.

Outro ponto importante que facilita a segmentação é usar uma ferramenta de Email Marketing que tenha listas dinâmicas, ou seja, listas que são atualizadas automaticamente de acordo com o que um Lead preenche em uma Landing Page.

Isso porque o trabalho de criar uma lista segmentada sempre antes de cada envio de email é eliminado, sobrando tempo para se preocupar com estratégia, e não execução.

Elementos importantes que compõem um Email Marketing

Toda campanha de Email Marketing é composta por uma série de elementos. Cada um desses elementos carrega sua importância, por isso, recomendamos que você sempre preste bastante atenção em todos os itens.

Abaixo, vamos falar sobre cada um deles e citar algumas boas práticas.

Remetente

Você se sente importante quando recebe uma comunicação diretamente do endereço “contato@empresa.com.br”?

Apostamos que não. A personalização fundamental para uma estratégia bem-sucedida de emails, portanto, se você usa o “contato” para falar com seus clientes, precisa buscar alternativas.

A melhor prática nesse sentido é usar um remetente pessoal, no estilo “seunome@empresa.com.br”.

Uma pesquisa indica que 68% das pessoas tomam a decisão de abrir o email com base no remetente. Criando uma identidade que passe um sentimento mais confiável, você aumenta suas taxas de abertura.

Tamanho

Para criar empatia, é primordial que o seu endereço seja legível, obviamente. Ele não pode, portanto, ser muito extenso.

Isso é ainda mais importante em termos de mobile, já que muitos aparelhos acabam limitando o número de caracteres no display.

Se o nome da sua empresa for muito longo, tente usar abreviações, desde façam sentido com a marca.

Algumas pesquisas indicam que o número máximo de caracteres no remetente é 23, mas não há uma unanimidade no assunto.

Na dúvida, tenha um endereço curto.

No reply? Não

“Eu estou mandando este email, quero que você leia, converta, mas não quero saber o que você achou”. Estranho, não é? Pois é isso que uma empresa dá a entender quando usa o remetente “no-reply@empresa.com.br”.

Uma variável, também equivocada, do no reply é a mensagem “não responda o email, caso queira entrar em contato clique no link abaixo”.

Não é prático e desestimula o leitor a conversar com a sua empresa.

Assunto para Email Marketing

O assunto de email é o primeiro contato que seu Lead terá com as suas campanhas, e um dos principais elementos que influenciará na abertura — ou não — do email.

Assim, é muito importante levar 5 fatores influenciadores no assunto de email: gerar interesse (explicitar benefícios + aguçar a curiosidade), mostrar relevância, ter boa reputação (relevância – frustração), gerar senso de urgência e causar emoções positivas.

E, para conseguir isso, você pode seguir algumas boas práticas nos assuntos de email que estimulem a abertura. Algumas delas:

Foque em um objetivo

Se você tem interesse de promover um artigo ou uma oferta em específico, indique-o claramente no assunto do email.

As pessoas vão dar mais importância para esse item, tornando o objetivo mais fácil de ser alcançado.

Criar urgência pode melhorar a conversão

Algumas promoções do tipo “somente as 10 primeiras pessoas” ou então “vagas somente até amanhã”, que criam escassez e urgência, podem deixar as pessoas mais dispostas a efetivamente agirem ao receberem o email.

Evite as palavras spam ou muito comerciais

Um dos tipos de filtros anti-spam procura semelhanças entre os seus emails e aqueles que são marcados como spam.

Por isso, procure evitar palavras que são muitos usadas por spam como Viagra, webcam etc. O mesmo vale para palavras muito comerciais: grátis, promoção, clique, abra, de graça, crédito, oferta, compre, veja, confira etc.

Essas palavras são muito usadas nos emails e as chances de gerarem frustração são altas.

Não tente convencer o usuário a abrir o email

O assunto deve dizer o que tem no email, não vender o que tem nele.

Algumas empresas enviam emails do tipo “abra e descubra o que está esperando por você”. Esse tipo de apelo, em meio a tantos spams, já não tem muita eficiência.

O ideal é dizer claramente o que está dentro da mensagem. Se o que tiver dentro interessar para o leitor, ele vai abrir.

Personalize o assunto de email

A personalização traz consigo interesse, relevância, reputação e emoções positivas, que são fatores de um bom assunto de email.

Você pode segmentar pelo nome do seu Lead, ou por alguma outra característica dele que esteja relacionada ao seu negócio.

Use um texto de apoio (preheader)

O preheader é a primeira frase à direita do assunto do email. Você tem a possibilidade de incluí-lo em alguns provedores de email, como no Gmail, por exemplo.

Aqui na Resultados Digitais, já realizamos testes que indicam que o preheader tem um impacto positivo na taxa de abertura e de cliques.

Veja como inserir um preheader no seu email.

Mantenha o assunto o mais curto possível

Assuntos longos geralmente são cortados em visualizações mobile e, além disso, não se destacam entre a imensidão de emails na caixa de entrada do cliente.

Portanto, mantenha o título o mais curto possível. O ideal, por pesquisas, é entre 20 e 41 caracteres.

Inclua números ou percentuais

Numerais escritos por extenso trazem consigo o raciocínio lógico, este que, por consequência, exige maior atenção.

Portanto, ao usar algarismos ou percentuais, você estará induzindo a atenção focada do usuário. Use essa dica quando puder contextualizar com o seu título.

Faça perguntas

Perguntas instigam e, tal como os números, exigem atenção focada. Ao vermos um ponto de interrogação, somos instigados a resolver aquele problema.

Mas cuidado: não responda a pergunta realizada logo no início do email. Isso gera repulsa por ações comerciais e acaba prejudicando alguns fatores, como relevância e reputação.

Deixe que o leitor descubra por si só as respostas. A experiência será muito melhor.

Use emoji no assunto — de vez em quando

Os emojis acabam trazendo uma relação emocional e visual ao título do email, que casa bastante com os fatores de abertura.

É importante não manter como padrão o envio de emojis, pois poderá perder relevância se feito com continuidade.

Use com contexto e moderação. Aprenda como incluir emojis em seu assunto de email neste artigo.

Use palavras-chave do seu negócio

Inclua no título palavras que casam com o seu segmento de atuação. Vamos pegar o caso de um ecommerce fitness, por exemplo.

Use: perder gordura, dieta, fitness, musculação, suplementos etc. Isso gerará sempre um contexto para o usuário e acabará mantendo bons padrões de relevância, além de sempre reforçar o interesse em seus produtos/serviços.

Teste

Crie diversos assuntos diferentes, envie para si mesmo e avalie como fica cada mensagem na caixa de entrada.

Use formas diferentes de escrever e envie para a lista, verificando qual tem a melhor taxa de abertura. É essencial continuar sempre se aprimorando.

Confira 30 templates com os melhores assuntos de email para gerar conversão.

Texto (ou corpo) do email

Depois de criar expectativa no seu Lead e fazê-lo abrir o email com um título chamativo, é hora de caprichar no texto do email.

A ideia é ser objetivo, escrever com um propósito claro e ir direto ao ponto. Estabeleça se o email se trata de uma oportunidade, uma oferta, desconto etc. e trabalhe suas frases pensando nesse objetivo.

O texto deve direcionar o leitor para o Call-to-Action.

Call-to-Action (CTA)

Call-to-Action (CTA), em tradução literal, significa “chamada para ação”, e é esse mesmo o objetivo do seu uso: indicar a uma pessoa qual é o próximo passo que deve ser realizado em determinada situação.

Há várias ações que desejamos que sejam realizadas, tais como fazer um cadastro para receber newsletter, preencher um formulário, fazer um download, pedir um orçamento, fazer um teste gratuito de software ou acessar um link de um post no blog.

O papel do Call-to-Action é servir de ponte para essa ação. Ele deve refletir em uma única chamada a proposta de valor da oferta em questão.

Existe uma infinidade de formas e versões que um CTA pode assumir, mas todas elas partem de basicamente três: botões, banners e links em textos.

Veja abaixo os exemplos:

exemplo de email marketing 2

Seja qual for o tipo que você escolher para o seu email, há alguns aspectos que devem ser adotados para conquistar a atenção do Lead e convencê-lo a executar, tais como:

  • Começar com verbos e ser específico. Se o que você espera é que o visitante realize uma ação, deixe clara qual é ela. Além disso, indique para o usuário exatamente sobre o que a oferta trata. Use, por exemplo, “baixe aqui seu eBook” ou “receba um orçamento por email”.
  • Usar verbos no imperativo (“faça o download”) ou no infinitivo (“fazer download”). O ideal é testar ambas as opções em diferentes contextos para descobrir o que funciona melhor.
  • Criar urgência. Palavras como “hoje” e “agora” mostram o quão fácil e imediata é a ação.
  • Usar números para evidenciar benefícios. É interessante deixar o mais claro possível para o usuário o que ele está fazendo e uma forma de evidenciar melhor os benefícios da ação é indicar através de números. “Ganhe agora 30% de desconto” ou “Compre hoje por apenas R$ 15” são bons exemplos.
  • Oferecer algo que valha a pena ser clicado: essa é a mais óbvia, mas frequentemente esquecida. Não espere que o usuário realize a ação só porque é isso que você quer. Ele só vai clicar se for do interesse dele. Por isso, é importante que a oferta da chamada seja de fato interessante.
  • Usar cores contrastantes. Se você quer que o usuário olhe para uma chamada específica, ela deve sobressair-se aos olhos dele(a). Usar uma cor que contraste com os outros elementos da página pode ser uma boa forma de garantir atenção.
  • Escolher uma boa posição. Coloque a chamada em uma posição que favoreça a visualização. É importante deixar uma chamada visível sem que o usuário tenha que rolar a barra.
  • Insira imagens. As imagens naturalmente chamam mais a atenção que as palavras em um primeiro olhar. Se a sua chamada contiver uma imagem, é bem provável que seja percebida.
  • Indique com setas. Setas têm um poder quase único de implicitamente dizer “ignore todo resto e olhe aqui, isso é o que importa”.

Leia esta post para saber mais sobre CTAs.

Lista de emails: por que não comprar uma base de Leads

A compra de listas de emails está entre as formas supostamente menos trabalhosas de começar no Marketing Digital e, talvez por isso, continue sendo feito mesmo que muita gente já saiba que não é uma prática recomendada.

“Se todo mundo faz, eu também posso” ou “tem tanta gente na lista que vale a pena, não é possível que alguns não se interessem pelo meu negócio” estão entre as principais justificativas para a prática.

1. As pessoas não conhecem e não demonstraram interesse em sua empresa e seus produtos

Essas pessoas não fazem ideia de como sua empresa conseguiu o email delas. Isso causa uma impressão muito ruim no recebimento. Antigamente o envio acabava tendo menos impacto negativo por três motivos.

O primeiro é que não tínhamos que lidar com tantas informações (emails, mensagens, posts em mídias sociais) como temos hoje e, nesse sentido, qualquer mensagem não autorizada a mais é um incômodo, uma interrupção mal vista e que não condiz com as boas práticas de Inbound Marketing. Isso, por si só, já faz com que os resultados sejam decepcionantes.

O segundo motivo é que vimos a explosão das mídias sociais, que deram voz e poder ao consumidor. Hoje a empresa fica mal vista não só por quem recebeu o spam como também por todos os amigos dessa pessoa caso ela use seu perfil para reclamar.

O terceiro é que os serviços de email estão ficando mais inteligentes. Há uma boa chance de muitos usuários marcarem sua mensagem como spam e, ao fazer isso, a reputação da empresa fica prejudicada.

Dessa forma, os próximos envios de Email Marketing têm grandes chances de cair direto na caixa de spam, e mesmo as pessoas que gostariam de receber algo da sua empresa não verão o seu email. É impressionante como até diversas marcas grandes não percebem esse efeito colateral.

2. As listas geralmente possuem qualidade muito ruim

Os emails que estão em uma lista comprada geralmente são os piores possíveis. Pessoas que têm seu endereço nessas listas muito provavelmente recebem emails de diversas outras empresas que também compraram endereços.

Nesses casos, é bem maior a chance de seu email se perder entre os outros ou mesmo ser marcado como spam, como já indicamos.

Além disso, geralmente essas listas têm muitos emails que não existem ou que foram desativados. Ao incluir esses emails na lista e fazer o envio, os serviços de disparo disponíveis no mercado já identificam o “erro” e interpretam como um sinal claro que a lista não é atual ou que foi construída com qualidade.

Resultado: sua empresa vai para grupos com o rótulo de baixa reputação, e para os próximos disparos o serviço usará uma infraestrutura que já está “queimada”.

Por fim, geralmente a qualidade é ruim em termos de público alvo também. Para “engordar” a lista e tentar fazer ela valer mais, são incluídos todo tipo de email e acabam entrando perfis que não possuem qualquer relação com o negócio da sua empresa.

3. Nenhum serviço de Email Marketing com reputação confiável vai autorizar o envio

Já falamos como funcionam os filtros anti-spam dos serviços de email. Em função dos dois tópicos que apresentamos anteriormente, as listas compradas apresentam taxas de marcação de spam e de erros de entrega muito altas, o que prejudica a reputação do servidor de envio.

Sabendo disso, esse tipo de serviço sempre proíbe a importação de listas compradas, procurando garantir sua reputação e qualidade na entregabilidade.

Portanto, de duas uma: ou o serviço não vai autorizar o envio, ou então autoriza tudo, mas em função de permitir essa prática seus servidores já devem ter uma reputação ruim com os provedores de email, e portanto, terão uma entregabilidade baixa.

Obs.: Há quem acredite que possa enganar as ferramentas, dizendo que a lista é própria e não comprada. Os melhores serviços de email marketing têm mecanismos para identificar isso: o envio de email é feito aos poucos, em lotes pequenos, e com resultados ruins a campanha é interrompida.

4. Drible a compra de listas, crie uma própria da sua empresa

Embora seja mais trabalhoso, vale muito a pena investir na criação de uma lista própria. Crie algumas iscas para captar emails de pessoas interessadas e colha vários benefícios:

Lista extremamente qualificada

Todas as pessoas estão na lista porque conhecem a sua empresa e deram a autorização. Os resultados de abertura e cliques tendem a ser consideravelmente melhores nesse tipo de caso.

Barreira competitiva

Essa lista qualificada é um ativo de marketing que funciona como barreira para os novos competidores. Eles podem tentar copiar o produto ou os serviços, mas vão demorar muito para ter uma lista (e portanto, um relacionamento com tantos potenciais clientes) quanto a sua empresa.

Independência e economia

Sua empresa consegue mais consistência e não precisará depender da compra de listas para obter resultados em email marketing.  A independência já é boa por si só, mas fica ainda melhor quando lembramos que é gratuita.

Checklist de Email Marketing

Existem diversos passos no envio de uma campanha de um Email Marketing que você não pode esquecer. Os principais são:

Planejamento

  • Persona
  • Segmentação
  • Conteúdo

Calendário

  • Definir dia e horário do disparo

Conteúdo

  • Criar um Outline
  • Produzir os textos do email
  • Pensar em 5 assuntos (título do email) diferentes e selecionar 1
  • Revisão

Layout do Email

  • Criar layout considerando a estrutura do conteúdo
  • Revisar layout com o conteúdo final
  • Fazer um disparo de teste e verificar:
    • Assunto do email
    • Imagens
    • Links
    • Conteúdo

Disparo

  • Crie a segmentação de acordo com o planejamento
  • Termine a configuração da campanha e agende o disparo

Análise

  • Taxa de Abertura
  • Taxa de Cliques
  • Taxa de Conversão

Contudo, cada tipo de email possui um checklist específico, com etapas particulares. Se você quiser aprender as especificidades de cada um, acesse nosso material Checklist de Email Marketing.

Teste A/B de email

Por meio do teste A/B é possível identificar com facilidade o que precisa ser alterado na sua estratégia de Email Marketing.

Para fazer um teste A/B de email, selecione uma amostra da sua lista de contatos que o receberá e envie duas versões diferentes de uma mesma mensagem. É interessante testar variáveis como assunto, corpo do texto, remetente.

Atualmente, quase todas as ferramentas de Email Marketing possuem a opção de teste A/B. No RD Station, por exemplo, é muito simples aplicá-lo. Feito o teste A/B, você pode analisar métricas como taxa de abertura, de cliques, de descadastro, links mais clicados e conversões.

Entregabilidade de emails

Muitos acreditam que “entregar” um email significa colocar a mensagem no topo da caixa de entrada do Lead. Porém a entrega no Email Marketing é algo bem mais amplo.

Grosso modo, quando enviamos um Email Marketing, ele sai de nosso servidor de envio e vai até o servidor de email do Lead. Ao chegar nesse servidor, há uma série de validações feitas e muitos dos emails que são de fato spams param nesse momento (não confundir com a caixa de spam que vemos no Gmail, por exemplo).

O Lead nunca verá esses emails que foram barrados. Os emails que não são barrados logo de cara são os entregues. Esses podem cair tanto na caixa de entrada do Lead quando na caixa de spam.

Sendo assim, devemos ter ciência de que um email entregue não necessariamente estará na caixa de entrada.

A lógica é simples: quanto maior a reputação, melhor a entregabilidade. Existem alguns serviços que fazem o monitoramento dos IPs.

O mais conhecido deles é o Senderscore, da Return Path. Para saber o IP que sua empresa está usando, coloque seu domínio na busca do Senderscore e ele mostrará os IPs que sua empresa está usando.

Se o marketing segue as boas práticas e possui uma base de Leads própria e engajada, provavelmente terá uma boa entregabilidade, pois o “dever de casa” estará feito.

Alguns fatores que influenciam a reputação de um IP e, consequentemente, a entregabilidade, são:

Reputação do IP

De forma bem simples, toda campanha de email é enviada através de um servidor.

Cada servidor possui um IP próprio, um endereço que identifica esse servidor na rede. Esse IP pode ser compartilhado, com várias empresas enviando campanhas a partir do mesmo IP, ou dedicado, com um (ou mais) IP por empresa.

Todo IP também possui uma reputação, uma nota dada ao IP de acordo com seu histórico e alguns outros fatores que trataremos mais adiante.

Hard e soft bounces

Um bounce é um erro temporário (soft) ou definitivo (hard) que acontece ao tentar entregar um email para um destinatário.

Se sua empresa envia uma campanha e nela ocorrem muitos erros, é sinal de que a qualidade da lista não é boa e, consequentemente, a entrega também não será.

Spam complains

Se um destinatário não opta por receber os emails da sua empresa e, mesmo assim, recebe, ele pode proativamente marcar o email como spam.

Uma reclamação dessas possui um peso grande na reputação e, quanto mais reclamações, pior será a entrega.

Spam traps

Spam traps (ou, em português, armadilhas de spam) são, de forma geral, contas de email inexistentes ou inativas que provedores de email — como Gmail, Hotmail etc. — utilizam para encontrar spammers.

Caso você seja capturado em uma armadilha realizando um envio para uma dessas contas, suas taxas de entregabilidade serão afetadas drasticamente, uma vez que os provedores de email entendem que suas mensagens são indesejadas — ou seja, spam.

Quando um provedor de email percebe que você fez algum envio para um spam trap, tanto o seu IP quanto o seu domínio correm o risco de serem bloqueados — ou seja, suas mensagens não chegam mais para os Leads que utilizam esse provedor.

Para saber mais, leia o artigo Spam Traps: o que são e como elas prejudicam a entregabilidade.

Engajamento

De nada adianta conseguir entregar os emails e ter um bom inbox placement se não há engajamento (abertura, clique etc.).

Apesar de ser uma métrica mais difícil de ser acompanhada por um serviço como o Senderscore por motivos de privacidade, ferramentas de email como o Gmail levam isso em consideração ao aplicar os próprios filtros para definir como esse email será entregue.

Blacklist

Alguns servidores de email, cansados de tantos spams, resolveram rastrear o IP do servidor de quem enviava as mensagens e os colocaram em uma “lista negra”.

Sempre que um email vem desse servidor ele já é imediatamente considerado spam. A prática funcionou bem e essa lista foi compartilhada com outros servidores.

Os principais provedores hoje usam essa lista e, uma vez que você entrou nela, é muito difícil sair. Nossa sugestão para vencer essa barreira é enviar email marketing somente se você tiver permissão.

A única forma de sair de uma blacklist é provar que você tinha o opt-in para enviar a mensagem. E, para não entrar nela, siga sempre as boas práticas de Email Marketing.

Whitelist

Whitelist consiste em um conjunto de emails, IPs ou domínios que possuem boas práticas, sem a necessidade de serem aprovados por filtros anti-spam, que são entregues diretamente na caixa de entrada do usuário.

Como entrar em uma whitelist

O principal pré-requisito para entrar em uma whitelist é seguir as boas práticas de envio de emails, como as que estão sendo apresentadas nesta página.

A mais importante delas é o uso de opt-ins para criar sua base. Elas vão garantir que você tenha boas taxas de entrega e seja, portanto, aceito por um grande número de servidores.

Você precisa fazer uma solicitação para entrar em uma whitelist. As mais conhecidas são a da Return Path e da DNSWL.

Ambas as organizações vão avaliar as suas práticas e, ao final dos testes, podem ou não conceder uma certificação. E se, por acaso, você estiver em uma das blacklists mais renomadas do mercado, nem adianta fazer a solicitação, sua empresa não será aprovada.

Além disso, a entrada não é perpétua: caso deixe as boas práticas de lado, a certificação será cancelada.

Autenticação e segurança

Devido a grande quantidade de emails utilizados para fraudes e atividades ilegais, como emails falsos de bancos, existe uma série de mecanismos de segurança para garantir autenticidade dos emails.

Emails que não estão devidamente autenticados podem ser movidos para a caixas de entrada secundárias ou spam e até recusados pelos servidores de entrada.

Por isso, é importante garantir as configurações indicadas a seguir.

O SPF (Sender Policy Framework) é uma autorização para que uma ferramenta de emails envie mensagens usando seu domínio. É um dos métodos de autenticação mais conhecidos e antigos, que é configurado através de um registro DNS. No caso, o email com seu domínio é enviado através do email do domínio da ferramenta.

O DKIM (DomainKeys Identified Mail) verifica se a mensagem enviada não foi alterada no meio do caminho, garantindo consistência e autenticidade do conteúdo. Caso identifique alguma inconsistência no DKIM, o email não será entregue. Assim como o SPF, é configurado através de um registro DNS.

Para configurar o DMARC (Domain-based Message Authentication, Reporting and Conformance) é necessário ter o SPF e o DKIM corretamente configurados, pois a configuração diz o que deve acontecer com os emails que falharem nessas 2 outras verificações. É possível configurar um endereço de email para receber um relatório com os problemas, para correção.

Semelhante ao SPF, o Whitelabel permite que a ferramenta de disparo envie emails utilizando o seu domínio, porém a diferença é que o email realmente é enviado como se estivesse sido enviado pela empresa, sem parecer que foi enviado via ferramenta. Atualmente é a configuração padrão usada pelas principais ferramentas de email do mercado, como o RD Station.

O Sender ID é um método desenvolvido pela Microsoft que é utilizado nos seus serviços de email (Hotmail e Outlook), muito semelhante ao SPF. Não ter essa configuração pode prejudicar a entregabilidade dos emails, principalmente para listas com muitos endereços deste tipo.

O DNS reverso é uma verificação utilizada com frequência pelos servidores de emails para confirmar a identidade do remetente, verificando qual domínio responde pelo IP utilizado no envio.

O Feedback Loop é basicamente uma notificação de marcação de spam, indicando quem fez, para tomar as providências necessárias e garantir que este usuário não receba mais mensagens. Algumas ferramentas, como o RD Station, já gerenciam esta funcionalidade, eliminando qualquer trabalho extra, porém não são todas as ferramentas de envio de emails que fornecem esta informação, o que pode prejudicar a reputação e as campanhas.

É importante configurar um email abuse@, que é o email padrão utilizado pelos servidores de emails (e até usuários) para enviar uma reclamação ou notificação de problemas. Após criar o email, ele deve ser configurado no site https://abuse.net.

WHOIS é o registro online de quem possui um domínio na internet. Alguns servidores de emails utilizam as informações presentes no WHOIS para verificar a autenticidade e veracidade do remetente, influenciando a entregabilidade.

Métricas de Email Marketing

Após realizar o disparo de uma campanha de email, a ferramenta utilizada para o envio começa a gerar um relatório, apresentando métricas de desempenho.

Acompanhar e entender esses dados é fundamental para determinar se o resultado da campanha foi satisfatório e gerar aprendizado e melhorias para os próximos disparos.

O desempenho positivo ou negativo das campanhas de email também influenciam diretamente nas futuras campanhas, visto que os Provedores de Serviços de Internet (ISPs) analisam a reputação do servidor de envio.

Além de servir como um relatório e influenciar no desempenho das futuras campanhas, os dados gerados também possibilitam realizar e mensurar testes, como mudar o dia e o horário do disparo, o assunto ou o conteúdo, por exemplo, e acompanhar o impacto gerado nas métricas.

Outro ponto de atenção é acompanhar a média de mercado e garantir campanhas que pelo menos estão dentro da média.

As métricas apresentadas abaixo trazem também a média geral de mercado, porém esses valores podem variar de acordo com o segmento da empresa.

É possível verificar a taxa de abertura e de cliques média, por segmento, utilizando a ferramenta Benchmarking de Métricas de Email Marketing.

Métricas positivas

São métricas que resultam tanto de boas práticas na hora de desenvolver e enviar a campanha quanto de ações positivas do Lead que recebeu o email, como abertura e cliques, sendo ideal ficar acima da média.

Confira as principais métricas positivas e como aumentar seus números ao máximo:

Emails entregues

É a quantidade de destinatários que receberam o email e a porcentagem em relação ao total de emails enviados. Os emails que não foram entregues geralmente são bounces (hard ou soft).

Uma taxa de emails entregues considerada boa é igual ou superior a 98%.

Existem dois principais motivos para um email não ser entregue: algum tipo de falha de autenticação ou porque o endereço do destinatário está com algum problema.

Algumas ferramentas de envio de emails, como o RD Station, podem barrar o envio dos emails caso a taxa de entrega se mantenha baixa durante o disparo, para tentar preservar a reputação do servidor de envio.

Para manter uma taxa de entrega de emails alta, é importante não comprar listas de emails, cadastrar emails manualmente ou enviar para listas antigas de contatos.

Enviar mensagens para listas mais segmentadas também pode afetar positivamente a taxa de entrega.

Taxa de abertura

A taxa de abertura de uma campanha de emails é a porcentagem de contatos que abriram o email, levando em consideração o número de contatos que receberam.

Para calcular a taxa de abertura é preciso dividir a quantidade de emails abertos pelo total de emails entregues, multiplicando o resultado por 100 (para ter em porcentagem), porém praticamente todas as ferramentas já exibem diretamente a métrica no relatório de resultados.

Em geral, uma taxa de abertura considerada boa é de no mínimo 15%, porém essa porcentagem pode variar de acordo com o segmento e o tipo de email enviado.

Para avaliar a média do seu segmento de atuação, verifique a ferramenta Benchmarking de Emails, citada logo acima.

Vários fatores podem afetar a taxa de abertura de emails, como cair diretamente na caixa de entrada do usuário e não em filtros como “Promoções”, “Atualizações” e até na caixa de spam.

Para evitar ter sua mensagem filtrada, o ideal é seguir as boas práticas de Email Marketing, também presentes neste artigo.

Além disso, ter cuidado no desenvolvimento do assunto, evitando o uso de palavras que podem classificar o email como spam e instigando a curiosidade do usuário gera grande impacto na taxa de abertura.

Para criar um assunto de email à prova de balas, você pode seguir um guia com sugestões e 30 templates de assunto.

Taxa de cliques

A taxa de cliques é a porcentagem de contatos que clicaram no email, também em relação ao total de emails entregues.

Seu cálculo é semelhante ao de abertura de emails, basta dividir a quantidade de emails clicados pela quantidade de emails entregues, multiplicando o resultado por 100.

Uma taxa de cliques considerada boa deve ser acima de 2%, em média.

Novamente, a recomendação é usar a ferramenta Benchmarking de Emails para comparar com a média do seu segmento.

Algumas ferramentas apresentam o CTR (click-through rate), que ao invés de calcular os emails clicados em relação ao total de emails entregues, calcula em relação ao total de emails abertos, apresentando uma porcentagem bem superior.

O problema é que nem sempre CTR alto é sinônimo de uma campanha de sucesso, visto que esse cálculo acaba muitas vezes inflando os resultados.

Para garantir uma taxa de cliques acima da média, é importante incluir links externos por meio de Calls-to-Action, de forma que o usuário se interesse em acessar o conteúdo.

Conversões

Do que adianta uma campanha com altas taxas de abertura e cliques, se no final você não sabe se ela agregou na sua estratégia de Marketing Digital?

Por isso é importante mensurar os resultados do email em conversões. Aqui é necessário avaliar de acordo com o objetivo da campanha. Pode ser novas conversões de Leads, Leads convertidos para Leads qualificados, oportunidades ou clientes, e até vendas em geral ou de determinado produto ou serviço.

Além da possibilidade de visualizar esses resultados nos próprios relatórios da ferramenta de envio de emails, você também pode acompanhar na sua plataforma de ecommerce (caso seja um) ou até mesmo no Google Analytics.

As principais ferramentas de disparo de emails incluem marcações nos links presentes no email, o que torna a URL rastreável e possibilita a análise isolada do desempenho do canal dentro do Google Analytics.

Também é importante mensurar a taxa de conversão dos emails clicados em relação as conversões. Se essa taxa for baixa, é um indício de que é preciso otimizar a conversão da página ou utilizar uma Landing Page, caso ainda não use.

Métricas negativas

As métricas negativas ocorrem principalmente pela baixa qualidade ou falta de planejamento das campanhas.

São inflacionadas devido ao envio de emails indesejados, listas de contatos desatualizada ou comprada, emails com pouco texto e outras práticas ruins já mencionadas neste artigo.

Confira as principais métricas negativas e como manter seus valores no mínimo.

Bounce rate

Bounce rate(“taxa de rejeição”) é a porcentagem de emails que foram rejeitados pelo servidor do destinatário, em comparação ao total de emails enviados.

Existem 2 tipos de rejeições: soft bounce e hard bounce.

  • Soft bounce: ocorre quando a mensagem não é entregue por um motivo temporário, como caixa de entrada lotada ou pelo servidor de emails do destinatário estar com problemas ou mesmo offline. O ideal é tentar manter esta taxa abaixo de 5%.
  • Hard bounce: acontece quando a mensagem não pode ser entregue por motivos permanentes, como email inexistente ou bloqueio do servidor. O ideal é tentar manter em no máximo 3%.

Como essa métrica interfere diretamente no número de emails entregues, é importante manter as taxas sempre abaixo do indicado, para não afetar na entregabilidade dos próximos emails ou até correr o risco de ter o envio de emails bloqueado.

Além de seguir as boas práticas na produção do email e segmentação da lista de envio, manter um calendário de emails com uma boa frequência de campanhas influencia diretamente esta métrica, pois quando os envios ocorrem com longos intervalos, muitos dos emails da lista já deixaram de existir nesse período.

Marcação de spam

A marcação de spam é feita pelo próprio usuário que recebeu o email, indicando manualmente que o email recebido é um spam.

Essa é uma métrica muito delicada e pode prejudicar muito a reputação, por isso, ao avaliar esta métrica, sua campanha não pode ter mais que 0,1% de taxa de spam.

É importantíssimo que você pare de enviar emails para todos os contatos que fizeram marcação de spam o mais rápido possível, para evitar graves problemas de entregabilidade.

Para evitar que o próprio usuário marque sua mensagem como spam é importante seguir as boas práticas de email marketing, como não comprar listas de emails, manter a base sempre atualizada e higienizada e evitar disparar campanhas para toda lista de contatos.

Descadastros

A taxa de descadastros (unsubscribe) representa quantas pessoas que receberam o email e clicaram no link de descadastro, para não receber novos emails do remetente.

É importante manter as campanhas com no máximo 1% de descadastramento.

Entre a marcação de spam e o descadastro, é preferível que o contato realize o descadastro da lista, já que o impacto é menor sobre a entregabilidade de emails. Por isso é muito importante que todos os emails incluam a opção de descadastro ao usuário.

Quando o usuário realiza o descadastro de uma lista, a ferramenta de disparo de emails automaticamente remove seu email permanentemente dos próximos envios, dispensando a necessidade de procurar o usuário na lista para removê-lo manualmente.

Essa métrica acaba revelando que há problemas no calendário de emails ou na qualidade do que é enviado. Um aumento no descadastro de emails é um alerta de que a empresa precisa reformular toda a sua estratégia e tentar reverter a situação.

Cases de Email Marketing

Como a Cupola vendeu um apartamento por Email Marketing

A Cupola é uma agência de comunicação que oferece serviços de Marketing Digital.

Quando passou a usar o RD Station para um de seus clientes, o empreendimento Refuge Parque Bacacheri, o primeiro passo foi qualificar a base de Leads que o cliente já tinha, construída ao longo do tempo e com 700 Leads com grande potencial.

Esses Leads foram nutridos com Fluxos de Automação de Email Marketing com conteúdo relevante sobre o empreendimento.

Os Leads desse fluxo passaram a visitar o plantão de vendas depois de anos sem demonstrar interesse pelo empreendimento, porque receberam o conteúdo sobre o residencial.

A taxa de abertura desses emails foi de 24,01% e a taxa de reaproveitamento desses Leads, de 10%.

Isso significa que, nutrindo a lista de Leads antigos, 161 abriram o email, e 70 Leads tiveram seu interesse despertado novamente.

Confira o case completo aqui.

Como o Clube do Malte usou o Email Marketing para fechar 150% mais vendas

O Clube do Malte é um ecommerce especializado em Cervejas Importadas e Especiais.

Antes de migrar seus disparos de email para o RD Station a equipe do Clube do Malte utilizava uma plataforma de disparos de email integrada ao ecommerce.

O relacionamento, no entanto, era feito apenas com Leads que criaram contas na loja virtual ou, ainda, que compraram em algum momento de sua vida como Lead, virando clientes.

Nesse momento, a equipe percebeu que seus esforços voltados para as vendas de Email Marketing poderiam ser maiores, gerando menor custo sobre o Lead gerado e aumentando o ROI, já que o crescimento da base estava dependendo apenas de conversões de Leads que criavam contas na loja e não compravam ou de compradores.

Assim, contrataram o RD Station e viram a possibilidade de criar páginas, disparar campanhas de email e obter receita dessas campanhas.

Em pouco tempo, os trabalhos com o RD Station iniciaram e toda a base de Leads existente foi levada à plataforma, já com segmentação para identificar Leads que eram engajados na antiga plataforma de Email Marketing.

A estratégia de Email Marketing foi mantida: em vez de mudar a estratégia, o foco foi aumentar a base de Leads com o apoio de conteúdos ricos.

Dois meses depois, a empresa vendeu mais de 100% do que a média até ali. Analisando apenas a audiência originada de Email Marketing nos dois primeiros semestres de uso, a loja virtual teve um aumento de mais de 120%.

O Email Marketing foi a origem de tráfego que mais cresceu em audiência em todo o ano para o Clube do Malte.

Leia aqui o case completo do Clube do Malte.

Glossário de termos

Above the fold (Acima da quebra)

Geralmente os primeiros 600px de altura de um email para web e 300px para mobile, above the fold é a parte visível sem necessidade de rolagem. Para profissionais de Email Marketing, é a área mais nobre do email.

É um email com o objetivo de notificar os destinatários de um evento ou preço especial.

É o texto utilizado para descrever uma imagem. Inserido no HTML do email, é usado em design defensivo para que, quando uma imagem não carregue, a pessoa que está abrindo aquele email possa saber do que se trata o conteúdo.

Arquivo que acompanha um email mas não está contido em sua mensagem. Não é recomendado enviar anexos em newsletters, pois muitos servidores não os permitem. Isso porque essa prática é bastante usada em mensagens de spam.

Interface de Programação de Aplicativos (em português) é uma integração de informações que permite que softwares enviem dados ou informações entre si. Em Email Marketing, é bastante usado para segmentações e personalização.

É o título do email que será mostrado na caixa de entrada dos destinatários. É uma das principais partes de um email e deve ser produzido com atenção aos detalhes, pois pode influenciar não só em abertura, mas em conversão. Temos inclusive um post sobre como criar assuntos que convertem aqui.

> É um termo utilizado em

entregabilidade de emails. Trata-se de verificar, automaticamente, a autenticidade de quem está enviando um email para determinados provedores. É feito através de diversas formas, sendo as principais: DMARC, Domain Keys, DKIM e SPF.

É a forma mais básica de automação de emails. O que faz é basicamente enviar uma série de emails pré-programados de forma automatizada conforme um gatilho (comportamento de um Lead) escolhido.

Em Email Marketing, behavioral targeting é um conceito que se traduz em enviar campanhas a partir de ações e comportamentos dos usuários em seu site. As possibilidades são diversas: desde abertura de um determinado email até a navegação em um produto.

É uma lista de domínios classificados como spam ou suspeitos. É o termo mais temido por profissionais de Email Marketing, pois prejudica a entregabilidade e, consequentemente, as taxas de abertura e conversão. As blacklists são bastante consultadas por provedores para rejeitar emails antes que cheguem ao destinatário.

Quando algum provedor bloqueia o recebimento de emails. Muitos provedores bloqueiam endereços ou domínios que são reportados por enviar spam ou estarem em blacklists.

São emails retornados devido a algum erro, portanto não são enviados de fato ao destinatário. Há dois tipos de bounce: soft, para erros temporários como caixa de entrada cheia, e hard, para erros permanentes, como um endereço que não existe.

Para Email Marketing, é uma métrica para medir o percentual de quantos emails são dados como bounce dividido pelo número de emails enviados. É bastante usado para medir a saúde de uma lista.

Termo usado para empresas cujos clientes são pessoas físicas.

ermo usado para empresas cujos clientes são pessoas jurídicas.

Lei americana que regulamenta o Email Marketing para fins comerciais. Estabelecida em 2003, nos Estados Unidos, significa Controlling the Assault of Non-Solicited Pornography And Marketing Act e foi criada devido a diversas reclamações de spam no país. É usada como base em alguns países para regulamentação.

Em um email, é o link, imagem ou botão que consiste em fazer com que o usuário tome uma ação. Leia também o post Tudo sobre Call-to-Action.

É a composição de um email com um objetivo específico, por exemplo vendas, relacionamento ou atualizações.

É um método usado para interar um servidor WWW a outros programas executados no sistema. É bastante usado no processamento de formulários de inscrição ou de contato para garantir que as informações cheguem ao ESP.

O clickthrough é o ato de um destinatário efetuar o clique em um link incluído no email.

É uma métrica usada para analisar a taxa de cliques de um email. Consiste em dividir o número de cliques pelo número de emails enviados. É importante que se obtenha sempre o número de cliques únicos, pois é possível que usuários cliquem mais de uma vez em seu email. Desta forma, há uma melhor mensuração do engajamento de suas campanhas.

Métrica usada para analisar a efetividade de um layout, template ou texto de email. É o número de cliques dividido pelo número de aberturas.

É o custo para gerar um Lead, cadastro em newsletter (subscribe) ou cliente em uma única campanha de email. Em resumo, é o custo total de uma campanha de email dividido pelo número de Leads, subscribers ou clientes produzidos.

É a métrica para analisar o custo para se obter um clique no email enviado. É o valor total gasto em uma campanha dividido pelo número de cliques.

Em Email Marketing, CPM significa o custo para o envio de 1.000 emails. É a métrica mais usada para tabela de preços em ESPs.

Quando um usuário performa uma ação desejada baseada no email que foi enviado. A conversão é utilizada para medir o sucesso de um email e pode ser interpretada de diversas formas (download de um eBook, compra, registro em um formulário etc.).

Consiste em enviar ofertas de uma empresa parceira para sua base de emails, ou vice-versa. Deve ser feito com cuidado e incluso na política de privacidade fornecida ao usuário no momento de cadastramento.

Em português, Gestão do Relacionamento com o Cliente. No contexto de Email Marketing, CRMs são softwares utilizados para gerir as informações dos Leads e clientes e poder realizar segmentações, automações e análises. Inclusive temos um post explicando sobre os benefícios de se usar um CRM com automações.

Termo usado para definir o conceito de aplicar vendas cruzadas. É bastante usado em ecommerces para, por exemplo, ao analisar a compra de um cliente, poder oferecer produtos complementares.

É um sistema de códigos utilizados para alterar características visuais do HTML. Em Email Marketing deve ser utilizado com cuidado, pois muitos ISPs evitam a leitura de boa parte dos estilos CSS. Deste modo, o CSS deve ser inserido no próprio código HTML, de uma forma que chamamos de inline.

É o ato de enviar uma campanha de email após efetuar os testes necessários.

Ato de remoção de uma lista de emails, solicitado pelo destinatário. Por boas práticas, em emails comerciais é recomendável que sempre haja um botão de descadastro incluído no email.

O design responsivo é bastante utilizado pela necessidade em se comunicar por diferentes dispositivos (tablets, celulares, relógios, computadores etc.). É um layout que se modifica conforme o tamanho do dispositivo em que está sendo lido, otimizando a experiência do usuário. Conheça também 9 motivos para você usar um design responsivo em seu site.

É um sistema de assinatura de mensagens com criptografia de chaves que serve para validar a autenticidade de um e-mail.
Protocolo de autenticação desenvolvido para reduzir phishing e fraudes por email. É utilizado pela maioria dos grandes provedores de email, como Microsoft, Yahoo e Google.
Para cada acesso na internet é estabelecido um IP (Internet Protocol). O DNS é uma espécie de banco de dados que armazena um endereço a esse IP, podendo então, dar nomes a domínios. Por exemplo, para acessar www.resultadosdigitais.com.br, servidores DNS “traduzem” o endereço para o IP que utilizamos, permitindo, assim, o acesso.
Processo onde um endereço de IP é corretamente validado com o uso de um domínio. É um método usado para captar endereços de IP inválidos usados por spammers. Por exemplo, se um filtro de spam ou um programa não bater os dados de IP e domínio, pode rejeitar o email.
Método antigo de autenticação desenvolvido pela Yahoo utilizado para verificar o domínio DNS e a integridade da mensagem. Vários aspectos desse método foram utilizados para a composição do DKIM.

Processo o qual o usuário em cadastro precisa confirmar explicitamente que deseja receber as ofertas de um determinado remetente. É um método usado para garantir a qualidade das listas de email e é considerado uma boa prática para entregabilidade. É feito em duas etapas:

  • Cadastro do usuário.
  • Confirmação do cadastro por email.
Conteúdo dinâmico (em português) é um conteúdo de email que muda com o uso de variáveis conforme os interesses, regras ou preferências captadas no momento de cadastro de um usuário. O conteúdo dinâmico pode refletir desde compras passadas e interesses atuais até compras abandonadas.
Software utilizado por usuários para ler emails, também chamado de ESPs. Entre os principais estão Outlook, Gmail e Yahoo.
Número de emails enviados menos o número de bounces. É um número inexato pois nem todos os ISPs reportam quais emails passam ou não, mas em média é válido ser analisado para conferir se sua lista de email está crescendo.
Empresas que prestam serviços de envio de Email Marketing para clientes.
Email enviado para demonstrar uma transação, como um download ou uma compra.
Pode ser visto sob duas interpretações: métrica ou conceito. Por métrica, é o número de emails entregues na caixa de entrada dos usuários pelo número de emails disparados. Sua medição é complexa visto que não há ferramentas que demonstram o número de emails entregues na caixa de entrada, mas pode ser estimada em conjunto com outras métricas de engajamento como CTR. Por conceito, é um conjunto de estratégias que visam a aplicação de boas práticas de mercado para a melhoria de reputação de domínio e IPs para com os provedores.
É um programa fornecido por ISPs para reportar aos remetentes emails movidos à lixeira e marcados como spam. Deste modo, o remetente pode entender quais campanhas estão gerando reclamações e, assim, deletar os usuários que estão reclamando e poder gerar melhorias.
Um programa ou cadeia de programas designados a manter usuários não autorizados ou mensagens de acessar uma rede privada. O firewall geralmente possui regras ou protocolos que autorizam ou proíbem usuários ou mensagens externas. No contexto de email, um firewall pode ser configurado para que mensagens de determinados domínios ou usuários listados como spam não sejam entregues.
Mensagem enviada a um endereço de email inválido, cancelado ou não existente. É quando há um bounce permanente. Por boas práticas, é indicável que, após um hard bounce, nunca mais se dispare email ao endereço em questão.
Processo que consiste em remover emails inválidos (hard bounces), problemáticos (soft bounce) e descadastros da lista de usuários. É um método bastante utilizado para melhorar a entregabilidade. No post O que é higienização da lista de emails e como fazer falamos mais sobre o assunto.
Em português Linguagem de Marcação de Hipertexto. É uma linguagem de marcação utilizada para produção de páginas web que também pode ser usada em emails.
Usando uma tradução livre, podemos definir Inbound Marketing como Marketing de Atração. A ideia por trás do Inbound é, ao invés de a empresa ir atrás do cliente utilizando técnicas ortodoxas de Marketing, fazer com que o cliente voluntariamente a encontre por meio de mecanismos de busca, sites de referência, redes sociais etc. O Email Marketing atua no Inbound principalmente na etapa de relacionamento (nutrição) dos clientes.
Protocolo padrão para acessar um email de um determinado servidor. Normalmente os padrões usados são POP ou IMAP.
Um número único determinado para cada dispositivo conectado à internet. Um endereço IP pode ser dinâmico, ou seja, pode mudar cada vez que uma campanha for disparada, ou pode ser estático, não se alterando. IPs estáticos são os melhores, pois os dinâmicos frequentemente caem em filtros de spam.
Empresas que fornecem acesso à serviços de internet. Em email são empresas que fornecem acesso à ferramenta de emails, como Google, Microsoft e Yahoo, por exemplo.
São os indicadores-chave de desempenho analisados em um email, ou seja, os valores quantitativos fundamentais que medem os principais resultados de uma campanha. São as principais métricas: CTR (Clickthrough Rate), Conversão e Open Rate (Taxa de Abertura).
Página de destino após o clique em um email.
É a parte visual de uma campanha ou página.
Pessoa que deixou seus dados em um formulário de conversão e demonstrou interesse na sua empresa, produtos ou tema de mercado, podendo ser considerado um potencial cliente.
Lista de endereços de emails captados para a qual você envia suas mensagens. Pode ser uma lista própria ou de terceiros enviadas com seu consentimento.
Lista de emails para os quais você não poderá enviar mensagens sob hipótese alguma, pois podem prejudicar sua entregabilidade. Entre eles estão inclusos os emails hard bounces e descadastrados. Em alguns softwares de envio de emails, por padrão, as listas já são criadas automaticamente, não havendo necessidade de gestão.
Mensagem que contém versões tanto em HTML quanto apenas texto. É utilizado para que quando não seja possível renderizar em HTML a mensagem possa ser lida em texto. É considerada boa prática de entregabilidade por ISPs.
O processo de enviar um mesmo email para todos os recipientes de uma lista, sem personalização ou segmentação. É um email periódico com foco em informações, novidades e atualizações. Leia nesse post 7 dicas para criar uma newsletter de qualidade.
Significa uma requisição proativa de um usuário em ter seu endereço de email cadastrado em uma lista específica.
Ao contrário de opt-ins, significa uma requisição proativa de um usuário em ter seu endereço removida de uma lista específica. Sendo obrigatório o endereço ser removido dos envios de email.
Persona é uma idealização de um cliente ideal. Para compor uma persona, deve-se considerar dados reais sobre comportamento e características demográficas dos seus clientes. Em Email Marketing, usa-se a persona para segmentações, personalização, produção de conteúdo e direcionamento de campanhas. Saiba como definir a sua no post Persona: Como e por que criar uma para sua empresa.
É um método de segmentação onde cada email é diferente para cada Lead. Um dos melhores exemplos é quando se personaliza o nome de uma pessoa no email. Hoje, há várias possibilidades para a personalização, desde o gosto de uma pessoa por produtos até as páginas navegadas por ela, podendo assim, imprimir um email assertivo no exato momento de compra daquele Lead.
É uma maneira de roubo de identidade de empresas onde o remetente visa roubar dados pessoais do destinatário, como dados bancários, identidade, entre outros, através de email.
É o email produzido somente em texto, sem inserção de código HTML.
Uma descrição clara e transparente de como uma empresa irá utilizar os endereços de email e outras informações captadas por opt-in em uma base de emails. Se, por exemplo, você realizar venda de listas, enviar email a leads opt-out (prática não indicável), isso deve constar em sua política de privacidade. Saiba como montar uma política de privacidade para seu site.
Protocolo o qual um cliente de email usa para enviar ou receber mensagens de um servidor de email. Normalmente são usados POP ou IMAP.
Tal qual o título diz, significa o quão aceito estão sendo seus emails disparados, em média. A reputação pode ser medida de diversas formas, mas a principal é utilizando o senderscore, onde há uma análise momentânea da entregabilidade do seu domínio.
Área no final da mensagem de um email ou newsletter que contém informações que não mudam de uma edição a outra, tais como: endereço da empresa, email do usuário, link para descadastro etc. Alguns sofwares, como o RD Station, já inserem o rodapé automaticamente com as informações desejadas.
Significa a receita por cada R$ 1,00 investido. É usado para medir o lucro obtido através de campanhas de email.
É o ato de enviar um determinado email para um grupo selecionado, sendo assim mais assertivo na comunicação com o mesmo. É uma prática altamente recomendável pois melhora a experiência dos usuários e tende a entregar melhores resultados, bem como melhorar a entregabilidade. Leia mais no post Segmentação: como gerar melhores resultados enviando menos emails.
Protocolo usado pelos ISPs para verificar se a origem do email é válidada pelo remetente. É basicamente um conjunto de regras para combater a falsificação de emails (phishing).
Um servidor de email usado por somente um disparador. Um servidor dedicado geralmente custa mais pois não é dividido, mas performa muito melhor (caso as práticas de envio estejam corretas) do que um servidor dividido. Em geral, os emails saem com maior rapidez, o servidor é mais seguro e as chances de um segundo disparador entrar em uma blacklist por spam é menor.
Protocolo simples de transferência de emails. É o protocolo utilizado para transferência de mensagens entre servidores.
Email enviado a uma lista ativa, mas o qual retorna após ser enviado. É um problema temporário (o servidor não está online, a caixa de entrada está lotada etc.). O email deve ser segurado até que possa ser entregue. São recomendáveis 5 tentativas, passando disso o email pode ser considerado como hard bounce e prejudicar sua entregabilidade.
É o recebimento de emails não permitidos por determinados domínios. É a pior prática em Email Marketing e deve ser evitada ao máximo, uma vez que pode ocasionar que seu domínio entre em eventuais blacklists.
Ferramentas utilizadas por provedores de email e blacklists para identificar remetentes de mensagens indesejadas (spam). Uma prática utilizada por spamtraps é a de não interação com os emails recebidos, analisando se o remetente envia emails a pessoas que não abrem ou clicam em seus emails.
É o processo de entrada em uma determinada lista de emails através de um comando. É um opt-in.
É uma métrica usada para analisar as taxas de abertura de seu email. É o total de aberturas dividido pelo número de emails enviados. A taxa de abertura é uma métrica considerada chave, pois demonstra o engajamento dos Leads com suas campanhas, além de demonstrar se o assunto (subject) performou bem.
É uma métrica usada para analisar a taxa de cliques de um email. Consiste em dividir o número de cliques pelo número de emails enviados. É importante que se obtenha sempre o número de cliques únicos, pois é possível que usuários cliquem mais de uma vez em seu email. Desta forma, há uma melhor mensuração do engajamento de suas campanhas.
A conversão é uma métrica utilizada para medir o sucesso de um email e pode ser interpretada de diversas formas (download de um eBook, compra, registro em um formulário etc.). É o número de conversões dividido pelo número de emails disparados.
Documento em HTML com um layout definido e padrão, ou seja, pode ser usado em diferentes emails mudando-se somente o seu conteúdo. É uma forma utilizada para agilizar a produção de emails.
Refere-se a uma situação de teste onde uma lista é dividida em duas partes iguais para que se possa provar que algum elemento novo se mostra melhor que o antigo. Esse termo é usado tanto em Email Marketing quanto em outras frentes. Baixe nosso Kit Testes A/B para saber como fazer experimentos.
É o processo de retirada de uma determinada lista de emails através de um comando. É um opt-out.
É o endereço web para uma página, sempre começando por https:// (ou https:// para uma página com protocolo de segurança), seguido de www. (ou variações) e o nome de domínio. Exemplo: https://www.resultadosdigitais.com.br.
Um conjunto de emails, IPs ou domínios previamente aprovados, sem a necessidade de serem aprovados por filtros anti-spam que são entregues diretamente na caixa de entrada do usuário.
Fluxo de trabalho, em tradução literal. É toda a organização e sincronização de processos com um objetivo final em comum.

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